<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2946747083495666658</id><updated>2011-08-08T05:24:19.951-07:00</updated><category term='Oficina'/><title type='text'>modelos</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>geferson gomes coutinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10898461583684909519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_SCQiHVDjuB4/SiW0V12b2II/AAAAAAAABmY/CD61vNJ5844/S220/gef.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>27</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2946747083495666658.post-2421278768238952907</id><published>2011-04-28T07:11:00.000-07:00</published><updated>2011-04-28T07:14:50.334-07:00</updated><title type='text'>3ª Oficina: Vamos conviver com a diferença!</title><content type='html'>Tema: Conviva com a diferença! Diga não à discriminação!&lt;br /&gt;            &lt;strong&gt; 3ª Oficina: Vamos conviver com a diferença!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Introdução:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta oficina intenciona-se, através da experiência da Cléo, uma ratinha diferente, levar as crianças a comprometerem-se com atitudes de aceitação e reconhecimento do outro, dizendo NÃO à discriminação.&lt;br /&gt; Dizer não à discriminação na escola supõe, desde cedo, questionar qualquer atitude de rejeição ou discriminação e estimular atitudes de reconhecimento e aceitação do diferente. Embora nesta faixa etária a discriminação seja menos freqüente, faz-se necessária uma constante vigilância, por parte do estagiário, no sentido de identificar as possíveis causas da rejeição, especialmente quando atingirem uma mesma criança.&lt;br /&gt;Objetivos:&lt;br /&gt;• Propor formas concretas de minimizar a rejeição e discriminação na escola.&lt;br /&gt;• Comprometer-se com atitudes de respeito aos direitos de todos à diferença.&lt;br /&gt;MOMENTOS MATERIAIS&lt;br /&gt;1º Dia&lt;br /&gt;• “Conhecendo a história da Cléo”&lt;br /&gt;• Livro de Desenho da História &lt;br /&gt; • História Cléo, a ratinha diferente, (Material complementar).&lt;br /&gt;• Folhas de papel e lápis de cor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2º Dia&lt;br /&gt;• Confeccionar a boneca Cléo &lt;br /&gt;• Brinca ou não brinca? Pense bem para responder &lt;br /&gt;• Argila Corporal • Materiais variados para confecção de um boneco: tecido, algodão, jornal, lã, botões, fitas, tinta.&lt;br /&gt;• Folha de papel grande, para registro da produção dos grupos, pelo estagiário.&lt;br /&gt;3º Dia&lt;br /&gt;• Plano Infalível I&lt;br /&gt;• Transformando a História&lt;br /&gt;• Plano Infalível II – para a escola de gente • Cartolinas e pilot.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Orientações gerais para o estagiário:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A história de Cléo, uma ratinha diferente que não aprendia a roer, poderá trazer à tona a história de muitas “Cléos”. Este é o objetivo da história: sem personificar, reconhecer as situações de discriminação presentes na sala de aula e favorecer que os alunos reflitam sobre a atitude de rejeição e discriminação geradores de sofrimento. Pretende-se ainda que, através de identificação positiva com a ratinha, possam modificar suas atitudes, no plano real, no sentido da aceitação e da não discriminação. Sugere-se que o estagiário identifique possíveis analogias que as crianças poderão fazer com situações reais e prepare-se para trabalhá-las, junto à turma, para sua superação. Sugerem-se, ainda, ter presente as situações de rejeição e discriminação que emergiram ao longo das oficinas anteriores, buscando integrá-las a presente discussão e aos compromissos das crianças para minimizar a discriminação na escola.&lt;br /&gt;As atividades sugeridas nesta oficina relacionam-se mais especificamente aos conteúdos curriculares de Comunicação e Expressão e Literatura. Trabalha-se a compreensão e interpretação de história, a criação de textos, a dramatização etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desenvolvimento das Atividades&lt;br /&gt;1º Dia: Conhecendo a História de Cléo&lt;br /&gt;Atividade 1: História da Cléo&lt;br /&gt;Organizar uma rodinha com as crianças, procurando criar um clima de proximidade e concentração. Contar a história de “Cléo, a ratinha diferente” (disponível no material complementar), procurando valorizar os diálogos e atribuindo vozes aos personagens.&lt;br /&gt;Favorecer diálogo sobre a história, ampliando sua compreensão:&lt;br /&gt;• Quais são os personagens desta história?&lt;br /&gt;• Em que a Cléo era uma ratinha diferente?&lt;br /&gt;• O que a mãe da Cléo fazia?&lt;br /&gt;• O que aconteceu quando a Cléo entrou para a escola?&lt;br /&gt;• Como era tratada pela professora e pelos colegas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atividade 2: Livro de Desenho da História &lt;br /&gt;Solicitar às crianças que desenhem, individualmente ou em grupo, uma ou duas cenas que mais lhes chamou atenção. Os desenhos são apresentados à turma e cada criança ou grupo explica porque escolheu esta parte para desenhar. Aproveita-se este momento para ampliar o diálogo e destacar a rejeição e discriminação como atitudes geradoras de sofrimento. Com os desenhos pode-se montar um livro de história da turma ou painel. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2º Dia: Ufa! Acabamos! Agora a Cléo vai fazer parte da nossa turma&lt;br /&gt;Atividade 1: Confeccionar a boneca Cléo&lt;br /&gt;Convidar a turma a criar a Cléo – boneco de pano, colagem, papel marchê, sucata – para que venha fazer parte da turma. É importante que a representação da Cléo expresse tristeza, isolamento. O processo de confecção da ratinha deve ser compartilhado, planejado. É indispensável que todas as crianças sintam-se comprometidas e responsáveis com algum aspecto. Pretende-se gerar, no grupo, um sentimento de afeto pela ratinha. A Cléo poderá ficar em lugar de destaque que na sala, visitar a casa das crianças, participar de jogos e brincadeiras, etc.&lt;br /&gt;Atividade 2: Brinca ou não brinca? Pense bem para responder&lt;br /&gt;Organizar a turma em grupos, buscando as composições mais adequadas, por exemplo, criança que experimente rejeição dos colegas deverá ficar com crianças mais acolhedoras; evitar que fiquem no mesmo grupo que crianças que tenham animosidade entre si. Criar um ambiente de fantasia, transformando a turma em ratinhos e ratinhas. &lt;br /&gt;Os grupos de ratinhos e ratinhas deverão conversar sobre a questão:&lt;br /&gt;• Imaginem que vocês são da mesma turma da Cléo. Vocês vão deixar a ratinha brincar junto com vocês? Por quê?&lt;br /&gt;Mantendo a fantasia de estar no mundo dos ratos, registrar as respostas dos grupos, em&lt;br /&gt;papelógrafo (grande mural) dividido em duas colunas: de um lado escrever as explicações para quem respondeu sim e de outro para quem respondeu não.&lt;br /&gt;Após todos os grupos apresentarem suas opiniões, ler as justificativas auxiliando as crianças a compararem as respostas da turma com as atitudes dos ratinhos e ratinhas da turma da Cléo.&lt;br /&gt;Atividade 3: Argila Corporal&lt;br /&gt;O estagiário deverá propor que as crianças formem duplas, e fiquem dispostas um de frente para o outro. Um deles será a argila e o outro será o escultor. O aluno que será a argila deverá ficar com os olhos fechados, e o aluno que fizer o escultor deverá modelar diversas formas corporais no corpo do coleguinha.&lt;br /&gt;3° Dia: Continuando a desenvolver a Història de Cléo&lt;br /&gt;Atividade 1: Plano Infalível I&lt;br /&gt;Incentivar as crianças a finalizarem a história, elaborando o plano de ação para mudar a atitude dos colegas da Cléo, em relação a ela. &lt;br /&gt;• Reler o final da história e solicitar, aos grupos, que pensem o que pode ser feito para mudar o que acontece na escola, com a Cléo. As propostas de soluções dos grupos podem ser apresentadas em forma de dramatização, desenho, relato, etc.&lt;br /&gt;• Ao final das apresentações a turma discute e escolhe a proposta de que mais gostou.&lt;br /&gt;Atividade 2: Transformando a história&lt;br /&gt;O estagiário orienta o debate e a escolha, valorizando as propostas que de fato impliquem em mudança de atitude dos colegas de Cléo. As propostas são escritas em papel e colocadas no mural. Sugerem-se vários desdobramentos para esta atividade:&lt;br /&gt;• Reescrever o final da história, coletivamente, levando em conta as mudanças sugeridas pela turma;&lt;br /&gt;• Desenhar a Cléo e seus colegas depois das mudanças indicadas pela turma;&lt;br /&gt;• Refazer a Cléo, produzida no 2º momento, alterando sua expressão fisionômica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atividade 3: Plano infalível II – para a escola de gente&lt;br /&gt;Neste momento, toda a discussão realizada em torno da Cléo – a ratinha que era rejeitada na escola – será transferida para a realidade da sala de aula e da escola. É preciso muito cuidado para não expor as crianças que sofrem rejeição, piorando sua situação. &lt;br /&gt;Estabelecer um diálogo com a turma:&lt;br /&gt;• O que aconteceu com a Cléo só acontece na escola dela?&lt;br /&gt;• Como é na nossa escola?&lt;br /&gt;• Será que fazemos coisas que deixam os colegas tristes e sozinhos?&lt;br /&gt;• O plano de ação feito para a escola da Cléo serve para a nossa escola?&lt;br /&gt;Outras questões podem ser levantadas a partir da necessidade do grupo. É imprescindível estar atento ao desvelamento de situações de rejeição e discriminação que acontecem na turma, procurando levá-lo a refletir sobre as formas de superar estas situações. É o momento de fortalecer as crianças que sofrem rejeição/discriminação, para reagirem à situação. &lt;br /&gt;Propor a elaboração do Plano Infalível II – para escola de gente.&lt;br /&gt;O que fazer para que não aconteça com as crianças da turma o que aconteceu com a Cléo? A partir de um cochicho, em duplas, levantar idéias para o plano. As duplas apresentam suas idéias e o estagiário registra, em papelógrafo, as aprovadas pela turma. Reler o conjunto das propostas e verificar se todos estão de acordo em assumir como compromisso o que foi proposto.&lt;br /&gt;Valorizar o trabalho realizado e perguntar o que podem fazer para convencer todo mundo de que é preciso respeitar, reconhecer, não rejeitar e discriminar. Perguntar se gostariam de fazer uma campanha na escola mostrando os compromissos que a turma assumiu. Pode-se, por exemplo, organizar uma passeata pela escola, utilizando cartazes desenhados pelas crianças e falando ou cantando palavras de ordem, retiradas dos compromissos assumidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Material Complementar - (pág. 34 a 36)&lt;br /&gt;“Cléo, a ratinha diferente”, de Marilena Varejão Guersola&lt;br /&gt;Cléo era uma ratinha diferente. Desde muito pequena seus pais perceberam que ela não era igual a seus irmãos e suas irmãs. Era alegre, delicada, brincalhona, mas não gostava de roer. Onde já se viu uma ratinha que não gosta de roer? Sua mãe fazia de tudo para ensinar à Cléo.&lt;br /&gt;- Olha aqui, Cléo – chamava sua mãe – este paninho é tão macio e colorido, tenta mais uma vez... Vou mostrar como é, você começa aqui da pontinha e vai roendo, roendo, até o final. &lt;br /&gt; - Agora não, mamãe, mais tarde eu faço isso. &lt;br /&gt;- Na... na... na... na... não! Agora.&lt;br /&gt;- Está bem, mas só um pouquinho.&lt;br /&gt;Era sempre assim, Cléo tentava, roia um pouquinho e logo desistia. Quanto mais à ratinha crescia mais sua mãe ficava preocupada.&lt;br /&gt;Na idade de uma ratinha ir para a escola, Cléo foi matriculada e Dona Ratazana se encheu de esperança. Pensou: agora minha cria aprende a roer.&lt;br /&gt;Imaginem só o que aconteceu!... Vocês acham que Cléo aprendeu a roer na escola? Nada disso!&lt;br /&gt;Na primeira semana de aula a professora já achou aquela ratinha muito diferente, esquisita. E não foi só a professora, os colegas também acharam há Cléo um pouco biruta. Afinal, ratos e ratas gostam de roer.&lt;br /&gt;Esta cena se repetia quase todo dia:&lt;br /&gt;- Cléo, você fez o dever de casa?&lt;br /&gt;- É... bem... fiz, mas... – falava timidamente.&lt;br /&gt;- Fez ou não fez? Me dá isto aqui, deixa ver! De novo, Cléo?! A tarefa era roer e não bordar. Quando é que você vai tomar jeito de rata? &lt;br /&gt;E, perguntando a outro aluno: - Joaquim, você fez o dever de casa?&lt;br /&gt;- Claro professora, fiz todinho. Olha aqui..., mostrando uma blusa de malha cheinha de buracos, que mais parecia uma renda.&lt;br /&gt;- Isto sim, é um rato de verdade.&lt;br /&gt;Cléo não entendia porque tinha que saber roer. Afinal, ela sabia fazer outras coisas que gostava muito e que achava importante, como por exemplo, bordar. Isto mesmo, a ratinha gostava de costurar e bordar.&lt;br /&gt;O pior a ratinha era perceber que os colegas não gostavam dela. Sentia-se rejeitada, discriminada. Ninguém queria brincar com ela. Na hora do recreio acontecia sempre a mesma coisa:&lt;br /&gt;- Posso brincar com vocês?&lt;br /&gt;- Sai daqui Cléo, você nem sabe roer, como quer brincar com a gente?&lt;br /&gt;- Mas vocês estão brincando de pique e...&lt;br /&gt;- Não queremos uma rata doida brincando com a gente!&lt;br /&gt;Para não ficar sozinha a ratinha ia procurar outro grupo, quem sabe... Antes mesmo que Cléo falasse...&lt;br /&gt;- Ih! Lá vem aquela rata.&lt;br /&gt;- É mesmo, ela nem sabe roer.&lt;br /&gt;- Anda, vamos sair daqui antes que ela peça para brincar com a gente outra vez. &lt;br /&gt;- E, vamos logo, eu é que não quero ficar perto de uma rata assim...&lt;br /&gt;Cléo ouviu tudo, deu meia volta e muito triste foi brincar sozinha. Descobriu que espalhado pelo chão havia botões que caiam das roupas roídas e começou a catá-las. &lt;br /&gt;A tristeza de Cléo aumentava a cada dia. Não tinha mais vontade de ir para a escola. Em casa já não cantava, como de costume. Sua mãe estava preocupada de verdade! Um belo dia Cléo sumiu. Procura daqui, procura dali...&lt;br /&gt;- Cléo, onde está você? – Gritava sua mãe, gritavam seus irmãos e irmãs...&lt;br /&gt;- Cleeeeoooo, Cleooooooooo, Apareceeeeeee...&lt;br /&gt;Até que depois de duas horas a ratinha foi encontrada. Estava debaixo do armário bem quietinha. E, adivinhem o que estava fazendo... Ela estava pregando botões em algumas roupas.&lt;br /&gt;- Meu Deus, que horror! Em vez de roer, Cléo fica escondida costurando!&lt;br /&gt;Muito sem graça ela diz:&lt;br /&gt;- É, eu gosto de costurar....&lt;br /&gt;- Larga tudo isto aí e vai já para a escola.&lt;br /&gt;- Não, por favor, eu não quero ir para a escola.&lt;br /&gt;- E porque não quer ir à escola?&lt;br /&gt;- Porque os meus colegas não gostam de mim – choramingou baixinho.&lt;br /&gt;- Também, quem pode gostar de uma ratinha que gosta de costurar? Já para a escola - ordenou Dona Ratazana muito zangada.&lt;br /&gt;Lá se foi nossa amiga Cléo para mais um dia de escola... olhos tristes, cabeça baixa,lábios caídos... O que será que a aguardava?&lt;br /&gt;- Muito bem, muito bem, - disse a professora – agora organizem grupos para desenhar a história que eu acabei de contar.&lt;br /&gt;Como já era de esperar, Cléo foi excluída de todos os grupos. Ninguém aceitou trabalhar com ela. A professora tentou convencer a algum grupo a aceitá-la, mas foi em vão. Com o rosto banhado em lágrimas Cléo foi fazer o trabalho sozinha. Continuava sem entender porque não queriam sua ajuda se ela até sabia desenhar.&lt;br /&gt;Um dos ratinhos, que havia rejeitado a Cléo, ficou comovido com a tristeza da colega e começou a conversar sobre o assunto com seu grupo.&lt;br /&gt;- Olha só como a Cléo está triste.&lt;br /&gt;- É, até que ela é um pouquinho legal....&lt;br /&gt;- Ela só é diferente&lt;br /&gt;- Não sei,não. Não estou gostando nada deste papo.&lt;br /&gt;- Você ia gostar de estar no lugar dela?&lt;br /&gt;- Não!&lt;br /&gt;- Então? Acho que temos que fazer alguma coisa. &lt;br /&gt;- É, mas o quê? A gente nem conhece ela direito. A gente só sabe que ela não gosta de roer.&lt;br /&gt;Depois de muito pensar, os ratinhos elaboraram um plano de ação para mudar de vez a maneira da turma se relacionar com a Cléo. Vocês querem saber o que eles planejaram?&lt;br /&gt;Ah! E agora? Perdi o papel onde o plano estava escrito e não posso terminar a história. Vocês querem me ajudar? Talvez,juntos, vocês possam pensar um plano de ação para os ratinhos e ratinhas, colegas da Cléo, mudarem a maneira de se relacionar com ela.&lt;br /&gt;Nós todos queremos ver a Cléo feliz, não é verdade? Então, terminem esta história por mim.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2946747083495666658-2421278768238952907?l=ocnimodelos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/feeds/2421278768238952907/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2011/04/3-oficina-vamos-conviver-com-diferenca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/2421278768238952907'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/2421278768238952907'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2011/04/3-oficina-vamos-conviver-com-diferenca.html' title='3ª Oficina: Vamos conviver com a diferença!'/><author><name>luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14941412506913599313</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-0hCkvvCLqHQ/TZTWrw8E1dI/AAAAAAAAACg/jDb21GKQVX0/s220/Imagem1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2946747083495666658.post-588998416105671083</id><published>2011-04-07T06:16:00.000-07:00</published><updated>2011-04-07T06:19:33.463-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2946747083495666658-588998416105671083?l=ocnimodelos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/feeds/588998416105671083/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2011/04/blog-post.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/588998416105671083'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/588998416105671083'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2011/04/blog-post.html' title=''/><author><name>luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14941412506913599313</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-0hCkvvCLqHQ/TZTWrw8E1dI/AAAAAAAAACg/jDb21GKQVX0/s220/Imagem1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2946747083495666658.post-4865878120758805037</id><published>2011-03-31T12:55:00.000-07:00</published><updated>2011-03-31T12:57:09.153-07:00</updated><title type='text'>Tema: Conviva com a diferença! Diga não à discriminação!</title><content type='html'>SEMCTUR Janeiro/2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tema: Conviva com a diferença! Diga não à discriminação!&lt;br /&gt;            2ª Oficina: “Quem é diferente?”&lt;br /&gt;Introdução:&lt;br /&gt; Esta oficina visa aprofundar a discussão sobre o direito à diferença e à igualdade de direitos. Busca, na ficção, os elementos para trabalhar o movimento de rejeição frente ao diferente e os mecanismos de descoberta do outro. Busca, ainda, na análise de situações concretas, identificar atitudes de preconceito e discriminação e as formas de sua superação. &lt;br /&gt; Parte do reconhecimento da diversidade para afirmar que temos uma mesma natureza – todos compartilhamos da condição humana – e por isso desejamos amar e sermos amados. Ninguém é mais ou menos humano que outro, ninguém tem mais ou menos direito de viver humanamente que outro.&lt;br /&gt; Entre a ficção e a realidade, trabalha a necessidade de aceitar e respeitar o “outro” valorizando suas características.&lt;br /&gt;Objetivos:&lt;br /&gt;• Reconhecer a nossa condição humana de pessoas e grupos diferentes e,          ao mesmo tempo, iguais em dignidade e direitos;&lt;br /&gt;• Comprometer-se com atitudes concretas de respeito aos direitos de todos e todas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Momentos Materiais&lt;br /&gt;1º Dia &lt;br /&gt;• Som, movimento e careta &lt;br /&gt;• Música e Brincadeira da Caveira&lt;br /&gt;• A história “O Monstrinho e eu”&lt;br /&gt;• Desenho da história&lt;br /&gt; • História “O Monstrinho e eu” (texto complementar)&lt;br /&gt;• Material para desenho &lt;br /&gt;• Cd com a música das caveiras&lt;br /&gt;2º Dia&lt;br /&gt;• Desenhos de diferentes tipos de discriminação&lt;br /&gt;• Transformando situações&lt;br /&gt;• Objeto Criativo • Cópias das pranchas com situações da vida cotidiana (pág. 25,26) 27)&lt;br /&gt;• Uma garrafa pet de plástico vazia&lt;br /&gt;3º Dia&lt;br /&gt;• Painel de uma vida feliz&lt;br /&gt;• Uma palma, duas palmas&lt;br /&gt;• Reflexo • Painel como indicado no modelo&lt;br /&gt;• Cd da Adriana Partimpim &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Orientações para o estagiário:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Ajuste as atividades propostas à faixa etária do grupo de crianças.&lt;br /&gt;• Ao longo da oficina, lembre os pontos importantes sobre as diferenças que surgiram na oficina anterior, conversando sobre a idéia da igualdade de direitos. &lt;br /&gt;• Atividades articuladas aos conteúdos curriculares de comunicação, expressão, história e geografia, além de explorar culturas diferentes das nossas. &lt;br /&gt;• Explore as questões que surgirem valorizando sempre a diversidade e o direito de todas as pessoas serem tratadas com respeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desenvolvimento das Atividades:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1º Dia: Parece, mas não é...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atividade 1: Som, movimento e careta &lt;br /&gt;O estagiário forma uma grande roda com a turma. A brincadeira se inicia com o  estagiário fazendo um som diferente para uma das crianças que está ao seu lado, em seguida esta criança reproduz este mesmo som. Depois esta criança cria um novo som e repassa para o coleguinha ao seu lado, e este coleguinha reproduz o som. E a brincadeira prossegue desta maneira com as demais crianças. Ou seja, uma criança cria um som, o outro reproduz, e em seguida cria um novo som para uma outra criança. Na segunda etapa da brincadeira, a mecânica contínua a mesma, sendo que agora todos terão que criar um movimento diferente. E na terceira etapa as crianças criarão caretas bem assustadoras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atividade 2: Música e Brincadeira da Caveira &lt;br /&gt;Para brincar, todos os participantes devem estar espalhados e deitados no chão. Antes de começar a cantar a música pode-se dar uma pequena introdução como: "Era meia-noite, em um cemitério bem sombrio, um homem com uma faca na mão... passava manteiga no pão" (ou então inventa-se algo para dar um clima de medo e brincadeira). Cada participante, então, "se transforma em uma caveira" e, a cada estrofe, de forma livre, todos devem fazer movimentos de acordo com o que se pede na letra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o relógio bate a uma&lt;br /&gt;todas as caveiras levantam da tumba. &lt;br /&gt;Tumbalacatumba lacatumba laduê&lt;br /&gt;Quando o relógio bate as duas&lt;br /&gt;todas as caveiras saem pelas ruas&lt;br /&gt;Tumbalacatumba lacatumba laduê&lt;br /&gt;Quando o relógio bate as três&lt;br /&gt;todas as caveiras jogam xadrez&lt;br /&gt;Tumbalacatumba lacatuba laduê&lt;br /&gt;Quando o relógio bate as quatro&lt;br /&gt;todas as caveiras tiram retrato&lt;br /&gt;Tumbalacatumba lacatumba laduê&lt;br /&gt;Quando o relógio bate as cinco&lt;br /&gt;todas as caveiras apertam os cintos&lt;br /&gt;Tumbalacatumba lacatumba laduê&lt;br /&gt;Quando o relógio bate as seis&lt;br /&gt;todas as caveiras imitam chinês&lt;br /&gt;Tumbalacatumba lacatumba laduê&lt;br /&gt;Quando o relógio bate as sete&lt;br /&gt;todas as caveiras mascam chicletes&lt;br /&gt;Tumbalacatumba lacatumba laduê&lt;br /&gt;Quando o relógio bate as oito&lt;br /&gt;todas as caveiras comem biscoito&lt;br /&gt;Tumbalacatumba lacatumba laduê&lt;br /&gt;Quando o relógio bate às nove&lt;br /&gt;todas as caveiras quebram o pote&lt;br /&gt;Tumbalacatumba lacatumba laduê&lt;br /&gt;Quando o relógio bate às dez&lt;br /&gt;todas as caveiras lavam os pés&lt;br /&gt;Tumbalacatumba lacatumba laduê&lt;br /&gt;Quando o relógio bate às onze&lt;br /&gt;todas as caveiras sobem no bonde&lt;br /&gt;Tumbalacatumba lacatumba laduê&lt;br /&gt;Quando o relógio bate às doze&lt;br /&gt;todas as caveiras fazem uma pose&lt;br /&gt;(Nessa parte, todas as pessoas fazem &lt;br /&gt;uma pose e viram estátuas)&lt;br /&gt;Quando o relógio bate à uma&lt;br /&gt;todas as caveiras voltam para a tumba&lt;br /&gt;Tumbalacatumba lacatumba laduê&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atividade 3: A história “O Monstrinho e eu” (acrescentar história – Pág. 24).&lt;br /&gt;Recomenda-se que seja contada às crianças de modo enfático, gerando expectativa e transmitindo o clima de espanto e medo dos personagens. Sugere-se reproduzir a historias para as crianças. Depois de contar a história converse com as crianças:&lt;br /&gt;• Por que o menino teve medo do monstrinho?&lt;br /&gt;• Por que o monstrinho teve medo do menino?&lt;br /&gt;• Do que eles - menino e monstrinho - têm medo? Por quê?&lt;br /&gt;• Sempre temos medo de quem é muito diferente de nós?&lt;br /&gt;• Que outras coisas sentimos em relação a quem é muito diferente de nós?&lt;br /&gt;• Por que o monstrinho e o menino ficaram amigos?&lt;br /&gt;O diálogo deve ser conduzido no sentido de ajudar as crianças a perceberem que geralmente temos medo do que não conhecemos. E mais: o que é assustador e feio, para uns, não é para outros. Deve-se reforçar a idéia de que é preciso conhecer o outro, seus gostos, sua cultura, seu jeito de ser e aceitá-lo e respeitá-lo com suas diferenças. Mais que isto, é importante que as crianças reconheçam que a diferença enriquece a convivência e nos faz aprender com o outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atividade 4: Desenho da história&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após o diálogo, ler a história mais uma vez e estimular as crianças a desenharem a parte que mais chamou atenção. Em seguida, cada criança apresenta seu desenho à turma, recontando a parte da história que escolheu para desenhar.&lt;br /&gt;• Enquanto as crianças apresentam seus desenhos o estagiário vai ressaltando os principais aspectos da história:&lt;br /&gt;• Geralmente temos medo ou não gostamos de quem não conhecemos bem ou que é muito diferente de nós.&lt;br /&gt;• Quanto mais conhecemos alguém mais fácil é aceitar e respeitar as diferenças.&lt;br /&gt;• Quando conhecemos melhor o outro, descobrimos muitas coisas interessantes sobre ele, descobrimos inclusive que aprendemos e nos enriquecemos com ele.&lt;br /&gt;Neste momento podem-se explorar elementos da oficina anterior que tenham ajudado a conhecer melhor os amigos da turma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2º Dia: Coisas que acontecem, mas não deviam ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pretende-se que as crianças posicionem-se no sentido da aceitação do outro, do diferente, a exemplo da historia “O monstrinho e eu”, reconhecendo que todos têm os mesmos direitos e comprometendo-se com atitudes de não discriminação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atividade 1: Desenhos que expressam diferentes tipos de discriminação &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No material complementar encontram-se seis pranchas com desenhos que expressam diferentes tipos de discriminação. É necessário reproduzir este material para as crianças.&lt;br /&gt;Organizar duplas e distribuir uma prancha para cada dupla, de modo que as seis situações sejam trabalhadas. Pedir as crianças para prestarem muita atenção ao desenho, analisando o que representa. Refletir sobre a cena, dizendo se concordam, ou não, com o que está acontecendo.&lt;br /&gt;Promover um diálogo para que cada dupla explique o que entendeu do desenho. O diálogo pode ser orientado pelas perguntas:&lt;br /&gt;• O que está acontecendo?&lt;br /&gt;• Todas as crianças estão felizes?&lt;br /&gt;• Tem alguém triste? Aborrecido? Com raiva? Por quê?&lt;br /&gt;• Se um amigo ou amiga estivesse nesta situação o que você faria?&lt;br /&gt;• E você, se estivesse nesta situação o que faria?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atividade 2: Transformando situações&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estagiário deve propor que as crianças desenhem no espaço em branco das pranchas da atividade anterior, a cena analisada de modo que todas as crianças se sintam bem e felizes. As duplas apresentam seus desenhos a turma, explicando-os. Caso os desenhos das crianças não superem a situação de exclusão apresentada originalmente, questionar se gostariam de estar no lugar da pessoa excluída e como acham que se sentiriam.&lt;br /&gt;Afirmar que toda criança: gorda ou magra, branca ou negra, bonita ou feia, rica ou pobre tem o direito de brincar, jogar, ser feliz, sentir-se amada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atividade 3: Objeto Criativo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os alunos ficam em roda. O estagiário explica que a brincadeira consiste na transformação de um objeto simples (uma garrafa pet de plástico, por exemplo) em diversas outras coisas. O estagiário começa com o jogo. Ele pode pegar a garrafa e bem devagar segurá-la como se fosse, por exemplo, um bebê. Depois de um tempo ele repassa o objeto para a criança ao lado, esta criança pega o objeto e transforma em algo novo (Um pente por exemplo. A criança pode simular que esta penteando a cabeça, logo as demais entenderão que o objeto agora é um pente). A brincadeira prossegue com as crianças da turma dando formas distintas ao objeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3º Dia: Painel de uma vida feliz (pág. 23)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atividade 1: Painel da felicidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convidar as crianças a criarem o “painel da felicidade”. Realizar apreciação dos desenhos criados pelas crianças, no dia anterior. Conversar sobre os desenhos no sentido de identificar atitudes com as quais as crianças desejam se comprometer.&lt;br /&gt;Compor um painel com os desenhos que expressam os compromissos das crianças, escolhidos coletivamente. Sugere-se dividir a prancha, separando os desenhos produzidos pelas crianças das cenas originais, de modo que no painel sejam colocados apenas os primeiros.&lt;br /&gt;Ao lado de cada desenho, o estagiário escreve o compromisso assumido pelas crianças.&lt;br /&gt;Com a finalidade de favorecer a visualização do que foi proposto para este momento apresenta-se um exemplo de como o painel pode ser organizado.          &lt;br /&gt;                        &lt;br /&gt;PARA RESPEITAR O DIREITO DE TODAS AS PESSOAS DEVO&lt;br /&gt;DESENHO COMPROMISSO&lt;br /&gt;Atividade 2: Uma palma, duas palmas&lt;br /&gt;Os alunos se espalham pelo espaço, e caminham aleatoriamente. Eles devem executar uma boa ocupação espacial, evitando esbarrar no coleguinha da turma. Ao comando de uma palma do estagiário devem cair no chão automaticamente, e com duas palmas devem voltar a andar. E a brincadeira vai se repetindo durante um tempo. Esta brincadeira é uma variação de “morto-vivo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atividade 3: Reflexo&lt;br /&gt;O estagiário faz uma grande roda com as crianças. A brincadeira consiste em o estagiário executar movimentos, e os alunos terem que repetir quase que simultaneamente. Ou seja, ele propõe um movimento, e os alunos repetem. Durante a brincadeira devem ser realizados movimentos diferentes. É importante que o estagiário brinque com os planos (plano alto e plano baixo) e ritmos (movimentos rápidos e movimentos lentos). Proponho que para a brincadeira seja usada como trilha a música “Saiba” de Adriana Calcanhoto (Adriana Partimpim). Pois esta música infantil nos mostra que somos diferentes e iguais em nossas sensações. Segue a letra abaixo:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Saiba!&lt;br /&gt;Todo mundo foi neném&lt;br /&gt;Einstein, Freud e Platão, também&lt;br /&gt;Hitler, Bush e Saddam Hussein&lt;br /&gt;Quem tem grana e quem não tem...&lt;br /&gt;Saiba!&lt;br /&gt;Todo mundo teve infância&lt;br /&gt;Maomé já foi criança&lt;br /&gt;Arquimedes, Buda, Galileu&lt;br /&gt;E também você e eu...Saiba!&lt;br /&gt;Todo mundo teve medo&lt;br /&gt;Mesmo que seja segredo&lt;br /&gt;Nietzsche e Simone de Beauvoir&lt;br /&gt;Fernandinho Beira-Mar...Saiba!&lt;br /&gt;Todo mundo vai morrer&lt;br /&gt;Presidente, general ou rei&lt;br /&gt;Anglo-saxão ou muçulmano&lt;br /&gt;Todo e qualquer ser humano...Saiba!&lt;br /&gt;Todo mundo teve pai&lt;br /&gt;Quem já foi e quem ainda vai&lt;br /&gt;Lao-Tsé, Moisés, Ramsés, Pelé&lt;br /&gt;Gandhi, Mike Tyson, Salomé...Saiba!&lt;br /&gt;Todo mundo teve mãe&lt;br /&gt;Índios, africanos e alemães&lt;br /&gt;Nero, Che Guevara, Pinochet&lt;br /&gt;E também eu e você&lt;br /&gt;E também eu e você&lt;br /&gt;   E também eu e você...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2946747083495666658-4865878120758805037?l=ocnimodelos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/feeds/4865878120758805037/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2011/03/tema-conviva-com-diferenca-diga-nao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/4865878120758805037'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/4865878120758805037'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2011/03/tema-conviva-com-diferenca-diga-nao.html' title='Tema: &lt;strong&gt;Conviva com a diferença! Diga não à discriminação!&lt;/strong&gt;'/><author><name>luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14941412506913599313</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-0hCkvvCLqHQ/TZTWrw8E1dI/AAAAAAAAACg/jDb21GKQVX0/s220/Imagem1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2946747083495666658.post-5224153836172640963</id><published>2011-02-14T15:38:00.000-08:00</published><updated>2011-02-14T15:43:48.261-08:00</updated><title type='text'>SEMCTUR Fevereiro/2011</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Tema: Conviva com a diferença! Diga não à discriminação!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;1ª Oficina: Somos iguais!  Somos diferentes! Somos gente!&lt;br /&gt;Para crianças de 6 a 8 anos - páginas 11 a 17&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Introdução:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Esta oficina pretende propiciar a descoberta e o reconhecimento da diversidade entre os seres humanos, desenvolvendo uma “admiração” pelas possibilidades de tantos “jeitos de ser”. Privilegia a diversidade relacionada mais diretamente às características físicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Objetivos:&lt;br /&gt;• Identificar as próprias características físicas e as dos colegas de turma, estabelecendo relações de semelhança e diferença;&lt;br /&gt;• Reconhecer a diversidade física entre os/as colegas de classe, valorizando-a positivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ATIVIDADES MATERIAIS&lt;br /&gt;1º dia: &lt;br /&gt;• Mãos - olhe bem como elas são!  &lt;br /&gt;• Pés – olhe bem como eles são!  &lt;br /&gt;• Onde está meu par?&lt;br /&gt;• Jogo dos sapatos no saco&lt;br /&gt; • Sacos de batatas ou sacos de lixo.&lt;br /&gt;2º Dia:&lt;br /&gt;• Gráfico dos Tamanhos&lt;br /&gt;• Dinâmica das Medidas &lt;br /&gt;• Mão Condutora  • Rolo de Cordão de duas cores para os gráficos.&lt;br /&gt;3º Dia:&lt;br /&gt;• Dentro e fora – onde é o meu lugar?&lt;br /&gt;• Música – boneco/a de lata&lt;br /&gt;• Confecção do boneco &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; • Desenhe círculos com giz ou com água no chão. &lt;br /&gt;• Folha de papel grande, para desenhar silhuetas dos alunos em tamanho natural, uma por grupo.&lt;br /&gt;• Lápis comum, de cor ou giz de cera para os alunos desenharem a silhueta do colega.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4º Dia: &lt;br /&gt;• Boneco/a Coletivo/a &lt;br /&gt;• História coletiva&lt;br /&gt;• Música “É tão lindo” • Sucata, lã, papéis coloridos, retalhos de tecidos, fitas, botões, etc.&lt;br /&gt;• CD com a música: É tão lindo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Orientações para estagiário/a:&lt;br /&gt;• Estimule as crianças para primeiro observarem suas características físicas e depois as dos colegas.&lt;br /&gt;• Observe as situações de discriminação que possam surgir durante as atividades, procurando desconstruir os preconceitos. &lt;br /&gt;• Esta oficina possibilita exploração dos conteúdos nas demais áreas da educação básica.  Observa questões como: pequeno, grande, maior, menor, igual, comparação de atributos e reconhecimento de diferenças: mais e menos, curto e comprido, claro e escuro, dentro e fora. &lt;br /&gt;• Durante a oficina a criança elabora sínteses da aprendizagem.&lt;br /&gt;Desenvolvimento das Atividades:&lt;br /&gt;1º Dia: Mãos e Pés – olhe bem como eles são!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atividade 1: Mãos – olhe bem como elas são!  &lt;br /&gt;O Ideal é realizar esta atividade em um espaço livre de cadeiras. Pedir às crianças que procurem um par que tenha a mão do mesmo tamanho da sua. Estimular para que meçam com cuidado, juntando dedinho com dedinho. Quando encontrarem o par mais indicado devem desenhar em uma folha de papel, o contorno da mão direita de uma e da mão esquerda da outra. Se perceber que as crianças apresentam dificuldades em discernir a direita e a esquerda, peça somente que desenhe uma das mãos, colocando o próprio nome no desenho de sua mão. Fazer uma rodinha para conversar sobre o que aconteceu:&lt;br /&gt;• Foi fácil achar um colega que tem a mão do mesmo tamanho que a sua?&lt;br /&gt;• A mão do/a coleguinha é igualzinha a sua? O que tem de igual? O que tem de diferente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atividade 2: Pés – olhe bem como eles são!  &lt;br /&gt;Realizar a mesma tarefa, agora procurando um colega com o pé do mesmo tamanho. Recomenda-se que as crianças estejam descalças. Depois de encontrar a dupla apropriada, as crianças devem desenhar os pés e; como foi feito na atividade anterior, escrever o próprio nome no desenho de seu pé.&lt;br /&gt;Na rodinha, conversar sobre as diferenças dos pés, estimulando a observação e a valorizarão da variedade.&lt;br /&gt;• O pé do seu par é igualzinho ao seu pé?&lt;br /&gt;• Em que é igual? Em que é diferente?&lt;br /&gt;• Tem pé largo, tem pé gordo, tem pé chato, tem pé magro?&lt;br /&gt;• O coleguinha que tem o pé do tamanho do seu é o mesmo que tem a mão do tamanho da sua?&lt;br /&gt;• Quem tem mão grande também tem pé grande?&lt;br /&gt;• Tem gente pequena com a mão grande e gente grande com o pé pequeno?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chamar a atenção das crianças que trocaram de par (considerando pés e mãos), levando-as a perceberem que se parecem com os colegas em alguns aspectos e diferem em outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concluir a atividade organizando um painel com os pés e as mãos da turma, favorecendo que apreciem as diferentes formas existentes, valorizando-as positivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atividade 3: Onde está meu par?&lt;br /&gt;Cada criança recebe no início da atividade um número escrito num pedaço de papel e deverá guardá-lo consigo. Receberá também um balão de aniversário. O Estagiário irá explicar a brincadeira. Cada criança deverá dobrar o papel com o número que recebeu e guardá-lo dentro da bola. Em seguida deve encher a bola com o número dentro. As crianças serão estimuladas a soltarem suas bolas no ar. Em seguida os participantes deverão procurar a pessoa que tem uma bola com o número igual ao seu. Para isto precisarão estourar as bolas. Deixar fluir a procura por poucos minutos, dependendo do número de participantes. Ao final, como ninguém encontrou o seu par, explicar que não há par igual, já que somos diferentes uns dos outros. E indagar se elas haviam percebido que os números eram diferentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atividade 4: Jogo dos sapatos no saco &lt;br /&gt;O estagiário fará de maneira organizada uma roda com as crianças. As crianças irão tirar os sapatos e colocá-los no centro da roda. Dois alunos-voluntários serão convidados a colocar os sapatos dentro de um saco de forma desordenada, e sacudir o saco, para que fiquem todos os sapatos bem misturados. Ao sinal de comando do estagiário (pode ser: um apito, uma palma, um gesto) as crianças deverão procurar dentro do saco um sapato do tamanho do próprio pé, ou mais próximo disso. É importante que o estagiário ressalte que não vale as crianças acharem o próprio sapato. Seria importante que ao final da atividade fossem feitas algumas reflexões:&lt;br /&gt;• Quem conseguiu achar um calçado que coubesse no pé?&lt;br /&gt;• Baseado nisto pensar se há mais pés parecidos ou mais pés diferentes?&lt;br /&gt;• O fato de o pé ser do mesmo tamanho significa que o pé é exatamente igual ao pé da criança que é dona do sapato?&lt;br /&gt;2º Dia: Grande, pequeno, médio - cada qual tem um tamanho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atividade 1: Gráfico dos Tamanhos&lt;br /&gt;Organizar um gráfico de colunas com as alturas das crianças da turma, usando cordões (ou outro material apropriado) de duas cores: uma para os meninos e outra para as meninas. Medir cada criança com auxilio de uma fita métrica que apoiada na cabeça, deverá fazer um ângulo reto com a parede. Cada criança receberá um pedaço do cordão do seu tamanho, para compor o gráfico. Organizar uma fila por altura e convidar as crianças a colarem sua tira no gráfico. O gráfico deve estar desenhado em folha de papel suficientemente grande para conter a maior altura e a totalidade das crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Decidir com as crianças o título para o gráfico e não se esquecer de criar a legenda. Colocar o gráfico em um lugar bem visível da sala.  Esta atividade poderá ser amplamente explorada:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Quantos meninos? Quantas meninas?&lt;br /&gt;• Quem são os maiores: os meninos ou as meninas?&lt;br /&gt;• Quantos são pequenos? Quantos são médios? Quantos são grandes?&lt;br /&gt;• Quais as vantagens e desvantagens de ser grande? E de ser pequeno? &lt;br /&gt;• Quem gosta de ter a altura que tem? Quem  não gosta? Por quê?&lt;br /&gt;Explorar as questões que surgirem valorizando sempre a diversidade e o direito de todas as pessoas serem tratadas com respeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atividade 2: Dinâmica das Medidas &lt;br /&gt;O Estagiário deverá propor que as crianças formem duplas. Em seguida ele distribui um pedaço grande de barbante para cada uma das crianças (um pedaço com uns 80 centímetros mais ou menos). Cada criança deverá medir a cintura da sua dupla com o barbante, pedindo que o estagiário corte no tamanho certo. De posse do barbante e ao comando do estagiário, cada criança deverá procurar com os demais colegas de turma, quem na turma tem uma cintura igual ao da sua dupla. &lt;br /&gt;Num segundo momento desta mesma atividade, o estagiário deverá misturar todos os pedaços de barbante e colocá-los no centro de uma roda. Cada criança deverá procurar o pedaço de barbante que corresponda à medida da cintura da sua dupla. Para isto cada criança pega um pedaço de barbante e mede na cintura do colega. Se não corresponder à cintura da sua dupla, deverá recolocar o pedaço de barbante no centro da roda e pegar outro pedaço até achar a medida certa. Esta atividade propiciará que a criança faça observações físicas relativas ao seu próprio corpo e a dos colegas de turma.&lt;br /&gt;Atividade 3: Mão Condutora &lt;br /&gt;Nesta brincadeira o estagiário irá sortear uma criança que conduzirá todo o restante do grupo com a sua mão. Esta criança deverá percorrer o espaço físico das oficinas (sala de aula, pátio ou quadra) fazendo variações com a sua mão: para o alto, para baixo, para os lados, para frente e trás. As demais crianças deverão seguir as variações da criança que representa a mão condutora. Depois de um tempo outra criança deverá ser convidada a conduzir a brincadeira, de forma que todas as crianças passem pela experiência. Ao final o estagiário poderá levantar algumas questões com as crianças:&lt;br /&gt;• Qual foi o condutor mais engraçado?&lt;br /&gt;• Todos conduziram das mesmas maneiras?&lt;br /&gt;• Quais foram às pessoas que conduziram de maneiras parecidas?&lt;br /&gt;• Qual o movimento da mão mais diferente que você executou durante a brincadeira? &lt;br /&gt;3º Dia: Dentro, fora – onde é o meu lugar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atividade 1: Dentro e fora&lt;br /&gt;O estagiário desenha dois grandes círculos, sendo um dentro do outro, no chão. Convida as crianças para sentarem-se. As crianças sentadas no circulo maior devem  olhar para fora e as do circulo menor devem olhar para dentro, de modo que fiquem frente a frente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando estagiário bater palmas, as crianças devem ir para o lugar determinado, segundo as características apresentadas. Sugerimos:&lt;br /&gt;• Olho claro- dentro / olho escuro- fora&lt;br /&gt;• Cabelo claro-dentro / cabelo escuro-fora&lt;br /&gt;• Cabelo curto-dentro / cabelo comprido-fora&lt;br /&gt;• Cabelo liso-dentro / cabelo ondulado-fora&lt;br /&gt;• Alto dentro / baixo-fora&lt;br /&gt;• Gordo-dentro / magro-fora&lt;br /&gt;• Negro-dentro / branco-fora&lt;br /&gt;• Com óculos - dentro / Sem óculos – fora&lt;br /&gt;• Quem usa calça comprida – dentro / Quem usa saia ou vestido – fora&lt;br /&gt;• Outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cada agrupamento por características, as crianças devem se olhar e discutir se todas estão no círculo certo. A professora observa como as crianças se identificam e como são identificadas pelos outros e se surgem sinais de discriminação, pelas características físicas. É importante reforçar que cada pessoa tem seu jeito e que os diferentes jeitos dão coloridos e alegria à vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabalhar o conceito de inclusão na medida em que cada criança pode pertencer simultaneamente a vários grupos, exemplo: o de cabelo curto, o do olho claro, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atividade 2: Música - Boneca de Lata&lt;br /&gt;O estagiário deverá fazer uma grande roda com a turma, e cantar a música fazendo variações corporais de acordo com a letra. As crianças aos poucos irão perceber que cada uma delas terá uma percepção diferente em movimentar: a cabeça, o ombro, e outras partes do corpo. Isto se dará pelo simples fato de mesmo estando todas elas brincando com a mesma música, cada criança é um ser único. Segue a letra da música:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Minha boneca de lata&lt;br /&gt;bateu a cabeça no chão...&lt;br /&gt;levou quase uma hora&lt;br /&gt;pra fazer a arrumação&lt;br /&gt;Desamassa aqui, pra ficar boa...&lt;br /&gt;Minha boneca de lata&lt;br /&gt;bateu o ombro no chão...&lt;br /&gt;Levou mais de duas horas&lt;br /&gt;pra fazer a arrumação&lt;br /&gt;Desamassa aqui, desamassa ali,&lt;br /&gt;Desamassa aqui, desamassa ali pra ficar boa...&lt;br /&gt;Minha boneca de lata bateu o outro ombro no chão...&lt;br /&gt;levou mais de três horas&lt;br /&gt;pra fazer a arrumação&lt;br /&gt;Desamassa aqui, desamassa ali&lt;br /&gt;Desamassa aqui, desamassa ali pra ficar boa..&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Atividade 3: Confecção do boneco&lt;br /&gt;Organize as crianças em duplas. Depois de formadas as duplas, uma criança será o modelo vivo e a outra, a desenhista. O modelo deitará sobre uma folha de papel pardo ou um  outro tipo de papel que a escola dispuser. O desenhista fará o contorno do corpo do modelo. Quando terminar o contorno, as duas crianças recortam o desenho. Em seguida, pintam a roupa  e adereços que o modelo estiver  usando, tornando o boneco o mais parecido possível com a criança-modelo. A criança desenhista coloca  o boneco em seu corpo e brinca com ele, repetindo todos os movimentos que a criança-modelo fizer.&lt;br /&gt;4º dia - Cada um tem o seu jeito – muitos jeitos fazem um&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atividade 1: Boneco coletivo&lt;br /&gt;Organize grupos de quatro ou cinco crianças. Cada grupo escolhe uma criança para servir de modelo e contorna o seu corpo, em uma folha de papel grande. As silhuetas em tamanho natural representarão figuras de menino e de menina. As crianças devem decidir em conjunto às características que o boneco terá (cor de olho e cabelo, tipo de cabelo, cor da pele, etc). E, ainda, como será a roupa (pode ser feita com desenho e/ou recorte e colagem). Incentivar que lembrem as características trabalhadas nas atividades anteriores, procurando representar a maior diversidade possível. O estagiário deverá sugerir a utilização de diversos tipos de materiais, tais como: lã, garrafas pets, barbantes, tampinhas de refrigerante, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante nesta atividade observar o processo de decisão das crianças em relação às características selecionadas para compor a figura. Que características as crianças escolheram? Que características elas rejeitaram? As escolhas expressam preconceitos e discriminação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com as figuras colocadas em lugar de destaque na sala, as crianças, em conjunto, avaliam as produções, indicando o que mais gostaram e o que menos gostaram nas figuras que criaram. Explorar a diversidade de características que aparecerem, reforçando a valorização das diferenças entre as pessoas. Refletir sobre como seria monótono se todos fossem iguais. Sugerir que observem a natureza e perguntar: será que existem duas folhas, duas árvores, duas frutas, dois cachorros, dois gatinhos exatamente iguais? Será que gostaríamos que tudo fosse da mesma cor ou do mesmo jeito? Concluir a conversa enfatizando que toda pessoa, independente do seu “jeito”, tem o direito de ser tratada com respeito e de ser feliz.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Atividade 2: História coletiva &lt;br /&gt;Construa com cada grupo, uma história coletiva, utilizando como personagens da história os bonecos confeccionados pelas crianças.&lt;br /&gt;Atividade 3: Música “ É tão lindo”, do  Balão Mágico.”Finalize este dia cantando com as crianças esta música. Ouvir acesse http://www.vagalume.com.br/a-turma-do-balao-magico/e-tao-lindo.html&lt;br /&gt;É Tão Lindo com a Turma Do Balão Mágico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Se  tem bigodes de foca&lt;br /&gt;Nariz de tamanduá&lt;br /&gt;Parece meio estranho, hein?&lt;br /&gt;Também um bico de pato&lt;br /&gt;E um jeitão de sabiá&lt;br /&gt;Mas se é amigo&lt;br /&gt;Não precisa mudar&lt;br /&gt;E é tão lindo&lt;br /&gt;Deixa assim como está&lt;br /&gt;E eu adoro, adoro&lt;br /&gt;Difícil é a gente explicar&lt;br /&gt;Que é tão lindo!&lt;br /&gt;Se tem bigodes de foca&lt;br /&gt;Nariz de tamanduá &lt;br /&gt;E orelhas de camelo, né tio!p&lt;br /&gt;Mas se é amigo de fato&lt;br /&gt;A gente deixa como ele está&lt;br /&gt;É tão lindo, não precisa mudar&lt;br /&gt;É tão lindo é tão bom de se gostar&lt;br /&gt;E eu adoro&lt;br /&gt;É claro&lt;br /&gt;Bom mesmo é a gente encontrar&lt;br /&gt;Um bom amigo&lt;br /&gt;São os sonhos verdadeiros&lt;br /&gt;Quando existe amor&lt;br /&gt;Somos grandes companheiros&lt;br /&gt;Os três mosqueteiros&lt;br /&gt;Como eu vi no filme&lt;br /&gt;É tão lindo, não precisa mudar&lt;br /&gt;É tão lindo deixa assim  está&lt;br /&gt;E eu adoro e agora&lt;br /&gt;Eu quero poder lhe falar&lt;br /&gt;Dessa amizade que nasceu&lt;br /&gt;Você e eu&lt;br /&gt;Nós e vocêVocês e eu&lt;br /&gt;E é tão lindo!&lt;br /&gt;- Tio- Hein?&lt;br /&gt;- É legal ter um amigo, é?&lt;br /&gt;- É maravilhoso&lt;br /&gt;Mesmo que ele tenha&lt;br /&gt;Bigodes de foca e até um nariz de -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2946747083495666658-5224153836172640963?l=ocnimodelos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/feeds/5224153836172640963/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2011/02/semctur-fevereiro2011.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/5224153836172640963'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/5224153836172640963'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2011/02/semctur-fevereiro2011.html' title='SEMCTUR Fevereiro/2011'/><author><name>luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14941412506913599313</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-0hCkvvCLqHQ/TZTWrw8E1dI/AAAAAAAAACg/jDb21GKQVX0/s220/Imagem1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2946747083495666658.post-6241031824920847048</id><published>2010-11-10T06:34:00.000-08:00</published><updated>2010-11-10T06:36:20.396-08:00</updated><title type='text'>O Natal dos 3 Eres e as Histórias do Menino Jesus</title><content type='html'>O Natal dos 3 Eres e as Histórias do Menino Jesus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;História do Nascimento de Jesus&lt;br /&gt;Baseada nos Evangelhos da Bíblia e adaptada por Sandra Monica Silva e Josédina Ribeiro - SEMCTUR. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu me chamo Maria. Sou uma jovem mulher e casei com um homem chamado José, que trabalha como carpinteiro. Nós moramos na Palestina. Um dia desses, eu estava varrendo o quintal de minha casa quando de repente um anjo apareceu. Fiquei assustada, mas o anjo me falou com voz doce:&lt;br /&gt;  - Não tenha medo, Maria.  Você dará a luz um nenê e ele será chamado Filho de Deus. &lt;br /&gt;Eu fiquei muito alegre em saber que teria um nenê e que a minha prima Isabel também seria mãe. Quando ouvi a notícia do anjo corri para a casa de Isabel e contei tudo a ela. Isabel muito alegre me falou:&lt;br /&gt;- Bendita é você entre as mulheres! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquela época, o imperador romano, Cesar Augusto, convocou todas as pessoas para retornarem a sua cidade natal para serem contadas no Censo.  José, meu marido e eu fomos para  Belém, cidade onde nascemos. Retornamos para lá. Eu estava com a barriga muito grande, pois o meu nenê já ia nascer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando chegamos a Belém, por causa do Censo, a cidade estava cheia de gente e todos os quartos nas pensões estavam ocupados. Tivermos que ficar numa estrebaria, local onde dormiam as vacas, bois, ovelhas, carneiros, galos e galinhas. Naquela noite nosso nenê nasceu e nós o enrolamos numa manta e o deitamos numa manjedoura, que era o lugar onde os animais comiam. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta mesma noite alguns pastores nos visitaram e falaram que, perto dali, enquanto cuidavam das ovelhas, um anjo brilhante apareceu e eles ficaram apavorados. O anjo os acalmou e disse: &lt;br /&gt;- Não tenham medo porque eu trago novas de grande alegria! Hoje nasceu, em Belém, o Salvador, que é  Cristo o Senhor!&lt;br /&gt;Imediatamente, milhares de  anjos apareceram dizendo:&lt;br /&gt;  - Gloria a Deus nas maiores alturas e paz na terra! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dias depois, três Reis Magos, vindos do Oriente, trouxeram presentes para o nosso filho: ouro, incenso e mirra. Eles disseram que seguiram uma estrela muito brilhante que indicava onde estaria o nenê. Também nos avisaram que fugíssemos dali, porque o Rei Herodes, sabendo do nascimento de outro Rei que governaria a Palestina e todo o resto do mundo, ficou com muita raiva e poderia fazer alguma maldade conosco.  Este Rei seria o nosso filhinho, que chamamos de Jesus.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A História da Aranha e a Sagrada Família&lt;br /&gt;Baseada na história de Câmara Cascudo e adaptada por Sandra Monica Silva e Josédina Ribeiro - SEMCTUR. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Obs.: antes de contar esta segunda história, faça o jogo do “Lembra” sobre a história com as crianças. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No seu palácio o governador da Palestina, Herodes,  contorcia-se de raiva e de ciúmes. Ouvira pelos Reis Magos que em Belém nascera outro Rei. Como agüentar essa afronta? O único rei da Palestina era ele. Tinha de acabar com esse intruso... &lt;br /&gt;Chamou seus oficiais e transmitiu-lhes a ordem cruel: matar todas as crianças! Os soldados de Herodes não tiveram compaixão por ninguém e invadiram as casas e mataram todos os bebês que encontraram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com muito medo,  José e Maria enrolaram o nenê em um cobertor e fugiram para o Egito. No caminho, eles estavam sendo perseguidos pelos soldados que procuravam as crianças para matar. Correndo apavorados, pegaram um atalho e chegaram até o meio do mato. Desesperados, resolveram fazer uma oração a Deus da seguinte maneira: &lt;br /&gt;"- Deus Todo Poderoso, faça com que dois anjos venham do céu e tapem a entrada da trilha para que os soldados não nos peguem!!!" &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Percebendo que os soldados se aproximavam da caverna  onde eles estavam escondidos, Maria e José, viram que na entrada, apareceu uma aranha que começava a tecer sua teia.&lt;br /&gt;José, cada vez mais angustiado, resolveu fazer outra oração:&lt;br /&gt;"- Senhor, eu te pedi anjos, não uma aranha! Senhor, por favor, com sua mão poderosa, coloque um muro forte na entrada desta caverna, para que os soldados não consigam entrar e matar nosso filhinho..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José, então, abriu os olhos esperando ver um grande muro tapando a entrada. Mas, viu apenas a aranha tecendo a teia. Quando os soldados entraram na trilha, perto da caverna onde José e Maria estavam escondidos em silêncio, escutaram um dos soldados falar:&lt;br /&gt;" - Vamos entrar nesta caverna!” Mas, um outro soldado disse:&lt;br /&gt;- "Não, não vá por aí, você não está vendo que tem até teia de aranha? Nada entrou por aqui, com certeza! Vamos continuar procurando nas próximas trilhas..." &lt;br /&gt;E assim, José, Maria e Jesus foram salvos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Presente da Aranha - um pequeno animal oferece uma grande lição: gastar as próprias energias para defender e promover a vida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2946747083495666658-6241031824920847048?l=ocnimodelos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/feeds/6241031824920847048/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2010/11/o-natal-dos-3-eres-e-as-historias-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/6241031824920847048'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/6241031824920847048'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2010/11/o-natal-dos-3-eres-e-as-historias-do.html' title='O Natal dos 3 Eres e as Histórias do Menino Jesus'/><author><name>luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14941412506913599313</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-0hCkvvCLqHQ/TZTWrw8E1dI/AAAAAAAAACg/jDb21GKQVX0/s220/Imagem1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2946747083495666658.post-3314244045216234814</id><published>2010-10-21T10:08:00.000-07:00</published><updated>2010-10-21T10:09:51.214-07:00</updated><title type='text'>UMA HISTÓRIA COM MIL MACACOS</title><content type='html'>Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Nova Iguaçu&lt;br /&gt;Oficinas Culturais – Setembro e outubro de 2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;UMA HISTÓRIA COM MIL MACACOS&lt;br /&gt;De Ruth Rocha   -  Setembro de 2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1ª PARTE DA HISTÓRIA &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá na minha terra morava um grande cientista: o Doutor Eduardo Quaresma. Ele estava estudando a personalidade de diversos animais. Para isso, ele precisava observar os animais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então um dia o Doutor precisou arranjar alguns macacos, para observar o comportamento deles. Na minha cidade não tem Jardim Zoológico. E mesmo que tivesse, eu acho que os zoológicos não andam emprestando bichos sem mais nem menos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, o Dr. Quaresma mandou um telegrama para o amigo dele, lá na Amazônia. Um tal de Jeremias não sei do quê. O telegrama era assim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“PRECISO DE MACACOS PARA MEUS ESTUDOS. MANDE 1 OU 2 MACACOS. ABRAÇOS.&lt;br /&gt;QUERESMA”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Zeca é o nosso telegrafista. Ele é meio desligado, distraído... Mas mandou o telegrama e o Doutor  Quaresma ficou esperando o resultado. Um dia chegou pelo trem das duas  uma porção de caixas endereçadas ao Doutor. O Doutor ficou espantado, porque nas caixas vinham uns 10 ou 12 macacos. &lt;br /&gt;- Ora essa, que exagero do Jeremias! - Pensou o Doutor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas também ficou satisfeito porque podia começar seus estudos. Acomodou os macacos como pode no quintal, onde havia muitas árvores, para espanto das galinhas do galinheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia seguinte, pelo trem das duas, chegou mais um carregamento para o Doutor com mais 10 ou 12 macacos. Quando a encomenda chegou, o Doutor apavorou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- SERÁ QUE JEREMIAS FICOU MALUCO? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas guardou os macacos e prosseguiu nos seus estudos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que no dia seguinte, no dia seguinte ao dia seguinte, e nos dias que se seguiram ao dia seguinte...  Todos os dias, pontualmente, pelo trem das duas, chegava um novo carregamento de macacos. O Doutor começou a ficar desesperado! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- QUE SERÁ QUE DEU NO JEREMIAS?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E resolveu falar com o Zeca e verificar o telegrama que ele tinha mandado. E caiu das nuvens quando o Zeca mostrou o texto do telegrama a ele. É isso, seu Doutor, mandei o telegrama direitinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TELEGRAMA:&lt;br /&gt;DESTINATÁRIO:&lt;br /&gt;JEREMIAS DA SILVA PT&lt;br /&gt;AMAZONIA PT&lt;br /&gt;PRECISO MACACOS PARA MEUS ESTUDOS PT MANDE 1 0 2 MACACOS PT ABRAÇOS PT &lt;br /&gt;REMETENTE: EDUARDO QUARESMA PT&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em vez de 1 ou 2, o Zeca escreveu: 1 0 2 macacos – cento e dois macacos!&lt;br /&gt;O caso era grave! No quintal do doutor Quaresma já havia uma verdadeira macacada! Os meninos passaram pela casa do Doutor e apontavam: É ali que mora o doutor dos macacos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O preço da banana, na cidade, ficou caríssimo, porque o Doutor comprava tudo que era banana para alimentar a macacada.  FINAL DA 1ª PARTE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2ª PARTE DA HISTÓRIA (conte a 2ª parte da história noutro dia de atividade cultural. Antes de contar a 2ª parte, relembre a 1ª parte da história com as crianças).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O Doutor resolveu passar outro telegrama urgente para Jeremias. Foi ao Correio falar com Zeca.&lt;br /&gt;- Seu Zeca, preste bem atenção! Vamos mandar um telegrama ao meu amigo dos macacos. Escreva aí: “PARE DE MANDAR MACACOS”. Mas o Zeca era teimoso e disse:&lt;br /&gt;- Não é melhor explicar bem? Que a cidade é pequena, a macacada é grande...&lt;br /&gt;- Não, não! – o Doutor insistiu.&lt;br /&gt;- Escreva como eu disse: “PARE DE MANDAR MACACOS”.&lt;br /&gt;- Mas, Seu Quaresma, não é melhor explicar direitinho, que é para entender.&lt;br /&gt;- NÃO! PARE DE MANDAR MACACOS! Fica muito bem explicado.&lt;br /&gt;O Zeca tomou nota e enviou o telegrama:&lt;br /&gt;“NÃO PARE DE MANDAR MACACOS”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ai é que os macacos não paravam de chegar nunca mais... Todos os dias, pelo trem das duas, chegava um novo carregamento. O Doutor já tinha tentado soltar alguns no mato, mas eles voltavam para a cidade e faziam as maiores loucuras. Já tinha dado macaco  a tudo que era amigo, mas as mulheres dos amigos nem falavam mais com ele. E o Doutor voltou mais uma vez ao correio para falar com o Zeca e pediu para ler o texto do telegrama que era assim: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TELEGRAMA:&lt;br /&gt;DESTINATÁRIO:&lt;br /&gt;JEREMIAS DA SILVA PT&lt;br /&gt;AMAZONIA PT&lt;br /&gt;“NÃO PARE DE MANDAR MACACOS”. &lt;br /&gt;PT ABRAÇOS PT &lt;br /&gt;REMETENTE: EDUARDO QUARESMA PT&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu nem vou contar a vocês o que o Doutor disse pro Zeca... &lt;br /&gt;No dia seguinte, quando o trem das duas chegou com mais um carregamento de macacos...&lt;br /&gt;Enquanto os empregados estavam na estação e tiravam os macacos por um lado do trem, o Doutor Quaresma embarcava pelo outro, nunca mais ninguém da minha cidade ouviu falar do Doutor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E os macacos? Bem, quando o Doutor fugiu da cidade, deixou uma carta, com cópia para todo mundo. A carta dizia assim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“EU VOU EMBORA DESTA CIDADE, MAS DEIXO TODOS OS MEUS BENS PARA O MEU QUERIDO AMIGO ZECA TELEGRAFISTA. EDUARDO QUARESMA”&lt;br /&gt;E assim o Zeca recebeu de presente os bens do Doutor: a macacada toda. E até hoje o Zeca é babá de macaco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atividades relacionadas ao Encontro de Formação da História do Doutor Quaresma e os Macacos – Encontros nos dias 27 de setembro e 04 de outubro de 2010.&lt;br /&gt;Agradecemos a participação criativa de todos/as estagiários da cultura. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas atividades estão organizadas em três blocos: Palavra, Corpo e Território (bairro). Sugerimos que você utilize atividades dos três blocos com as crianças. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 -  ATIVIDADES COM O CORPO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.1 Brincar de Mímica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Realize imitações com as crianças de acordo com os gestos dos animais da história e outros utilizando: o corpo,  sons e movimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Variações:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; As crianças deverão imitar o movimento dos macacos. O estagiário faz várias perguntas e para cada uma delas as crianças fazem uma mímica da resposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Em círculo, cada criança faz um gesto, a segunda criança faz outro gesto e repete o anterior e assim sucessivamente. Sai da roda aquela criança que erra a seqüência dos gestos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Cada criança do grupo deverá tirar um papelzinho e terá que imitar o personagem que sorteou para que outros membros do grupo adivinhem. Quem não conseguir fazer uma imitação que o grupo não consiga descobrir, terá que pagar uma Prenda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Coloque ou cantem a música da Xuxa “Imitando o Macaco” e peça às crianças que imitem o macaco dormindo, dançando, comendo, fazendo careta, cantando com grunhidos, outros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Em círculo, peça às crianças que dancem como se fossem macacos. Para isso você deverá utilizar diversos ritmos diferentes (forró, rock, música lenta, funk, outros).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.2 Brincando de Roda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Em círculo, com as crianças em pares, uma dentro da roda e outra fora, canta-se a música: &lt;br /&gt;“Olha o macaco na roda (três vezes)&lt;br /&gt;E... quer sair&lt;br /&gt;E ele quer sair  1...&lt;br /&gt;E ele quer sair  2...&lt;br /&gt;E ele quer sair  3”  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Quando cantam “3”, todas as crianças soltam as mãos e correm na maior bagunça,  procurando um novo par. Uma das pessoas do grupo vai sobrar e quando refazem a roda, quem sobrou fica no meio). Cantam a música e a brincadeira recomeça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.3 - Brincadeira do Pego Macaco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O estagiário é o doutor Quaresma. As crianças são os macacos bagunceiros.&lt;br /&gt;Uma vez que o doutor consegue capturar o primeiro macaco, o mesmo passa a ser o doutor e assim sucessivamente. Até que todos os macacos(as crianças) sejam o doutor Quaresma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Variações:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Realize a brincadeira do macaco com apenas um doutor;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A caça com uns quatro doutores. Desta forma a brincadeira se tornaria mais interessantes com o trabalho em equipe de cada grupo. Vence o grupo (doutor) que tive pegado a maior quantidade de macacos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Antes da brincadeira o estagiário poderia auxiliar na confecção de máscaras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.4 - Realização de Teatro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Depois de conta a história, faça um sorteio para a escolha das crianças para  representarem os personagens da historia como:  os macacos, o doutor e o Zeca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Variações:&lt;br /&gt; E cada grupo ficará responsável por encenar uma parte da história contada.&lt;br /&gt;Grupo 1 – Encenar o início da história&lt;br /&gt;Grupo 2 – Meio da história&lt;br /&gt;Grupo 3 – Fim da história &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; As crianças poderão escolhe o final da historia e apresentar na peça teatral. Essa atividade deverá ser dada antes de ser contado o final da história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.5 - Brincar de Queimada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Brinque de queimada e peça as crianças para se movimentarem como macacos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.6 -  Corrida do Macaco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Confeccionem máscaras de macaco  e banana, você e as crianças. Organize as crianças em duas filas (cada fila é um grupo), na linha de LARGADA. Coloque as bananas na linha de CHEGADA. Observe as distâncias entre as linhas de largada e  chegada.&lt;br /&gt;  Ao som do apito a criança da frente deve correr  e pegar uma banana e se dirigir ao final da fila até chegar novamente no primeiro. Ganha  o grupo que pegar mais bananas, sendo que o aluno só pode pegar uma banana de cada vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.7 - O Macaco Fugiu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Desenhe vários arbustos no chão em forma de círculo e um quadrado no meio. Coloque uma criança no quadrado e uma em cada arbusto. Ao sinal: “O macaco fugiu”, a criança deverá trocar de lugar; a que sobrar vai para o quadrado (que significa que o macaco foi preso).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.8 - Fugindo do Macaco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A turma escolhe uma criança para fazer o papel do macaco que ficará de olhos vendados. Os demais colegas imitarão o macaco (som e movimentos) e fugirão da criança que está de olhos vendados. Quando o macaco de olhos vendados pegar um colega, este que foi pego deverá imitar o som de um macaco e o macaco de olhos vendados, terá que descobrir o nome do colega que fez a imitação. Caso o macaco descubra, a criança pega será o novo macaco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.9 Macaquinhos nas Árvores&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Escolhem-se algumas crianças (preferencialmente as maiores) para serem as árvores. Estas crianças-árvores  ficarão com os braços abertos como a copa das árvores. Cada árvore comportará um determinado número de crianças, acerte este número antes da brincadeira. Escolha uma criança para ser o caçador, que derruba as árvores e prende os macacos. As demais crianças serão os macaquinhos. &lt;br /&gt;Quando o estagiário disser “já chegou o caçador”, o caçador sai em busca dos macacos, e os macacos se abrigam nas árvores, até o caçador ir embora. Quando o caçador sai de cena, os macacos voltam a brincar e uma das árvores será derrubada. Assim segue a brincadeira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.10 Estátua&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; As crianças deverão dançar uma música que fale sobre macaco. Ao apito ou sinal do  estagiário a música pára e as crianças ficarão imobilizadas. O estagiário deverá fazer gestos que façam as crianças se moverem ou rirem, ganha a criança que não rir e nem se movimentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.11 Cada Macaco no seu galho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Desenhe dez círculos no chão, cada circulo deverá ter uma criança. Uma criança ficará fora do círculo e deverá cantar a seguinte música: (música de “Aturei o Pau no gato”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Encontrei um macaquinho-nho-nho, &lt;br /&gt;Muito, muito to-to, bonitinho-nho-nho, &lt;br /&gt;O macaquinho-nho-nho, levadinho&lt;br /&gt;Ele subiu, ele subiu, no galinho e caiu, caiu.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao terminar de cantar à música as crianças deverão trocar de círculo e a criança que sobrar será o novo macaquinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.12 Cantando com as crianças&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Cante a música “Boneca de Lata e Cabeça, Joelho e Pé, realizando movimentos com o corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boneca de Lata&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Minha boneca de lata&lt;br /&gt;Bateu com a cabeça no chão&lt;br /&gt;Levou mais de uma hora&lt;br /&gt;Pra fazer a arrumação&lt;br /&gt;Desamassa aqui pra ficar boa&lt;br /&gt;Minha boneca de lata&lt;br /&gt;Bateu com o nariz lá no chão&lt;br /&gt;Levou mais de duas horas&lt;br /&gt;Pra fazer a arrumação&lt;br /&gt;Desamassa aqui&lt;br /&gt;Desamassa aqui&lt;br /&gt;Pra ficar boa...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cabeça, ombro, joelho e pé&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cabeça, ombro, joelho e pé&lt;br /&gt;Joelho e pé&lt;br /&gt;Cabeça, ombro, joelho e pé&lt;br /&gt;Joelho e pé&lt;br /&gt;Olhos, ouvidos, boca e nariz&lt;br /&gt;Cabeça, ombro, joelho e pé&lt;br /&gt;Joelho e pé&lt;br /&gt;Hum, ombro, joelho e pé&lt;br /&gt;Joelho e pé&lt;br /&gt;Hum, ombro, joelho e pé&lt;br /&gt;Joelho e pé&lt;br /&gt;Olhos, ouvidos, boca e nariz&lt;br /&gt;Hum, ombro, joelho e pé&lt;br /&gt;Joelho e pé&lt;br /&gt;Hum, hum, joelho e pé&lt;br /&gt;Joelho e pé&lt;br /&gt;Hum, hum, joelho e pé&lt;br /&gt;Joelho e pé&lt;br /&gt;Olhos, ouvidos, boca e nariz&lt;br /&gt;Hum, hum, joelho e pé&lt;br /&gt;Joelho e pé&lt;br /&gt;Hum, hum, hum e pé&lt;br /&gt;pé&lt;br /&gt;Hum, hum, hum e pé&lt;br /&gt;pé&lt;br /&gt;Olhos, ouvidos, boca e nariz&lt;br /&gt;Hum, hum, hum e pé&lt;br /&gt;Joelho e pé&lt;br /&gt;Hum, hum, hum e hum&lt;br /&gt;Joelho e pé&lt;br /&gt;Hum, hum, hum e hum&lt;br /&gt;Joelho e pé&lt;br /&gt;Olhos, ouvidos, boca e nariz&lt;br /&gt;Hum, hum, hum e hum &lt;br /&gt;Joelho e pé&lt;br /&gt;Hum, hum, hum e hum&lt;br /&gt;Hum e pé&lt;br /&gt;Hum, hum, hum e hum&lt;br /&gt;Hum e pé&lt;br /&gt;Olhos, ouvidos, boca e nariz&lt;br /&gt;Hum, hum, hum e hum &lt;br /&gt;Hum e pé&lt;br /&gt;Hum, hum, hum e hum&lt;br /&gt;Hum e hum&lt;br /&gt;Hum, hum, hum e hum&lt;br /&gt;Hum e hum&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.13 Pular Corda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; As crianças cantam e uma ou um grupo pula corda fazendo os movimentos que a música mandar. Para alegrar a brincadeira, sugira que esses movimentos deverão ser a imitação dos macacos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.14 Construindo as Partes do Macaco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Divida a turma em dois grupos onde será explicado como se forma o copo do macaco. Após a explicação escolha um membro de cada grupo. Coloque duas cartolinas  fixadas na parede (estas cartolinas podem estar coladas em papelão) . Peça para que as crianças desenhem um macaco e depois dividam em partes. Coloque estas partes no final da sala. Cada representante dos grupos, ao sinal do estagiário, deverá ir até o final da sala e trazer uma parte do corpo do macaco. Ganha o grupo que conseguir montar o macaco mais rápido e mais correto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Variações&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Peça para que cada criança monte seus próprios macacos, sendo de material descartável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.15 Brincar de Passarás&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Duas crianças se dão as mãos formando um túnel e cada uma escolhe o nome de uma fruta ou animal para ser a sua senha. As outras crianças formam uma corrente e passam por baixo do túnel feito pelas duas crianças. As duas crianças com a sua senha, por exemplo, banana ou uva, perguntam no ouvido (em segredo) da última criança da corrente que passa, “prendendo-a  dentro do túnel”.  Dependendo da fruta escolhida, a criança ficará atrás de uma das duas crianças do túnel. Ganha aquela criança do túnel que tiver mais criança atrás dela.&lt;br /&gt;       Passarás&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passarás, passarás&lt;br /&gt;Mas algum há de ficar&lt;br /&gt;se não for o da frente&lt;br /&gt;tem que ser o de trás&lt;br /&gt;O de trás, o de trás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - ATIVIDADES COM A PALAVRA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. 1  Brincar com as Palavras&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Escolha palavras da história e escreva-as em cartões e as espalhe pela sala ou quadra. Peça que as crianças encontrem as palavras solicitadas pelo estagiário. Ganha aquela criança ou grupo que conseguir juntar mais palavras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.2  Batata Quente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Em círculo, as crianças jogam aleatoriamente uma bola para outras crianças fazendo uma pergunta sobre a história. A criança deverá responder a pergunta e passar a bola. Caso responda errado terá que pagar uma prenda. Logo depois, continua-se o jogo com novas jogadas e perguntas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.3 Brincar de Caça Palavra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Desenhe e recorte as letras do alfabeto, colando-as em tampinhas de garrafas pet ou outra embalagem. Peça as crianças, individualmente ou em grupo, que formem palavras ou frases. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Variações:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Formem NOMES PRÓPRIOS (JEREMIAS, QUARESMA, AMAZONIA, JARDIM ZOOLOGICO, ZECA) que apareçam na história&lt;br /&gt; Formem outros nomes comuns  (BANANA, MACACO, TREM, GALINHA, CRIANÇA, PERSONALIDADE, HORAS, TELEGRAFO, outros). &lt;br /&gt; Numa “sacola de história” ou “caixa de história”, coloque recortes de vários pedacinhos da história contada. Coloque os pedacinhos na sacola ou na caixa, e peça para as crianças, individualmente ou em grupo, colocarem a história em ordem ou ainda darem nova ordem para a história. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.4 Brincar de Cruzadinha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Faça uma cruzadinha com palavras relacionadas com o texto e depois escolha duas palavras e forme frases. Ou ainda faça a cruzadinha com as palavras e ao lado represente-as com os respectivos desenhos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.5 Escrevam  um Telegrama ou uma Carta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Cada aluno deverá escrever um telegrama ou uma carta para alguém que se goste muito. Estes escritos podem ser com lápis e papel, ou ainda  com recortes de jornais ou revistas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Variações:&lt;br /&gt; Utilizando apenas desenhos as crianças deverão fazer uma “carta” endereçada a  alguém que se goste muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.6 O Final da história&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Pedir as crianças para que terminem cada parte da história. Ou ainda, que inventem outras histórias para o final das histórias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.7 Sorteando as Letras&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Faça um bingo com palavras que comecem com a letra M. Faça quatro tipos de cartelas com palavras que iniciem com esta mesma letra – M. Faça também letras soltas para serem sorteadas. Vence o aluno que primeiro completar a cartela. Você poderá confeccionar as cartelas com papelão ou caixa de sapato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.8 Dominó de Letras&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Monte com papelão, diversas letras ou silabas ou ainda desenhos. Ganha quem mais conseguir formar palavras ditas na história contada. Brinquem de dominó.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.9 Cantem com as palavras&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Diga em voz alta, uma palavra da história e as crianças deverão ter que cantar uma música que tenha esta mesma palavra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.10 Alfabeto Móvel&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Com o alfabeto móvel, pedir para que as crianças formem palavras que tenham relação com a história mediante as seguintes perguntas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do que os macacos se alimentam?&lt;br /&gt;Onde eles viviam na história?&lt;br /&gt;Como eles chegaram para o doutor?&lt;br /&gt;Quais os meios de transporte descritos na história?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.11 Brincando de Amarelinha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Brinquem de amarelinha escrevendo o nome dos personagens da história dentro dos quadrados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.12 Brincando com a Ortografia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Realize um jogo de adivinhação com palavras contidas na história. O estagiário apenas dará as dicas e as crianças terão que adivinhar. Cada criança deverá escrever individualmente sua resposta em uma folha. Será considerada vencedora, a criança que adivinhar o maior número possível de palavras. Quem acertar a palavra, mas errar a ortografia terá seus pontos descontados. Ou ainda, se as crianças ainda não sabem ler ou escrever, que representem as respostas com desenhos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.13 A Árvore da Palavra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Façam uma grande árvore numa grande folha de papel. Dê a cada aluno meia folha de ofício em branco e peça que cada uma crie um macaco. Na barriga do macaco a criança deverá escrever uma sílaba. Quando todos terminarem, as crianças, uma a uma, vão colocando os macaquinhos formando as palavras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.14 Telefone sem fio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Brinque de telefone sem fio com as palavras da história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.15 Jogo da Memória&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Brinque  com as crianças de jogo da memória, utilizando palavras ou figuras, ou ainda, uma terceira forma seria para cada figura, uma palavra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.16 Sanfona Macaco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Pegue um desenho de um macaco e recorte (divida) ao meio, em duas partes. Estas partes deverão ser iguais, depois de recortado pinte com tinta ou lápis de cor. Com papel colorido corte uma tira equivalente ao tamanho do recorte e dobre em tamanhos iguais, formando uma sanfona. Depois cole nas extremidades transformando em um brinquedo com movimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.17 Jogo da Rima&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Divida a turma em grupos de três ou quatro alunos. Depois os alunos deverão retirar frases do texto, onde inventarão outras frases que rimem. Deverá ser criada cinco frases, ao término se formará um poema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.17 Jogo de Forca&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Realize com as crianças a brincadeira da forca com o nome dos personagens da história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.18 Procurem as Palavras&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Coloque  o nome dos personagens em pequenos pedaços de cartolina ou folha de papel ofício. Peça às crianças que tirem um nome. O personagem que sair deverá ser imitado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.19 Adedonha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Brinque com as crianças de adedonha substituindo a música por uma de macaco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - ATIVIDADES COM O TERRITÓRIO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.1 O Macaco foi viajar e chegou na cidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Cada aluno deverá desenhar como seria a vida do macaco na cidade grande (sociedade urbana). O colega deverá adivinhar a história do outro através do desenho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.2 A Cidade dos Macacos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Cada criança, ou em grupo,  deverá criar um bairro para o macaco, escrevendo o nome da rua, da cidade e do estado. Deve desenhar como seria esse habitar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.3 Catação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Incentive a catação de alguns tipos de materiais específicos com a finalidade de serem utilizados para a confecção de máscaras com o rosto de macaco. &lt;br /&gt;Essas máscaras poderão ser utilizadas para realização de uma peça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Variações:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; As crianças deverão recolher objetos recicláveis nas ruas do bairro ou na própria escola e confeccionar personagens da história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.4 Caça Macacos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Use a escola como se fosse o quintal do doutor Quaresma. Desenhe com as crianças 102 macacos e os espalhem no quintal. Peça às crianças que procurem. Ganha a criança ou o grupo que conseguir juntar o maior número de macaquinhos.  Cada desenho pode ser colado numa embalagem ou garrafa PET, para ficar de pé. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.5 Animais do Bairro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Com os alunos,  liste os diversos animais encontrados no bairro. O animal que aparecer em maior número deverá ser confeccionado com materiais recicláveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.6 O local do Macaco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A partir da história, peça para que as crianças criarem um lugar que eles achem que os macacos deveriam viver. O lugar deverá ser confeccionado com papelão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.7 Mapas das Bananas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; As crianças deverão ser divididas em dois grupos. Cada grupo receberá um mapa e neste deverá conter algumas incógnitas e pegadinhas. As crianças só conseguirão chegar até as bananas se conseguirem decifrar as pegadinhas contidas no mapa. Ganha o grupo que conseguir chegar primeiro às bananas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.8 Desenhar a Floresta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Peça que cada criança crie uma parte da floresta, com desenhos ou pinturas. Depois cada uma recorta as partes da sua floresta. Em duas folhas de papel de embrulhos, vá  colocando com as crianças os desenhos desenvolvidos com elas formando o mundo dos macacos. Pontue depois com as crianças onde se localiza a escola, o mercado, o hospital e outras “organizações” dos macacos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.9 O Zoológico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Em um espaço grande, com as crianças monte um zoológico, onde cada criança deverá representar um animal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.10 Maquete da Cidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; As crianças deverão montar uma maquete do bairro ou da cidade onde moram. Baseados nessa maquete deverão montar uma história utilizando os personagens do Doutor Quaresma e os Mil Macacos. Cada história montada deverá ser contada para o restante da turma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.11 Pique Esconde&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Doutor Quaresma se esconde e os macacos, que deverão ser as crianças terão que procurá-lo. Sugerimos que cada macaco tenha uma cauda e se tenha que apanhá-los por ela. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.12 Formando uma história&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Espalhe pelas dependências da escola vários desenhos de macacos. Em cada um destes macacos deverá ter uma palavra. Depois que se acharem todos os macacos com suas palavras, os grupos deverão formar histórias.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2946747083495666658-3314244045216234814?l=ocnimodelos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/feeds/3314244045216234814/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2010/10/uma-historia-com-mil-macacos.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/3314244045216234814'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/3314244045216234814'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2010/10/uma-historia-com-mil-macacos.html' title='UMA HISTÓRIA COM MIL MACACOS'/><author><name>luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14941412506913599313</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-0hCkvvCLqHQ/TZTWrw8E1dI/AAAAAAAAACg/jDb21GKQVX0/s220/Imagem1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2946747083495666658.post-6659695500896741888</id><published>2010-08-25T11:48:00.000-07:00</published><updated>2010-08-25T11:55:02.853-07:00</updated><title type='text'>2ª OFICINA BIODIVERSIDADE</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Nova Iguaçu&lt;br /&gt;Oficinas Culturais Bairro-Escola - Julho e agosto de 2010&lt;br /&gt;2ª OFICINA – Semana de 16 a 27 de agosto de 2010.&lt;br /&gt;ATENÇÃO ESTAGIÁRIO:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;• Todas as semanas, preferencialmente as sextas feiras visite o blog: (www.culturaisni.blogspot.com).&lt;br /&gt;• A ausência do estagiário nos encontros de formação da cultura resulta em seu desligamento.&lt;br /&gt;• Caso a escola em que você está lotado não tenha iniciado o horário integral e a direção ou coordenação tenha orientado para não comparecer a escola, comunique imediatamente esta situação a Secretaria de Cultura, para transferirmos você para outra escola que esteja precisando de estagiário.&lt;br /&gt;• E-mail da Cultura: oficinasculturaisni@gmail.com&lt;br /&gt;• O endereço da Secretaria de Cultura: Av. Governador Amaral Peixoto, nº 236, salas 311, Centro de Nova Iguaçu (em cima da loja TOULON).&lt;br /&gt;• O tema a ser trabalhado, neste semestre por toda a Rede do Bairro-Escola é: A BIODIVERSIDADE.&lt;br /&gt;Conceito de Biodiversidade - todos os seres vivos (animados e inanimados) do planeta - plantas, pedras, mares, rios, ar, clima, animais, inclusive os bichos homem e mulher formam a Biodiversidade. Para sobreviver, todos estes seres vivos dependem uns dos outros. A boa convivência entre os seres vivos influi na qualidade de vida de todos – dos bichos (pessoas e animais), da água, da terra e do ar. Quando os bichos humanos ocupam a terra sem respeitar o espaço dos outros seres vivos (animais, plantas, água, ar) contribuem para a destruição do planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IMPORTANTE – Os produtos (teatro, desenho, cantiga, dança, fantasia, etc) resultantes das oficinas deverão ser articulados com os preparativos da escola para o desfile cívico do dia 07 de setembro. Os estagiários deverão combinar e acertar estas ações com a sua/seu CPP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1º ENCONTRO&lt;/strong&gt; – Aquecimento corporal / Contação de História / Estimulo a criatividade / Amizade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Atividade 1: &lt;/strong&gt;Aquecimento Corporal - Sugerimos que faça o aquecimento corporal imitando os bichos presentes na floresta ou na cidade, como o macaco, o peixinho, o cachorro, o gato, o papagaio e outros. Você também poderá estimular as crianças a reproduzirem os sons dos animais escolhidos. A segunda sugestão é utilizar CD de meditação ou instrumental ou ainda escutar os “sons do ambiente”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Atividade 2:&lt;/strong&gt; Contação da História: Os Super amigos da Floresta&lt;br /&gt;Na história passada, falamos de Florestina uma árvore-menina muito bonita, que ficava orgulhosa porque tinha muitas amigas-árvores. Mesmo tendo muitas amigas, a que ela mais gostava era Liquinilda, a gota de chuva, que morava ao seu lado e fazia um barulhinho de água corrente bem fresquinha. À noite, Florestina escutou um barulho ensurdecedor BRUMMMMMM e pessoas gritando:&lt;br /&gt;- Cortar! Derrubar! Queimar! Destruir!(*) (Fale este jargão bem forte por três vezes batendo as mãos, os pés, o corpo, aumentando a voz). Florestina não viu, mas este barulho era do monstro muito feroz!&lt;br /&gt;No dia seguinte, Florestina assustada, perguntou à sua melhor amiga:&lt;br /&gt;- Liquinilda, o que aconteceu? Onde estão as nossas outras amigas e amigos?&lt;br /&gt;- Não sei, Florestina! Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii! Eu estou evaporando, Florestina! Adeus! Gritou Liquinilda, sumindo.&lt;br /&gt;- Socorro eu estou sozinha!! Florestina falou muito triste.&lt;br /&gt;Florestina era amiga do Rei Sol, que da sua morada no céu, o Rei Sol podia ver tudo. Quando o dia amanheceu, a primeira coisa que o Sol viu foi às lágrimas de Florestina.&lt;br /&gt;- Mas o que aconteceu? Perguntou o Sol. Florestina chorava sem parar. Ela explicou que sua amiga Liquinilda tinha sumido e que a floresta tinha sido derrubada. O Rei Sol ficou preocupado! Ele queria ajudar - pensou, pensou e teve uma idéia:&lt;br /&gt;- Vou chamar o Dr. Planetildo! Ele é muito sábio e pode ter uma solução. Espere aqui Florestina que já volto. O Sol não demorou muito e voltou com o Dr. Planetildo, um senhor muito gorducho. Quando o Dr. Planetildo viu que as árvores foram destruídas, ficou muito nervoso.&lt;br /&gt;- Com a destruição das florestas a vida na Terra vai se acabar! Disse ele indignado.&lt;br /&gt;- Doutor, as raízes de minhas amigas árvores poderão brotar de novo?&lt;br /&gt;- Florestina, algumas espécies de árvores talvez se recuperem... Outras não brotarão. Os homens costumam transformar a floresta em pasto. Se não pararem de destruir as árvores, os animais e os rios, nenhum ser vivo sobreviverá, inclusive o próprio bicho homem. Lembra que no passado existiram os dinossauros e dragões? Hoje eles não existem mais! Florestina escutou tudo chorando muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Dr. Planetildo ficou com muita pena de Florestina e usou seus poderes mágicos para transformar as raízes da amiga em pernas para que fossem procurar outro lugar para morar. Florestina agradeceu, mas preferiu andar a procura do monstro que destruiu as árvores. Todos juntos, Florestina, Dr. Planetildo e o Rei Sol caminharam muito até encontrarem também outros amigos da floresta: o Saci-Pererê, a Iara e o Curupira. Todos estavam indignados com a destruição das árvores e estavam também a procura do monstro. Neste momento encontraram o monstro - uma grande serra elétrica muito feroz, suas serras feito garras, cortando as árvores e repetindo:&lt;br /&gt;- Cortar! Derrubar! Queimar! Destruir! (*)!(*) (Fale este jargão bem forte por três vezes batendo as mãos, os pés, o corpo, aumentando a voz).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Neste momento o estagiário pára de contar a história e estimula as crianças a falarem sobre o tema (o que vocês acham da situação dos nossos amigos da floresta? Vocês acham que a natureza está sendo destruída em nosso bairro? Quem se lembra do que aconteceu nas enchentes que houve aqui em Nova Iguaçu e na Baixada?E o que aparece na televisão?) Faça uma pergunta de cada vez as crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois desta conversa, convide as crianças para fazerem o final da história. Se a turma tiver um grande número de crianças, sugerimos que as organize em grupo e peça para que cada grupo crie um final para a história incluindo todos os personagens. Também deverão criar um jargão, semelhante ao do monstro para falar todas as vezes que os Super Amigos da floresta entrarem em ação. No final da atividade faça uma votação para decidir qual jargão mais bacana para toda a turma falar quando vocês fizerem alguma ação com os Super Amigos da floresta. As crianças podem finalizar a história, fazendo desenhos, colagens, escrita, pinturas, música e teatro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(*) – sugerimos que você faça um chocalho com copo descartável, coloque grãos de arroz ou feijão, ou areia. Ou faça uma música ritmada batendo palmas e batendo no chão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sugestão 1: antes de contar a história, leve algumas idéias dos personagens desta história (fantoches, dedoches, desenhos coloridos, etc) e peça para as crianças confeccionarem “bonecos” dos personagens que serão utilizados no momento da contação da história.&lt;br /&gt;Sugestão 2: Incentive as crianças a confeccionaram um livro com os desenhos da história ou ainda, com desenhos e legendas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Atividade 3:&lt;/strong&gt; Desenvolvendo a criatividade&lt;br /&gt;Monte uma TV com caixa de papelão para contar a história, utilizando os personagens confeccionados anteriormente. Depois que você contar a história incentive as crianças a montarem sua própria televisão (utilize as caixas da merenda e dos livros que chegam à escola). Caso não consiga material reciclado suficiente, organize uma atividade para catar materiais junto com as crianças. O objetivo dessa atividade é que as crianças montem suas histórias, sua TV e se apresentem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Atividade 4:&lt;/strong&gt; Dinâmica da Corrente da Amizade ou “A Charada para os Super Amigos”&lt;br /&gt;Destaque nos finais das histórias “criadas” pelas crianças as ações que demonstraram união e amizade, refletindo que foi a cooperação que possibilitou a solução dos problemas. Compare a amizade a uma corrente que não se quebra com facilidade quando seus elos estão unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realize a dinâmica da corrente da amizade que você poderá apresentá-la como uma armadilha que o monstro armou para os Super Amigos, e eles precisam resolver! Fazer uma roda com no mínimo cinco crianças. É legal que tenha ao menos dois grupos formados fazendo a brincadeira ao mesmo tempo. Nas rodas, as crianças deverão estar de mãos dadas e com o corpo virado para fora e de mãos dadas, deverão virarem-se para dentro da roda. Diga que esta é a charada do monstro. Ao sinal do estagiário, cada roda deverá se voltar para dentro, sem quebrar a corrente, sem largar as mãos umas das outras.&lt;br /&gt;Estimule que os grupos “quebrem a cabeça” para resolver a charada e dê dicas que só conseguirão se permanecerem unidos. Espere para ver se algum grupo conseguiu descobrir sozinho e deixe que falem como conseguiram “decifrar” a charada.&lt;br /&gt;(**) O segredo da brincadeira é que uma criança, sem largar a mão da outra, deverá entrar de costas e passar por baixo das mãos da criança da frente, todos deverão acompanhar essa atitude até que a roda se desfaça ao contrário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2º ENCONTRO&lt;/strong&gt; - Relembrando a história através de brincadeiras&lt;br /&gt;Atividade 1: Caixa de lixo individual e coletiva&lt;br /&gt;Baseado nas anotações feitas sobre o desmatamento, da aula anterior, organize com as crianças um texto que possa ser utilizado num teatro. Antes brinque do “Jogo do Lembra” da história contada, dos Super Amigos. Trabalhe com as crianças soluções para os problemas do desmatamento e do dia a dia (como não jogar lixo no chão, regar as plantas). Sugestões:&lt;br /&gt;• Façam figurinos, máscaras; procurem músicas sobre os temas. Convide os professores e alunos para assistir a apresentação da peça.&lt;br /&gt;• Incentive também para que cada criança construa sua própria caixa de lixo com material descartável (caixa de leite, garrafa peti, etc) e no final façam uma grande caixa de reciclados coletiva para toda a turma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Atividade 2&lt;/strong&gt;: “Bento, Bento o frade, frade”...&lt;br /&gt;Estimule as crianças a realizarem catação de material reciclado, dentro da escola, papel de bala, madeiras, rótulo de garrafas, palito de fósforo e picolé. Para que essa catação se torne animada, brincar de:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bento, Bento o frade, frade.&lt;br /&gt;Na boca do forno, forno.&lt;br /&gt;Tudo o que seu mestre mandar.&lt;br /&gt;Faremos todos, e se não fizer?&lt;br /&gt;Levaremos bolo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Atividade 3:&lt;/strong&gt; "A árvore tombou para a direita, tombou para a esquerda, a árvore caiu”&lt;br /&gt;Faça um círculo com as crianças e fique no centro do círculo. Em seguida faça um quadrado para colocar as crianças que não acertarem o lado (esquerda e direita) da brincadeira. Fale em voz alta: "A árvore tombou para a direita, tombou para a esquerda, a árvore caiu”. Quem errar vai para o quadrado. A brincadeira continua até a última criança acertar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Atividade 4:&lt;/strong&gt; Adoletá&lt;br /&gt;A brincadeira musical “Adoletá” exercita noções de espaço e lateralidade (direita e esquerda). Cante a música junto com as crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adoletá&lt;br /&gt;Lepeti, Peti Polá&lt;br /&gt;Lê café com chocolá&lt;br /&gt;Adoletá&lt;br /&gt;Puxa o rabo do tatu&lt;br /&gt;Quem saiu foi tu&lt;br /&gt;Puxa o rabo da cadeira&lt;br /&gt;Quem saiu foi ela&lt;br /&gt;1,2,3,4,...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(***) Bate a mão direita com a direita do companheiro à sua frente e a esquerda com a esquerda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atividade 5: Macaco assustado&lt;br /&gt;Você precisará de uma bola. Todas as crianças formam um grande círculo mantendo um bom espaço entre si. Uma delas recebe a bola. Ao sinal (apito ou assobio) do estagiário, a brincadeira inicia com a bola sendo passada de mão em mão por todos, o mais depressa possível. Ao sinal de um segundo apito a bola será passada na direção contrária. Os sinais são dados em intervalos irregulares, ora demorados, ora rápidos, para estimular a atenção dos jogadores. Quem não obedecer prontamente ao sinal do apito, paga uma prenda e sai da brincadeira. Vence quem ficar por último. Prendas: Imitar um bicho, pular agachado, cantar, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Atividade 6:&lt;/strong&gt; Floresta pegou fogo.&lt;br /&gt;Organize as crianças em duplas, uma de frente para a outra, com as mãos unidas para cima formando “tocas”. Cada “toca” abrigará uma terceira criança que representará o Saci. Lembre que nesta brincadeira todas as tocas deverão ter um “Saci”. Quando o estagiário falar: “Floresta pegou fogo, Saci saiu da toca”, todos os Sacis deverão trocar de lugar (“tocas”). Neste momento o estagiário ocupará uma das tocas e a criança que sobrar coordenará a brincadeira repetindo as palavras “Floresta pegou fogo, Sacinho saiu da toca” e correrá para achar outra toca para si.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(****) Outra variação é o estagiário dá o comando: A “floresta pegou fogo e a toca caiu” – as duplas que formam as “tocas” se separam e correm atrás de um par para fazer uma nova “toca” para o Saci que deverá, nesta brincadeira ficar parado. Neste momento o estagiário correrá atrás de um par para formar uma da nova “toca”. Quem sobrar coordenará a brincadeira repetindo as palavras “Floresta pegou fogo, e a toca caiu” e correrá para achar um par e formar nova toca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3º ENCONTRO&lt;/strong&gt; - Atividade com dobraduras/ pinturas e papeis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Atividade 1: Dobraduras&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O estagiário de cultura deverá dividir a turma em três grupos, cada grupo deverá dispor de um pedaço de papel pardo para fazer um mural onde deverão ser coladas as dobraduras. Ao término das atividades todos deverão expor os seus cartazes e comentar a atividade. Material será enviado por e-mail.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Atividade 2:&lt;/strong&gt; Floresta Viva, Destruída e Recuperada&lt;br /&gt;Organize as crianças em duplas e peça para que façam dois desenhos, sendo um de cada vez. O primeiro desenho será de uma floresta com muitas árvores, animais e rios. O segundo de uma floresta devastada. Os dois primeiros desenhos serão individuais. Quando todos terminarem comentem o que aconteceu com a floresta viva que se tornou devasatada. Em seguida convide as crianças, para que de forma coletiva montem uma maquete com uma floresta que todos ajudem a restaurar. Podem fazer mais árvores, todo tipo de bicho, de plantas, com rios, montanhas e no final comentem os sentimentos de terem “restaurado” a floresta. Você também poderá pedir que as crianças desenhem arvores de frutas que elas gostam, que tragam sementes destas frutas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Atividade 3:&lt;/strong&gt; Plantando de verdade&lt;br /&gt;Esta atividade o estagiário poderá articular e planejar junto com o monitor de horta ou de meio ambiente. Peça as crianças que tragam sementes / caroços de feijão, milho, frutas. Oriente-as como se plantam as sementes, como se cuida (rega, sol, terra) e quando as sementes brotarem incentive-as para que palntem em algum local da escola ou da sua casa.&lt;br /&gt;Outra sugestão seria fazer o Boneco de alpiste (abaixo como fazer).&lt;br /&gt;Através do lúdico os alunos podem observar o crescimento das plantas. Os bonecos ainda auxiliam no estudo dos seres com vida e sem vida. Feitos de meia calça contém terra e sementes de alpiste dentro. Por fora, os bonecos podem ser enfeitados e caracterizados com olhos, nariz, boca e orelhas criando fisionomias diferentes.As crianças podem acompanhar o crescimento das sementes de alpiste brotando e formando o cabelo do boneco molhando-os diariamente. Assim, percebem a importância da água na vida das plantas, sem água não há vida!&lt;br /&gt;Material Necessário:&lt;br /&gt;• Meia calça usada ou meia sapatilha ;&lt;br /&gt;• Serragem ou terra;&lt;br /&gt;• Alpiste ou painço;&lt;br /&gt;• Material de sua preferência para olhos, boca e nariz. ( botões e lã,cola plástica colorida, );&lt;br /&gt;• Garrafas Pet para a base ou latinha de massa de tomate limpa .&lt;br /&gt;Como fazer:&lt;br /&gt;• Corte uma perna da meia calça;&lt;br /&gt;• Coloque o alpiste ou painço;&lt;br /&gt;• Complete com serragem ou terra;&lt;br /&gt;• Dê um nó e corte o restante da meia;&lt;br /&gt;• Faça a modelagem em forma de bola;&lt;br /&gt;• Monte o boneco;&lt;br /&gt;• Molhe a cabeça do boneco, em alguns dias o alpiste começa a nascer dando origem aos cabelos;&lt;br /&gt;• Use sua imaginação, criando diferentes tipos de bocas, olhos e detalhes;&lt;br /&gt;• Corte o fundo de uma garrafa pet para fazer a base do boneco - assim, ele ficará em pé e ainda evita de molhar ao redor já que a água ali se concentra.É bom deixar água limpa no fundo da base. Todos os dias lave a base e troque a água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dica: Pode-se aproveitar e trabalhar produção textual, propondo aos alunos que dêem vida, nome, características próprias e tudo mais que imaginar para o boneco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Atividade 4:&lt;/strong&gt; Trava-línguas Realize uma competição de trava línguas com as crianças. Abaixo exemplos de trava-línguas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sabiá não sabia.&lt;br /&gt;Que o sábio sabia.&lt;br /&gt;Que o sabiá não sabia assobiar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O doce perguntou pro doce&lt;br /&gt;Qual é o doce mais doce&lt;br /&gt;Que o doce de batata-doce.&lt;br /&gt;O doce respondeu pro doce&lt;br /&gt;Que o doce mais doce que&lt;br /&gt;O doce de batata-doce&lt;br /&gt;É o doce de doce de batata-doce.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olha o sapo dentro do saco&lt;br /&gt;O saco com o sapo dentro,&lt;br /&gt;O sapo batendo papo&lt;br /&gt;E o papo soltando o vento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A aranha arranha a rã.&lt;br /&gt;A rã arranha a aranha.&lt;br /&gt;Nem a aranha arranha a rã.&lt;br /&gt;Nem a rã arranha a aranha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Larga a tia, largatixa!&lt;br /&gt;Lagartixa, larga a tia!&lt;br /&gt;Só no dia que sua tia&lt;br /&gt;Chamar largatixa&lt;br /&gt;de lagartinha!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O peito do pé de Pedro é preto.&lt;br /&gt;Quem disser que o peito do pé de Pedro é preto,&lt;br /&gt;tem o peito do pé mais preto do que o peito do pé de Pedro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rato roeu a roupa do rei do Roma.&lt;br /&gt;Rainha raivosa rasgou o resto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um ninho de mafagafos, com cinco mafagafinhos,&lt;br /&gt;quem desmafagafizar os mafagafos, bom desmafagafizador será.&lt;br /&gt;Três tigres tristes para três pratos de trigo.&lt;br /&gt;Três pratos de trigo para três tigres tristes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo perguntou pro tempo&lt;br /&gt;quanto tempo o tempo tem.&lt;br /&gt;O tempo respondeu pro tempo&lt;br /&gt;que o tempo tem tanto tempo&lt;br /&gt;quanto tempo o tempo tem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Três pratos de trigo para tres tigres tristes!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A babá boba bebeu o leite do bebê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A rua de paralelepípedo é toda paralelepipedada&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Atividade 5:&lt;/strong&gt; Adedonha&lt;br /&gt;Realize a brincadeira da Adedonha com as figuras dos Super Amigos. Escreva os nomes do Saci-Pererê, da Iara, do Curupira, etc. As crianças deverão indicar características de cada personagem. De acordo com a brincadeira ganha aquela criança que conseguir diversificar melhor os personagens. Para sua inspiração abaixo transcrevemos as histórias destes personagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lenda do Saci-Pererê&lt;br /&gt;O Saci-Pererê é um dos personagens mais conhecidos do folclore brasileiro. Possuí até um dia em sua homenagem: 31 de outubro. Provavelmente, surgiu entre povos indígenas da região Sul do Brasil, ainda durante o período colonial (possivelmente no final do século XVIII). Nesta época, era representado por um menino indígena de cor morena e com um rabo, que vivia aprontando travessuras na floresta.&lt;br /&gt;Porém, ao migrar para o norte do país, o mito e o personagem sofreram modificações ao receberem influências da cultura africana. O Saci transformou-se num jovem negro com apenas uma perna, pois, de acordo com o mito, havia perdido a outra numa luta de capoeira. Passou a ser representado usando um gorro vermelho e um cachimbo, típico da cultura africana. Até os dias atuais ele é representado desta forma.&lt;br /&gt;O comportamento é a marca registrada deste personagem folclórico. Muito divertido e brincalhão, o saci passa todo tempo aprontando travessuras na matas e nas casas. Assusta viajantes, esconde objetos domésticos, emite ruídos, assusta cavalos e bois no pasto etc. Apesar das brincadeiras, não pratica atitudes com o objetivo de prejudicar alguém ou fazer o mal.&lt;br /&gt;Diz o mito que ele se desloca dentro de redemoinhos de vento, e para captura-lo é necessário jogar uma peneira sobre ele. Após o feito, deve-se tirar o gorro e prender o saci dentro de uma garrafa. Somente desta forma ele irá obedecer seu “proprietário”.&lt;br /&gt;Mas, de acordo com o mito, o saci não é voltado apenas para brincadeiras. Ele é um importante conhecedor das ervas da floresta, da fabricação de chás e medicamentos feitos com plantas. Ele controla e guarda os segredos e todos estes conhecimentos. Aqueles que penetram nas florestas em busca destas ervas, devem, de acordo com a mitologia, pedir sua autorização. Caso contrário, se transformará em mais uma vítima de suas travessuras. A crença neste personagem ainda é muito forte na região interior do Brasil. Em volta das fogueiras, os mais velhos contam suas experiências com o saci aos mais novos. Através da cultura oral, o mito vai se perpetuando. Porém, o personagem chegou aos grandes centros urbanos através da literatura, da televisão e das histórias em quadrinhos.&lt;br /&gt;Quem primeiro retratou o personagem, de forma brilhante na literatura infantil, foi o escritor Monteiro Lobato. Nas histórias do Sítio do Pica-Pau Amarelo, o saci aparece constantemente. Ele vive aprontando com os personagens do sítio. A lenda se espalhou por todo o Brasil quando as histórias de Monteiro Lobato ganharam as telas da televisão, transformando-se em seriado, transmitido nas décadas de 1970-80. O saci também aparece em várias momentos das histórias em quadrinhos do personagem Chico Bento, de Maurício de Souza.&lt;br /&gt;Dia do Saci - Com o objetivo de diminuir a importância da comemoração do Halloween no Brasil, foi criado em caráter nacional, em 2005, o Dia do Saci (31 de outubro). Uma forma de valorizar mais o folclore nacional, diminuíndo a influência do cultura norte-americana em nosso país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lenda da Iara: uma lenda de origem indígena&lt;br /&gt;Também conhecida como a “mãe das águas”, Iara é uma personagem do folclore brasileiro. De acordo com a lenda, de origem indígena, Iara é uma sereia (corpo de mulher da cintura para cima e de peixe da cintura para baixo) morena de cabelos negros e olhos castanhos.&lt;br /&gt;A lenda conta que a linda sereia fica nos rios do norte do país, onde costuma viver. Nas pedras das encostas, costuma atrair os homens com seu belo e irresistível canto. As vítimas costumam seguir Iara até o fundo dos rios, local de onde nunca mais voltam. Os poucos que conseguem voltar acabam ficando loucos em função dos encantamentos da sereia. Neste caso, conta a lenda, somente um ritual realizado por um pajé (chefe religioso indígena, curandeiro) pod&lt;br /&gt;e livrar o homem do feitiço.&lt;br /&gt;Origem da personagem&lt;br /&gt;Contam os índios da região&lt;br /&gt;amazônica que Iara era uma excelente índia guerreira. Os irmãos tinham ciúmes dela, pois o pai a elogiava muito. Certo dia, os irmãos resolveram matar Iara. Porém, ela ouviu o plano e resolveu matar os irmãos, como forma de defesa. Após ter feito isso, Iara fugiu para as matas. Porém, o pai a perseguiu e conseguiu capturá-la. Como punição, Iara foi jogada no rio Solimões (região amazônica). Os peixes que ali estavam a salvaram e, como era noite de lua cheia, ela foi transformada numa linda sereia.&lt;br /&gt;Curiosidade:- A palavra Iara é de origem indígena. Yara significa “aquela que mora na água”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lenda do Curupira: um dos mais populares personagens do folclore brasileiro&lt;br /&gt;O folclore brasileiro é rico em personagens lendários e o curupira é um dos principais. De acordo com a lenda, contada principalmente no interior do Brasil, o curupira habita as matas brasileiras. De estatura baixa, possui cabelos avermelhados (cor de fogo) e seus pés são voltados para trás.&lt;br /&gt;A função do curupira é proteger as árvores, plantas e animais das florestas. Seus alvos principais são os caçadores, lenhadores e pessoas que destroem as matas de forma predatória.&lt;br /&gt;Para assustar os caçadores e lenhadores, o curupira emite sons e assovios agudos. Outra tática usada é a criação de imagens ilusórias e assustadoras para espantar os "inimigos das florestas". Dificilmente é localizado pelos caçadores, pois seus pés virados para trás servem para despistar os perseguidores, deixando rastros falsos pelas matas. Além disso, sua velocidade é surpreendente, sendo quase impossível um ser humano alcançá-lo numa corrida.&lt;br /&gt;De acordo com a lenda, ele adora descansar nas sombras das mangueiras. Costuma também levar crianças pequenas para morar com ele nas matas. Após encantar as crianças e ensinar os segredos da floresta, devolve os jovens para a família, após sete anos.&lt;br /&gt;Os contadores de lendas dizem que o curupira adora pregar peças naqueles que entram na floresta. Por meio de encantamentos e ilusões, ele deixa o visitante atordoado e perdido, sem saber o caminho de volta. O curupira fica observando e seguindo a pessoa, divertindo-se com o feito.&lt;br /&gt;Não podemos esquecer que as lendas e mitos são estórias criadas pela imaginação das pessoas, principalmente dos que moram em zonas rurais. Fazem parte deste contexto e geralmente carregam explicações e lições de vida. Portanto, não existem comprovações científicas sobre a existência destas figuras folclóricas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2946747083495666658-6659695500896741888?l=ocnimodelos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/feeds/6659695500896741888/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2010/08/2-oficina-biodiversidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/6659695500896741888'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/6659695500896741888'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2010/08/2-oficina-biodiversidade.html' title='2ª OFICINA BIODIVERSIDADE'/><author><name>luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14941412506913599313</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-0hCkvvCLqHQ/TZTWrw8E1dI/AAAAAAAAACg/jDb21GKQVX0/s220/Imagem1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2946747083495666658.post-953918614579621293</id><published>2010-08-01T15:40:00.000-07:00</published><updated>2010-08-01T15:46:25.781-07:00</updated><title type='text'>1ª OFICINA - BIODIVERSIDADE AMEAÇADA</title><content type='html'>Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Nova Iguaçu - Oficinas Culturais Bairro-Escola  &lt;br /&gt;1ª OFICINA – Semana de 02 a 13 de agosto de 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ATENÇÃO ESTAGIÁRIO:&lt;br /&gt;• Todas as semanas, preferencialmente as sextas feiras visite o blog: www.culturaisni.blogspot.com &lt;br /&gt;• E-mail da Cultura: oficinasculturaisni@gmail.com&lt;br /&gt;• Novo Endereço da  Secretaria de Cultura:  Av. Governador Amaral Peixoto, nº 236, salas 311, Centro de Nova Iguaçu (em cima da loja TOULON). &lt;br /&gt;Neste semestre, o tema a ser trabalhado por toda a Rede do Bairro-Escola é: A BIODIVERSIDADE.&lt;br /&gt;Conceito de Biodiversidade - todos os seres vivos (animados e inanimados) do planeta - plantas, pedras, mares, rios, ar, clima, animais, inclusive os bichos homem e mulher formam a Biodiversidade. Para sobreviver, todos estes seres vivos dependem uns dos outros. A boa convivência entre os seres vivos influi na qualidade de vida de todos – dos bichos (pessoas e animais), da água, da terra e do ar. Quando os bichos humanos ocupam a terra sem respeitar o espaço dos outros seres vivos (animais,  plantas, água, ar) contribuem para a destruição do planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IMPORTANTE – Os produtos resultantes das oficinas (teatro, desenho, cantiga, dança, fantasia, outros) deverão ser articulados com os preparativos da escola para o desfile cívico no 07 de setembro - para isto combine e acerte com a sua/seu Coordenador Pedagógico ou de Aprendizagem (CPP ou CA). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10 ENCONTRO – Acolhida e Brincadeiras - Sugerimos para o início das atividades que o estagiário receba as crianças com animação, um sorriso e olhando nos olhos de cada uma delas. Diga bom dia ou boa tarde e faça sempre elogios às crianças. Abaixo sugerimos brincadeiras de apresentação de nomes com as crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - Cantiga de Roda – “A canoa virou, tornou a virar foi por causa de (nome da criança)... que não soube remar”. Cantem com os nomes de todas as crianças. Para as crianças “desvirarem a roda”, cantem “Se eu fosse um peixinho soubesse nadar, eu tirava (nome da criança) das ondas do mar...”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - Dinâmica da bola. Com as crianças dispostas em roda o estagiário inicia a brincadeira se apresentando, dizendo seu nome jogando a bola para uma criança bem rápido. A criança repete o gesto e assim todas elas. Depois que todas falam o nome você pode fazer com um novo comando, tipo: COISA QUE GOSTA; COISA QUE NÃO GOSTA e ainda outras coisas engraçadas. É importante que o Estagiário participe e se apresente. Sugerimos que quando diga algo que gosta, seja algo engraçado para as crianças. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - Nomes nas bexigas. Às crianças escrevem seus nomes,  colocam dentro de bexigas e depois as enchem de ar. Brincam com as bexigas, jogando-as para o alto e depois cada uma  pega uma bola e estoura. Guarda o nome de outra criança que estiver dentro da bexiga e não fala para o restante do grupo. Atenção; a criança não poderá pegar seu próprio nome. Cada uma irá tentar fazer uma mímica para que o grupo descubra o nome da criança que estava no papel.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 - Fazendo Rede. Escreva ou peça para as crianças escreverem seus nomes em cartelas previamente cortadas em tamanho igual. O papel utilizado pode ser jornal. O estagiário deverá também recortar um número maior de cartelas e escrever outros nomes, como animais ou plantas. O estagiário amassa TODAS as cartelas e joga para o alto dentro de uma roda. Selecione três crianças para procurarem os nomes amassados. À medida que uma criança pega uma cartela amassada e descobre o nome de outra criança, ela pega na mão da que foi descoberta e a que foi descoberta procura  noutra cartela o nome de outra criança. À medida que elas procuram os nomes conhecidos, pegam na mão do nome que ela descobriu. Ganha o grupo que conseguir fazer a maior rede de crianças com os nomes. Atenção: as cartelas com outros nomes servem para dar maior “suspense” e dificuldade a brincadeira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 - Mímica dos animais. As crianças em pensamento escolhem um animal que gostariam de representar sem dizer para os colegas. Depois cada uma tenta fazer uma mímica do seu bicho para o grupo descobrir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6 - Num papel, as crianças escrevem seu nome e também pensam no significado dele. Estimule que façam um desenho que represente seu nome. Pergunte se sabem o significado do seu nome, se não souberem, peça que criem um significado. Estimule sempre para um significado positivo. Cada criança se apresenta e depois vocês montam um mural na sala com os nomes das crianças, conforme modelo abaixo. Sugerimos que os demais temas: “Como EU era quando era pequenininho” ou “Como EU sou HOJE”, você trabalhe em dias diferentes. Se elas não lembrarem como eram, estimule que “inventem”... Se coloque como exemplo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Nomes das  Crianças... Como EU era quando era pequenininho Como EU sou HOJE&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Se neste dia, ainda tiver tempo, realize brincadeiras sugeridas pelas crianças. No final, convide-as para o próximo encontro falando um pouco do Filme  que será exibido: “Os Sem-Floresta” ou Tainá 1 ou 2. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2º ENCONTRO -  Exibição do filme - Os “Sem Florestas” ou Tainá  1 e 2&lt;br /&gt;Antes de exibir o filme, explique de maneira breve o seu roteiro. Observe se é melhor exibi-lo por inteiro ou dividi em dois ou mais dias. Dica: organize as crianças em grupos de animais identificados no filme e peça que prestem atenção porque depois todos irão contar as aventuras de seu “bicho” escolhido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3º ENCONTRO – Relaxamento, Jogo do Lembra, Passeio pela escola e Criação de Personagens.&lt;br /&gt;1 - Relaxamento.  Para iniciar o dia, peça as crianças para proporem exercícios corporais de relaxamento que de alguma forma “imitem” os animais do filme. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - Jogo do Lembra.  Peça as crianças para lembrarem de alguma parte do filme que retrate o “Inicio”, ou o “Meio” ou o final”.  Faça três círculos no chão, definindo os círculos do inicio, do meio e do fim. As crianças pulam para dentro do circulo e rapidamente falam da sua lembrança.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - Passeio pela Escola. Neste passeio com as crianças ou no momento da mobilidade, peça para que observem a biodiversidade existente no local: plantas, animais, terra, etc. Estimule-as a fazerem uma relação entre o filme e as “descobertas” do passeio. Exemplo: vocês já imaginaram como era este lugar da  escola antigamente? Será que tinha muito mato? Muitas árvores? Muitos bichos? Com a chegada dos moradores, que construíram suas casas e prédios, no bairro, muitas espécies de animais e plantas foram destruídas. Pode pedir para as crianças perguntarem as pessoas mais velhas (avô, avó, vizinha) como era o lugar onde moram. Pesquisem fotos do local ou ainda atice a imaginação das crianças para “inventarem” como era este local (que arvores e bichos tinham). O que vale é ser criativo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como era este bairro... ANTIGAMENTE HOJE&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 - Criação dos personagens (do filme ou da história contada) pelas crianças, com materiais reciclados. O estagiário divide as crianças em grupos e defini quais personagens cada grupo irá construir. No final, cada grupo cria uma história e apresenta para o restante das crianças com os seus respectivos personagens.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4º ENCONTRO – Contação de história &lt;br /&gt;• Monte os personagens da história com materiais reciclados ou ainda um livro com os desenhos dos personagens da história contada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Historia: A Biodiversidade Ameaçada &lt;br /&gt;Era uma vez uma árvore muito bonita chamada Florestina. Ela tinha como amigos, a Líquinilda, uma linda gota de chuva e o Dr. Planetildo, que parecia uma bola gorducha. Eles estavam caminhando por uma estrada de terra, numa grande fazenda com muitos bois e vacas.&lt;br /&gt;- Não pode ser! Aqui quase não existem mais árvores! A mata sumiu! Disse Florestina. &lt;br /&gt;-Você tem razão Florestina! Antigamente aqui haviam muitas árvores com todo tipo de fruta, muitos animais e plantas. As árvores foram derrubadas para que fosse plantado capim para os bois comerem. Falou  Dr. Planetildo triste.&lt;br /&gt;- Pois é Dr. Planetildo aconteceu a mesma coisa na floresta de onde eu vim. Disse Florentina. &lt;br /&gt;Nesse momento, no horizonte o Rei Sol viu que o capim estava muito seco e, muito preocupado, perguntou ao Dr. Planetildo se o seu calor poderia estar matando as plantas. O Dr. Planetildo respondeu:&lt;br /&gt;- Não majestade! A sua energia é muito importante! O problema é que quando as árvores são retiradas, o capim sozinho não é suficiente para reter a água na terra. E aí basta que não chova por alguns dias para que a terra e o capim fiquem muito secos.&lt;br /&gt;Líquinilda ficou horrorizada com a explicação do amigo e disse:&lt;br /&gt;- As pessoas estão destruindo a natureza! Estão acabando com as florestas e os animais. A vida dos seres vivos no planeta não poderá se renovar se a destruição continuar crescendo!&lt;br /&gt;- Pode ser que muitas pessoas não tenham ideia do que estejam fazendo Florestina, mas alguns sabem o que está acontecendo aqui. Disse o Sol.&lt;br /&gt;Dr. Planetildo concordou com o Rei Sol e acrescentou:&lt;br /&gt;- Os bichos humanos são inteligentes, só não estão preocupados com a natureza! Acham que a natureza não precisa de cuidados para se renovar. Algumas pessoas se juntam às outras e fazem ações para acabar com o desmatamento das florestas a tempo. &lt;br /&gt;Florestina ficou esperançosa! Mas sabe que a luta será longa...&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;1 - Pintura, Reciclado ou Dobraduras. Confeccione com as crianças máscaras de bichos. Sugerimos que façam um livro com desenhos sobre a história. Vocês também poderão montar um mural. O material sobre dobraduras será enviado por e-mail.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - Lixeira móvel - As crianças aprendem as cores de referencia da reciclagem de resíduos sólidos (lixo). Divida a turma em dois ou mais grupos criem os nomes para os grupos. Dêem uma volta pela escola e juntem os  materiais que acharem: latas, garrafas pet, tampas de plásticos e metal, papel, papelão, madeiras e etc. Para garantir o sucesso da atividade, leve de casa alguns materiais reciclados e utilize quatro caixas de papelão. As crianças pintam as caixas nas cores descritas abaixo, ou ainda, podem fazer colagem nas caixas com recortes nas cores indicadas abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VERMELHO PARA PLÁSTICO / AZUL PARA PAPEL&lt;br /&gt;/ AMARELO PARA METAL / PRETO PARA MADEIRA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não coloque os nomes (plástico, metal, papel, madeira) nas caixas. Explique às crianças as cores correspondentes para cada material e peça que memorizem. Os materiais reciclados ficam numa pilha e a certa distância quatro crianças ficam por trás da caixa recicladora. O estagiário começa a brincadeira explicando que vai cronometrar o tempo de cada grupo (tipo 30 segundos). Por vez, as crianças de cada grupo tentam coloca o maior número possível de materiais da pilha na caixa recicladora certa. Todos contam os materiais de cada caixa e se o grupo colocou na caixa certa. Para dificultar um pouco a brincadeira, de vez em quando, peça às crianças responsáveis pelas caixas que troquem de lugar umas com as outras. O grupo que colocar o maior número de objetos na lixeira correta será o campeão. No final o estagiário explica a importância da coleta seletiva e os seus benefícios. &lt;br /&gt;Variação: Alguns participantes do grupo poderão estar com os olhos vendados, o restante do grupo dará dicas para seus companheiros. Nesta variação, os responsáveis pelas lixeiras não poderão trocá-las de lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; 3 – Caçada: Divida a turma em três grupos e cada grupo escolhe o nome de um animal. Desenhe no chão seis círculos, um de frente para o outro, respeitando uma distância de mais ou menos uns três metros. Em outro lugar desenhe um quadrado (a jaula). Cada grupo ficará dentro de um círculo. Uma criança será o caçador (pegador) e se posicionar no meio dos seis círculos. O estagiário chama um animal, por exemplo,  a onça. As crianças desse grupo correm para o círculo vazio e o caçador tenta pegá-las. Quem for pego ficará dentro da “jaula” até acabar o jogo. Em seguida chama-se outro animal e assim por diante, até que todos os participantes de um grupo sejam “caçados”. O Quando o estagiário chamar “todos os bichos”, todas as crianças mudam de circulo.&lt;br /&gt;Variação:  Quem for pego pelo caçador ao invés de ir para o quadrado passa a ser caçador também. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 - Palavras chaves: TERRA, PLANETA, ÁGUA, ÁRVORES, FLORESTAS, DESMATAMENTO. Peça as crianças para fazerem uma catação (pesquisa) das palavras, na escola ou no bairro. As crianças perguntam às pessoas qual o significado de algumas destas palavras e anotam as respostas. Depois, o estagiário com as crianças criam um mural para colar as palavras ou desenhos sobre o que aparecer da catação, das palavras escolhidas. Esta atividade poderá ser articulada a próxima atividade. Com resultado do mural pode ser feito música, teatro, dança e outros.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 - Gincana: O estagiário leva para a turma quatro envelopes lacrados com tarefas diferentes, conforme exemplo:&lt;br /&gt;Grupo 1 -  inventar a dança sobre o desmatamento Grupo 2 -  inventar uma poema sobre a água&lt;br /&gt;Grupo 3 -  inventar a música sobre o planeta Grupo 4 - inventar uma dança sobre os animais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esconda os envelopes pela escola e divida a turma em quatro grupos de alunos, explicando que existem quatro tarefas para serem cumpridas. Os grupos procurarão os envelopes e você poderá dar dicas tipo (“tá quente, tá frio”). Um grupo não pode revelar para o outro sua tarefa. Anteriormente o estagiário deverá orientar e disponibilizar materiais para a apresentação dos grupos. Convide outras crianças para assistir a apresentação. Converse antes com a CPP sobre a apresentação e a possibilidade das crianças fazerem um convite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IMPORTANTE: no final das atividades 4 e 5, conversem com as crianças sobre como elas se sentiram realizando a atividade e se perceberam se as outras pessoas estão preocupadas ou fazendo algo para cuidar da natureza. Finalize perguntando o que elas aprenderam e no que cada uma pode fazer, tipo: não jogar papel no chão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2946747083495666658-953918614579621293?l=ocnimodelos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/feeds/953918614579621293/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2010/08/1-oficina-biodiversidade-ameacada.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/953918614579621293'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/953918614579621293'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2010/08/1-oficina-biodiversidade-ameacada.html' title='1ª OFICINA - BIODIVERSIDADE AMEAÇADA'/><author><name>luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14941412506913599313</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-0hCkvvCLqHQ/TZTWrw8E1dI/AAAAAAAAACg/jDb21GKQVX0/s220/Imagem1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2946747083495666658.post-2711627062670612864</id><published>2010-06-21T11:42:00.000-07:00</published><updated>2010-06-21T11:43:41.098-07:00</updated><title type='text'>Oficina da Abolição-Resumo da história "Encontro Inesperado"</title><content type='html'>Este resumo se baseia na história “Encontro Inesperado”, da Revista Turma do Sítio do Pica-Pau Amarelo e na história dos negros na Baixada Fluminense.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, no estado do Rio de janeiro, a região da Baixada Fluminense, formada por cidades, como Belford Roxo, Mesquita, Queimados, São João de Meriti, Nilópolis, Paracambi e outras, mas, especialmente Nova Iguaçu, foi habitada pelos negros africanos de diferentes grupos étnicos (tribos).  A maioria deles era de origem bantu, principalmente de Angola e de outras nações africanas como: Congo, Benguela, Cabinda, e outras.  Estes homens, mulheres e crianças africanos, no  Brasil passaram a viver diferente da forma como viviam na África e trabalhavam como: agricultores (plantar e colher), vendedores, trabalhadores domésticos, carregadores e outras as formas de transporte, barqueiros, carpinteiros, barbeiros, pedreiros, mestre de açúcar, etc. Na baixada e em Nova Iguaçu, o Barão-fazendeiro, senhor de engenho e fazendas, era uma espécie de rei-sol em seu território.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meio da floresta o nosso amigo Saci montava um porco do mato. O bicho começou a correr desembestado e o saci assustado gritava: “pára, para”!  Até que  caiu no chão e o porco correndo desapareceu no meio do mato. O Saci irritado e sujo escutou uma risadinha no meio do mato (Ri!Ri!Ri!) e pensou: Quem está rindo?  Escutou novamente a risadinha (Ri!Ri!Ri!Ri!),  saiu pulando atrás dela e pensando: vou dar um susto nessa engraçadinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De repente, apareceu uma clareira entre as arvores e o Saci espantado avistou uma aldeia com muitas casinhas.&lt;br /&gt;Uma menina chamada Inês, dona da risadinha,  apareceu e convidou o saci para conhecer sua aldeia o “Quilombo do Vale Verde”.   Ele se animou com a animação das pessoas do quilombo, sempre  cantando e batucando.  Inês muito animada mostrava tudo pra ele. Mesmo feliz, o Saci queria saber que negócio era  esse de quilombo?! Seria  algum tipo diferente de vila?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para responder ao Saci, a menina levou-o para falar com a Dona Ivete, sua professora. Dona Ivete contou que este povoado começou no tempo dos escravos e que nem todos os negros se conformavam com o cativeiro, se revoltando ou fugindo. Quando fugiam, organizavam-se em locais bem afastados, onde podiam se defender e viver em paz! As casinhas iam aparecendo, o povoado ia crescendo,  virando um quilombo. Neste lugar a lei, o modo de viver e os costumes eram como os da África.&lt;br /&gt;O quilombo mais famoso foi dos Palmares,  liderado por Ganga Zumba e depois Zumbi, há muito tempo. Eram mais de 30 mil pessoas, na Serra da Barriga, no estado de Alagoas e resistiu a muitos ataques dos brancos. Só com ataque de 7 mil soldados, em 1694, é que ele caiu! Hoje Zumbi é o maior herói da liberdade negra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este quilombo nessa floresta montanhosa, aqui no Rio de Janeiro chama-se Santa Catarina.  Conta-se que um fazendeiro violento matou alguns escravos, foi levado a júri e absolvido, os escravos da região ficaram tão indignados que se revoltaram e destruíram parte de sua fazenda, liderados por Manoel Congo, negro africano e fundador de nosso quilombo. O lider Manoel Congo e Maria Crioula foram escolhidos pelos nossos tataravôs para serem o rei e a rainha. Nossos tataravôs eram homens, mulheres e crianças, cansados dos maus-tratos dos senhores, que fugiram para esta mata. O quilombo mais famoso da Baixada chamava-se de “Quilombo do Gabriel” e os negros se mantinham com a venda de lenha, do pedágio cobrado aos viajantes e os barqueiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dona Ivete finalizou dizendo que todos ali eram quilombolas, descendentes destes escravos há mais de 150 anos.  &lt;br /&gt;O saci começou a olhar em volta e percebeu que  pessoas muito preocupadas. A professora falou que eles estavam sendo ameaçados! Aqui a terra pertence a todos e ninguém tem papel de propriedade e tem uns grileiros, querendo invadir, dizendo que a terra é deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nisso, o Saci que é muito peralta e adora infernizar a vida de algumas pessoas disse que daria uma lição neles. O Saci azedou o leite dos homens (capangas), afugentou seus cavalos e ainda deixou um cheiro de enxofre no ar! Os capangas fugiram assustados dizendo ser a terra condenada, com muitas assombrações! O Saci escondido ficava sorrindo do susto que deu nos caçadores.&lt;br /&gt;E Inês estava toda  feliz com os atos corajosos do saci, chamando-o de herói! O pai de Inês achava que o Saci queria namorar a filha e já foi falando que ele podia ficar  morando com eles. O saci ficou assustado com a história do namoro porque Inês não sabia que ele era saci e que eles não podiam namorar porque ele só tinha uma perna e furos nas mãos. Inês falou que não ligava. Ele mentindo falou que não podiam namorar porque já tinha namorada e foi embora chorando para que Inês não visse as lágrimas dos seus olhos! É que o Saci mesmo gostando de Inês não podia morar na aldeia, sua missão é morar e proteger a natureza.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2946747083495666658-2711627062670612864?l=ocnimodelos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/feeds/2711627062670612864/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2010/06/oficina-da-abolicao-resumo-da-historia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/2711627062670612864'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/2711627062670612864'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2010/06/oficina-da-abolicao-resumo-da-historia.html' title='Oficina da Abolição-Resumo da história &quot;Encontro Inesperado&quot;'/><author><name>luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14941412506913599313</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-0hCkvvCLqHQ/TZTWrw8E1dI/AAAAAAAAACg/jDb21GKQVX0/s220/Imagem1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2946747083495666658.post-3274250469888166344</id><published>2010-06-21T11:41:00.000-07:00</published><updated>2010-06-21T11:42:30.595-07:00</updated><title type='text'>Oficina da Abolição-Encontro Inesperado</title><content type='html'>Inicie a oficina fazendo aquecimento corporal com as crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conte de forma dramatizada a história “O Encontro Inesperado” da turma do Sitio do Pica-pau Amarelo, parte deste encarte. Para as turmas A (crianças menores) e B (crianças maiores), você pode contar a história usando fantoches feitos e pintados junto com as crianças. Pode também fazer dedoches (fantoches para os dedos). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sugerimos que esta semana você organize uma EXPOSIÇÃO junto com as crianças e os outros estagiários, reunindo todos os produtos (desenhos, danças, músicas, maquetes, fotos, vídeos, histórias e outros), resultados do trabalho nas oficinas de abolição da escravatura.&lt;br /&gt;Atividades sugeridas para esta semana:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·         Esta semana você poderá brincar das várias atividades dadas  anteriormente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - Criar uma aldeia semelhante a um quilombo - como nos outros dias das oficinas, as crianças criam as casas, as roupas, os chapéus, a música, e criam uma história e um nome para este  quilombo. Ou ainda fazer uma maquete, com massinha ou material reciclado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - Brincar de Plantio – cuidar da horta ou das plantas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - Brincar de “Boneco que cresce” – cuidar dos bonecos de alpiste que nasceram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 - Brincar de Quebra-cabeça de palavras ou  palavra cruzadas - com as palavras da história “O Encontro Inesperado”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 - Brincadeira do Trio ligado – a primeira criança muda (tecido na boca), a segunda cega (venda nos olhos) e a terceira com as  mãos atadas. Todas três ligadas por um barbante. Uma outra criança ou o estagiário será o “feitor”, dará uma ordem e um tempo para as três crianças resolverem juntas uma tarefa. Todas as três crianças estarão com um colar ou algo que as identifique como tribo. Ganha o trio da tribo que terminar a tarefa mais rápida. Foque a brincadeira na história dos escravos e não foque na questão da pessoa com deficiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6 - Brincar de Capoeira, samba de roda e outras expressões afro -  fazer uma dança do saci.&lt;br /&gt;Brincar das Travessuras do Saci: corrida do saco, corrida da colher (de plástico + bolinha de papel), esconde-esconde, tá quente ou tá frio, pique esconde, pique parede, pique bandeirante, outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7 - Pintura: Paisagem do fundo do rio – precisará de cartolina ou outro material disponível e tinta guache. Passe a  tinta nas mãos e nos pés das crianças e “carimbe” no papel. Em cada “carimbo” dos pés e mãos faça os olhos, nariz, orelha, cauda, boca, dos “peixinhos” do fundo do rio. O sol poderá ser feito com as mãos, os pássaros com os pés.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2946747083495666658-3274250469888166344?l=ocnimodelos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/feeds/3274250469888166344/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2010/06/oficina-da-abolicao-encontro-inesperado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/3274250469888166344'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/3274250469888166344'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2010/06/oficina-da-abolicao-encontro-inesperado.html' title='Oficina da Abolição-Encontro Inesperado'/><author><name>luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14941412506913599313</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-0hCkvvCLqHQ/TZTWrw8E1dI/AAAAAAAAACg/jDb21GKQVX0/s220/Imagem1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2946747083495666658.post-6537603554210529531</id><published>2010-06-21T11:40:00.001-07:00</published><updated>2010-06-21T11:40:56.615-07:00</updated><title type='text'>Oficina Abolição-Resumo da história "O Amuleto"</title><content type='html'>Este resumo se baseia na história “O Amuleto”, da Revista Turma do Sítio do Pica-Pau Amarelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A turma do Sitio do Pica-pau Amarelo - Visconde de Sabugosa, Emilia, Narizinho e Pedrinho, estavam brincando de pega-pega e de se esconder na matinha do sitio. Na correria descobriram escondido no meio do mato um baú que continha um amuleto mágico falante que contava histórias. Eles se assustaram com o colar falante. O colar falou que estava guardado nesta caixa há mais de cem anos e que caiu do peito de seu dono, um escravo.&lt;br /&gt;De repente, no meio da mata, abriu-se uma clareira e as crianças puderam ver as imagens do passado como uma televisão. O amuleto começou a contar que há muito tempo atrás, o avô do avô, do avô, do avô... no tempo dos escravos, neste lugar existia um engenho de cana-de-açúcar e ele era o amuleto da sorte de um deles.&lt;br /&gt;Os escravos trabalhavam duro na colheita da cana, na fabricação de açúcar, no melado, na cachaça... Sempre sob as ordens severas do feitor de escravos. O feitor acorrentava os escravos na senzala para não fugirem! Alguns conseguiam escapar e fugiam para lugares secretos, no meio da mata, onde construíam aldeias!&lt;br /&gt;Quando isso acontecia o feitor caçava os fugitivos na mata! Depois os castigava na frente de todo mundo! O feitor maltratava-os muito. Eles e seus capangas gostavam de dar chibatadas. Era muita violência! Como os escravos eram maioria nas fazendas, os senhores e feitores abusavam da crueldade para controlá-los.&lt;br /&gt;Os negros eram maltratados antes mesmo de ir trabalhar nas fazendas! Eles eram capturados ou comprados na África. Os traficantes separavam os escravos de suas famílias e misturavam membros de diferentes tribos nos navios negreiros. Assim os escravos não conseguiam se comunicar, nem se rebelar. Com isso, os lideres das tribos perdiam sua autoridade e os escravos perdiam tudo a que pudessem se agarrar: seus parentes, seus amigos, sua terra, sua língua. Muitos deles ficavam deprimidos com tantas perdas. Esta tristeza profunda chamava-se banzo, e até matava.&lt;br /&gt;Os negros escravos sobreviveram bravamente porque com o tempo se conheciam nas fazendas e tentavam voltar aos seus costumes africanos. Eles eram muito fortes e mesmo com toda a tristeza eles tentavam se alegrar. No pouco tempo que tinham faziam suas festas e cerimônias, mas os senhores de engenho não gostavam. Queriam que eles só falassem português e só rezassem na Igreja Católica.&lt;br /&gt;E o que os escravos faziam? Os escravos misturavam os costumes dos senhores com os deles e foi assim que surgiu a religião dos negros, o candomblé! Os orixás (divindades africanas), como Ogum, Xangô e Iemanjá eram cultuados como se fossem santos católicos, como são Jorge e Nossa Senhora. Os escravos criaram a capoeira, que parecia uma dança, mas era uma técnica de luta disfarçada. Inventaram também o samba, uma música contagiante que os animava noite adentro...&lt;br /&gt;Nesta fazenda, tudo ia bem, até que numa noite o dono mandou acabar com uma festa dos negros. O feitor quebrou os tambores, chutou a comida e quebrou os objetos do ritual. Muitos donos de escravos em todo Brasil eram cruéis, poucos senhores de escravos não os espancavam fisicamente e permitiam que plantassem alimentos num terreno separado, nas horas de folga. Assim eles melhoravam suas refeições e ainda vendiam parte da colheita para a vizinhança. Eles só podiam ganhar dinheiro se o patrão deixasse que eles juntassem para comprar de volta sua liberdade. Se o escravo era destacado para trabalhar dentro da casa dos senhores, a casa grande, faziam o serviço mais leve e não tinham que se entender com o feitor, mas continuavam trabalhando de graça, sem liberdade e sem futuro. Era de muito sofrimento a vida dos escravos!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2946747083495666658-6537603554210529531?l=ocnimodelos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/feeds/6537603554210529531/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2010/06/oficina-abolicao-resumo-da-historia-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/6537603554210529531'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/6537603554210529531'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2010/06/oficina-abolicao-resumo-da-historia-o.html' title='Oficina Abolição-Resumo da história &quot;O Amuleto&quot;'/><author><name>luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14941412506913599313</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-0hCkvvCLqHQ/TZTWrw8E1dI/AAAAAAAAACg/jDb21GKQVX0/s220/Imagem1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2946747083495666658.post-869463642105819063</id><published>2010-06-21T11:38:00.000-07:00</published><updated>2010-06-21T11:39:49.382-07:00</updated><title type='text'>Oficina Abolição-O Amuleto</title><content type='html'>Inicie a oficina fazendo aquecimento corporal com as crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sugestão 1: conte de forma teatralizada a história “O Amuleto”, da turma do Sitio do Pica-pau Amarelo, parte deste encarte. Para as turmas A (crianças menores) e B (crianças maiores), você pode contar a história usando fantoches feitos e pintados pelo estagiário junto com as crianças. Pode também fazer dedoches (fantoches para os dedos).  Ou então opte por contar a história da forma sugerida a seguir:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sugestão 2: antes de contar a história, faça primeiro um Colar Encantado junto com as crianças e quem pegar neste colar terá que contar uma história ou continuar a história contada pelo seu colega. Este colar pode ser feito com barbante, tampinhas, pedaços de garrafa pet, papelão, etc. Depois de pronto, esconda o colar em algum lugar e peça as crianças para o procurarem e durante a busca  dê pistas tipo: “tá quente, tá frio”. Quando encontrarem o colar explique que ele é encantado e tem o poder de contar histórias ou hipnotizar as pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de brincarem com o colar, todos sentados em roda, conte a história: “O Amuleto” para as crianças. Depois, brinque de colar encantado, hipnotizando as crianças. Depois passe o colar para as outras crianças e deixe que elas comandem a brincadeira. Fale com a voz bem pausada quando dos comandos hipnóticos:&lt;br /&gt;1) todos vocês agora serão como gatos, andando nas quatro patas, miando, levantando a patinha para fazer xixi, etc.&lt;br /&gt;2) todos vocês agora serão como cachorros, andando nas quatro patas, latindo, com a língua pra fora, se coçando, levantando a  patinha para fazer xixi, etc;&lt;br /&gt;3) brinque com os vários bichos. No final, diga que todos estão cansados e quando você bater palmas bem fortes, todos se levantarão num pulo só! Para o colar perder o poder coloque-o dentro da caixa do tesouro que foi utilizada anteriormente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brincar de Plantio - relembre que os escravos no Brasil cuidavam da lavoura. Se na sua escola tiver uma horta, incentive cada grupo a&lt;br /&gt;ajudar na horta, ou então incentive que plantem alimentos em latinhas, em um local apropriado, tipo: feijão, aipim, tomate, outros. Traga&lt;br /&gt;e peça às crianças que tragam sementes de casa, ou pegue na cozinha da escola. Incentive que as crianças pesquisem as comidas que os&lt;br /&gt;escravos comiam e os pratos que faziam com estes alimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brincar de “Boneco que cresce”: crianças gostam de brincar com areia e água. Traga e também peça as crianças meias-calça velha. Divida a meia em pedaços e distribua para todos. Amarrem uma das pontas da meia. Misture pó de serra ou terra preta e peça as crianças para trazerem alpiste. Coloquem um pouco de alpiste no fundo amarrado da meia.  Misture o restante do alpiste, a terra ou pó de serra, coloquem na meia e  amarrem. Cada pedaço de meia amarrada deverá ficar sobre uma lata ou copo, a alpiste deverá estar virado para cima. Faça com as crianças olhinhos, narizinhos, boquinhas, ou então cole tampinhas na meia (cheia da mistura com alpiste, terra ou pó de serra). Regue durante alguns dias e quando o alpiste crescer parecerá os cabelos do boneco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras sugestões: Crie um quebra-cabeça de palavras ou  palavra cruzada com as palavras da história “O Amuleto”, para a turma B.  Estimule as crianças a contarem a história. A  turma A (menores) poderá criar uma aldeia com massinha ou material reciclado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brincadeira: Trio ligado – com as crianças sentadas em roda, convide três crianças para o centro da roda: a primeira será muda (tecido na boca), a segunda será cega (venda nos olhos) e a terceira terá as mãos atadas. Todas três estarão ligadas / amarradas por um barbante. Uma outra criança ou o estagiário será o “feitor”, dará uma ordem e um tempo para as três crianças resolverem juntas uma tarefa. Todas as três crianças estarão com um colar ou algo que as identifique como tribo. Ganha o trio da tribo que terminar a tarefa mais rápida. Foque a brincadeira na história dos escravos e não foque na questão da pessoa com deficiência.&lt;br /&gt;Dica: quando brincar de capoeira, mostre que a capoeira é uma expressão de luta, resistência e dança dos escravos e não apenas religiosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No 2º dia de oficina desta semana, RELEMBRE um pouco as histórias da África e a escravidão no Brasil. Com o Amuleto (colar mágico), pergunte as crianças como elas transformariam a história da escravidão no Brasil e escrevam ou desenhem esta NOVA história e deixe-a exposta na sala.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2946747083495666658-869463642105819063?l=ocnimodelos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/feeds/869463642105819063/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2010/06/oficina-abolicao-o-amuleto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/869463642105819063'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/869463642105819063'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2010/06/oficina-abolicao-o-amuleto.html' title='Oficina Abolição-O Amuleto'/><author><name>luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14941412506913599313</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-0hCkvvCLqHQ/TZTWrw8E1dI/AAAAAAAAACg/jDb21GKQVX0/s220/Imagem1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2946747083495666658.post-4779750575566827365</id><published>2010-06-21T11:35:00.000-07:00</published><updated>2010-06-21T11:37:56.430-07:00</updated><title type='text'>Oficina Abolição-Mapas da África</title><content type='html'>1º dia – Mapas da África&lt;br /&gt;Inicie a oficina fazendo aquecimento corporal com as crianças. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caro (a) estagiário instigue as crianças a falarem sobre o continente africano e faça uma conexão com a África do Sul e a copa. Mostre num mapa mundi onde fica a África e onde será a Copa. Ou, se você tiver acesso, leve-as a um computador e acesse o programa Google Earth e mostre na internet onde está o Brasil, a África, o país da Copa (África do Sul) e também mostre o mar que os separa.  Pesquise se na biblioteca da escola tem algum livro com ilustrações sobre a África.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante que no mapa do continente Africano, os países tenham seus nomes, mostrando assim seus vários povos.&lt;br /&gt;·         Olhando o mapa, diga para as crianças fixarem os nomes dos países e convide-as para desenharem o mapa da África com os nomes dos países que lembrarem (Angola, Congo, Benguela, Cabinda, Nigéria, Moçambique, outros), numa cartolina ou papel grande.&lt;br /&gt;·         Organize as crianças em grupos e cada grupo será um país africano. Depois que escolherem o país, cada grupo ou o estagiário recorta do mapa grande a parte que retrata o seu país no mapa e o guarda no grupo.&lt;br /&gt;·         Organize os países do mapa pela quantidade de crianças, trabalhe com grupos de até seis crianças.&lt;br /&gt;·         Cada grupo (país) terá as seguintes tarefas para cumprir, escreva as tarefas numa cartolina e deixe a vista para que as crianças relembrem.&lt;br /&gt;·         Escolher um chefe ou um REI e uma RAINHA, um nome para o país, uma pintura marcante (rosto ou braços), uma cor e um metal precioso.&lt;br /&gt;·         Inventar uma dança, uma música, de preferência que tenha algo de africano, a exemplo da capoeira, do samba de roda, etc. Pode construir instrumentos como o ganzá, o tambor de latas, o pandeiro, o chocalho, outros.&lt;br /&gt;·         Criar uma vestimenta que a identifique, pode pesquisar na biblioteca da escola como os escravos se vestiam, pode inventar penteados afros para os cabelos com fitinhas ou retalhos. &lt;br /&gt;·         Criar suas aldeias com “casas” ou malocas com caixas, galhos, tecidos, papelão, cadeira, etc.&lt;br /&gt;·         Inventar uma língua. Sugerimos a idéia em que todas as vogais das palavras sejam substituídas por apenas uma vogal. Exemplo: Maria foi a cozinha pegar banana. Substituindo as vogais por apenas uma vogal,  a frase será...&lt;br /&gt;A - Maraa faa a cazanha pagar banana&lt;br /&gt;E - Merea fee e cezenhe peger benene&lt;br /&gt;I - Mirii fii i cizinhi pigir binini&lt;br /&gt;O - Moroo foo o cozonho pogor bonono&lt;br /&gt;U - Muruu fuu u cuzunhu pugur bununu&lt;br /&gt;Pode também usar uma cantiga infantil conhecida das crianças e fazer a brincadeira.&lt;br /&gt;·         Sugestão: a identidade de cada país (grupo) pode ser dada pelos materiais reciclados (embalagens, tampinhas, colagens, panos pelos corpos, materiais com PET, etc), catados e trazidos pelas crianças.&lt;br /&gt;·         Sugestão: recortar os reinos no mapa africano e depois juntá-los – idéia de Império (vários reinos e tribos agregados) e propor dois impérios africanos.&lt;br /&gt;Fale que estes grandes reinos africanos tinham poderosos guerreiros. Usavam armas de ferro e lutavam entre si, o que facilitou a penetração dos colonizadores europeus. As muitas brigas entre os reinos (países) africanos facilitaram a derrubada do Império Kanem Bornu.&lt;br /&gt;Como hoje, no ano de 2010, estamos vivendo a Copa, desafie as crianças a fazerem outras coisas que substituam a guerra, vocês podem criar um campeonato (corrida do saco, arremesso de cuspe, contar piada, dança, jogo de casal, outros).&lt;br /&gt;2º dia da 3ª semana - Construção do Mapa da Europa&lt;br /&gt;Inicie a oficina fazendo aquecimento corporal com as crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Semelhante ao dia anterior, mostre num mapa mundi onde fica o continente Europeu ou acesse o programa Google Earth (google terra) e mostre na internet onde está o Brasil, a África e a Europa e novamente mostre o mar que os separa.  Pesquise se na biblioteca da escola tem algum livro com ilustrações sobre a Europa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faça um resumo das histórias e atividades do dia anterior. Continue contando que, em 1571, homens europeus, sabendo que no continente africano existiam muitas minas de prata, ouro e pedras preciosas, resolveram invadir as terras africanas para roubar as riquezas. Além de tomar as riquezas, os europeus resolveram “capturar” os homens, mulheres e crianças africanos e vendê-los como escravos.&lt;br /&gt;·         Mostre o mapa da Europa e o reconstrua com as crianças, sem muitos detalhes.  Pode fazer colagem com gravuras de pessoas e coisas que lembrem os europeus, etc. Exponha este mapa em um local da sala junto com o mapa da África.&lt;br /&gt;·         Pergunte as crianças como estes europeus fizeram para viajar até a África?&lt;br /&gt;·         Fale que os escravos vieram para o Brasil em grandes navios. &lt;br /&gt;·         Se tiver adolescentes na turma, sugerimos que exiba o filme “Amistad” de Spilberg para eles.&lt;br /&gt;SUGESTÕES: Desenhos de bandeiras dos países que estão na Copa do Mundo (pintar e fazer pesquisa). Pode ser feito um desfile da delegação dos países. Gincana.&lt;br /&gt;Confecção de medalhas e troféus com produtos reciclados.&lt;br /&gt;Confecção de “jogo de pregos”. Material: madeira e pregos. Na madeira faça marcações de um campo de futebol, pregue os pregos como se fossem os jogadores. A bola pode ser uma moeda de cinco centavos e jogue com os dedos (peteleco).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2946747083495666658-4779750575566827365?l=ocnimodelos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/feeds/4779750575566827365/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2010/06/oficina-abolicao-mapas-da-africa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/4779750575566827365'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/4779750575566827365'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2010/06/oficina-abolicao-mapas-da-africa.html' title='Oficina Abolição-Mapas da África'/><author><name>luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14941412506913599313</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-0hCkvvCLqHQ/TZTWrw8E1dI/AAAAAAAAACg/jDb21GKQVX0/s220/Imagem1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2946747083495666658.post-859773429659349072</id><published>2010-06-21T08:48:00.000-07:00</published><updated>2010-06-21T08:57:59.746-07:00</updated><title type='text'>Oficina Abolição-Caça ao tesouro(esta oficina é composta por : resumo da história e a brincadeira caça ao tesouro)</title><content type='html'>Este resumo se baseia na história Caça ao Tesouro, da Revista Turma do Sítio do Pica-Pau Amarelo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vovó Dona Benta estava em casa preocupada com a demora das crianças. Já passava da hora do almoço quando Emília, Pedrinho e Narizinho entraram em casa rindo e fazendo bagunça.   &lt;br /&gt;- onde vocês estavam? Dona Benta perguntou.&lt;br /&gt;- Fomos atrás do tesouro, lá nas terras do seu Fabiano. Falou Pedrinho, Narizinho e Emilia.  &lt;br /&gt;Dona Benta falou: - Há muito tempo um grupo de escravos escondeu ali um tesouro que nunca foi encontrado. Eles usariam o tesouro para fugir, mas com a ABOLIÇÃO não foi mais preciso e deixaram tudo para trás. &lt;br /&gt;As crianças decidiram procurar o tesouro perdido. &lt;br /&gt;- Se a gente cavar tudo a fazenda vai ficar destruída. Pedrinho alertou. &lt;br /&gt;- Vamos à biblioteca da cidade, lá deve ter registros antigos sobre as fazendas da região. Visconde teve uma idéia.&lt;br /&gt; - Os ANTEPASSADOS de seu Fabiano gostavam de ter escravos? Narizinho perguntou.&lt;br /&gt; - Bem, com certeza não eram ABOLICIONISTAS! Respondeu o Visconde. &lt;br /&gt;- O que é abolicionista? Perguntou Emilia curiosa.&lt;br /&gt;- São pessoas que eram contra a escravidão, como Joaquim Nabuco, José do Patrocínio, Luís Gama e Rui Barbosa... No Brasil começou um movimento para libertar os escravos. Naquela época a Inglaterra comandava o tráfico de escravos.  &lt;br /&gt;Toda turma pesquisou na biblioteca e descobriu que antes da LEI ÁUREA que libertou todos os escravos em 13 de maio de 1888, aconteceram duas leis: &lt;br /&gt;A do VENTRE LIVRE, que libertava os filhos de escravos que nascessem a partir de 1850 e a Lei dos Sexagenários, que ALFORRIAVA os escravos velhinhos, com mais de 65 anos, em 1885. &lt;br /&gt;Emília perguntou: - Se os escravos da fazenda tinham um tesouro, por que não usavam para comprar sua alforria?  &lt;br /&gt;Visconde respondeu: - Emília, o senhor de escravos tinha que concordar com isso! Senão, nada feito! Vamos procurar alguma pista do tesouro nos livros. Este livro diz que a lei dos sexagenários foi assinada pela Princesa Isabel, a mesma que assinou a Lei Áurea!&lt;br /&gt;- Ela era uma Princesa encantada? Perguntou Emília.&lt;br /&gt;- Não diga bobagens Emília! Retrucou Narizinho.&lt;br /&gt;- Minha querida Emília, esta história está longe de ser um conto de fadas com final feliz! Alertou Visconde.&lt;br /&gt;- Como assim? Perguntou Pedrinho. &lt;br /&gt;Então, Visconde explicou que a escravidão acabou, mas as pessoas foram soltas à sua própria sorte. A Lei Áurea não dizia o que deveria acontecer com os ex-escravos, muitos eram jogados para fora da fazenda, pois o seu ex-senhor não tinha como lhe pagar. Assim, muitos ex-escravos vindos de fazendas falidas, engrossavam a classe dos necessitados e marginalizados nas cidades. &lt;br /&gt; Narizinho começou a procurar por pistas nos jornais antigos e Emília pegou um livro e descobriu que um pintor chamado Alfredo dos Reis expôs uma série de pinturas sobre as fazendas da região. Pedrinho achou que estas pinturas poderiam ter pistas e pediu para que todos procurassem pelos livros de Alfredo dos Reis. Finalmente encontraram o livro. &lt;br /&gt;- Olha é a casa do seu Fabiano! Disse Emília sorrindo.&lt;br /&gt;- E aqui, perto das árvores, o que é? Perguntou Pedrinho apontando o dedo para a pintura.&lt;br /&gt;- Só pode ser a SENZALA. Mas já a senzala já desapareceu. Disse Visconde.&lt;br /&gt;- A casa dos escravos? Disse Narizinho desconfiada.&lt;br /&gt;- Bingo! Se existe um tesouro de escravos, só pode estar lá! Disse Pedrinho.&lt;br /&gt; Pegaram o livro e correram para o local. Emília com a pintura em mãos, finalmente encontrou onde ficava a senzala.&lt;br /&gt;- É aqui! Pode cavar! Disse Emília. &lt;br /&gt;Todos comemoraram! Pedrinho começou a cavar.&lt;br /&gt;- Achei! Achei! Gritou Pedrinho. Quando Emilia abriu a caixa do tesouro sabe o que tinha dentro? Muitas chaves. É... Faz sentido... Para os escravos essas chaves seria o maior tesouro. A sua própria LIBERDADE!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2946747083495666658-859773429659349072?l=ocnimodelos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/feeds/859773429659349072/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2010/06/oficina-abolicao-caca-ao-tesouroesta.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/859773429659349072'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/859773429659349072'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2010/06/oficina-abolicao-caca-ao-tesouroesta.html' title='Oficina Abolição-Caça ao tesouro(esta oficina é composta por : resumo da história e a brincadeira caça ao tesouro)'/><author><name>luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14941412506913599313</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-0hCkvvCLqHQ/TZTWrw8E1dI/AAAAAAAAACg/jDb21GKQVX0/s220/Imagem1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2946747083495666658.post-1735533710207973761</id><published>2010-06-21T08:43:00.000-07:00</published><updated>2010-06-21T08:46:57.959-07:00</updated><title type='text'>Oficina Abolição-Caça ao tesouro</title><content type='html'>Oficina Abolição-Caça ao tesouro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inicie a oficina fazendo aquecimento corporal com as crianças. &lt;br /&gt;Conte de forma teatralizada a história “Caça ao Tesouro”, da turma do Sitio do Pica-pau Amarelo, parte deste encarte. Para as turmas A (crianças menores) e B (crianças maiores), sugerimos que conte a história usando fantoches feitos e pintados pelo estagiário junto com as crianças. Pode também fazer dedoches (fantoches para os dedos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cante e brinque de escravos de Jô - Peça às crianças que catem pedrinhas. Veja as duas versões abaixo:&lt;br /&gt;Escravos de Jó – a música Escravos de Jó - o jogo&lt;br /&gt;Escravos de Jó, jogavam caxangá&lt;br /&gt;Tira, bota, deixa o Zé Pereira ficar... ou Zambelê ficar...&lt;br /&gt;Guerreiros com guerreiros fazem zigue zigue zá&lt;br /&gt;Guerreiros com guerreiros fazem zigue zigue zá.&lt;br /&gt; Sentadas em roda, as crianças pegam uma pedra cada um. Ao ritmo da música, cantada, entregam sua pedra ao colega da direita. Em determinados momentos da letra, não a soltam e a trazem de volta. Os movimentos são repetidos só ao som da música solfejada. Depois em silêncio, apenas mantendo o ritmo. Voltam, então, a cantar.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;                &lt;br /&gt;Em seguida, divida a turma em dois ou mais grupos. Cada grupo escolhe um nome para sua equipe. O tesouro pode ser confeccionado por cada grupo com papel, tinta, cola, jornal, tampinha de refrigerante (moedas de ouro), balas, doces, brinquedos, guloseimas, etc. É importante que nenhum dos grupos tome conhecimento do tesouro pertencente ao outro grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Junto com os grupos o estagiário dá um passeio de reconhecimento pela escola com o objetivo de encontrar um bom local para esconder seus tesouros e incentiva a turma, para que em grupo, identifique um local para o esconderijo. Feito isso, o estagiário acompanha o representante de apenas um grupo para ajudá-lo a esconder o seu tesouro e em seguida, repete a ação com o outro grupo. &lt;br /&gt;Essa brincadeira é composta por uma seqüência de pistas ou charadas. Faça pistas que levem a uma seguinte, por exemplo, um papel escrito "Trim,Trim" pode ser uma pista que levará a um telefone público, dentro da escola. Nesse telefone coloque  outra pista que levará a outro local, e assim sucessivamente, até chegar ao último local escolhido pela equipe  criadora das pistas. Cabe ao estagiário definir o número de pistas que cada equipe terá para procurar o tesouro, sugerimos o mínimo de cinco. É importante lembrar que o local da brincadeira deve o espaço físico da escola. O comando para a caça ao tesouro, aos grupos, será dado ao mesmo tempo e o grupo que solucionar as charadas mais rápidas, será o vencedor.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Variações: &lt;br /&gt;• Se o prêmio for comida, incentive o grupo vencedor a compartilhá-lo alegremente com todos.  Nesta proposta é o estagiário quem escolhe e esconde o prêmio e os locais que servirão de esconderijos para as pistas ou charadas. Você poderá realizá-la com a Turma A (menores). O número de pistas deve ser de acordo com a quantidade de equipes. &lt;br /&gt;• Sugestão para a Turma B (maiores): ao invés do estagiário decidir e fazer todas as coisas incentive que cada grupo faça seu tesouro, escolha seu esconderijo e faça um mapa do tesouro para o outro grupo. Se o esconderijo do tesouro for o campo de futebol da escola, no mapa deverá constar este campo e o local do tesouro marcado com um “X”. O mapa deverá conter elementos reais da escola, por exemplo: o prédio, as árvores, os bancos, a quadra, um poste, entre outros. O grupo 01 entrega o mapa para o grupo 02 e vice-versa, as duas equipes saem em busca do tesouro simultaneamente. &lt;br /&gt;• O grupo que ficar a espera enquanto o outro grupo esconde o tesouro pode ficar com os olhos vendados, cantando a música “Corre Emilia”, quatro vezes, alternando os nomes dos personagens (Emilia, Narizinho, Visconde e Pedrinho). Após cantarem a música, tiram as vendas e iniciam a “caça ao tesouro”.  &lt;br /&gt;• À medida que as crianças procuram o tesouro, o outro grupo poderá ficar dizendo: “tá quente” ou “tá frio”.  &lt;br /&gt;• Sugestão para produção do tesouro: duas caixas ornamentadas, na primeira caixa ficam as guloseimas (doces, balas, pirulitos, etc) e na segunda caixa, guardada dentro da primeira, coloque um espelho que refletirá outro tesouro, o rosto da criança que se olha. &lt;br /&gt;• Não incentive a competição ferrenha entre as crianças, mas a alegria do brincar e do compartilhar.  Ajude-os a dividir as guloseimas.&lt;br /&gt;• Que junto as pista sejam incluídas informações sobre as leis:  Exemplo:&lt;br /&gt;Lei Áurea 13 de maio de 1888 Libertava todos os escravos&lt;br /&gt;Lei dos Sexagenários 1885 Alforriava os escravos velhinhos, com mais de 65 anos&lt;br /&gt;Lei do Ventre Livre 1850 Libertava os filhos de escravos nascidos a partir desta data&lt;br /&gt;• No 1º dia da oficina: conte a história, faça os fantoches, brinque com as músicas e produza o tesouro;  no 2º dia peça que criem os mapas e realize a “caça ao tesouro”.  Boa sorte e muito sucesso!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2946747083495666658-1735533710207973761?l=ocnimodelos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/feeds/1735533710207973761/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2010/06/oficina-abolicao-caca-ao-tesouro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/1735533710207973761'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/1735533710207973761'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2010/06/oficina-abolicao-caca-ao-tesouro.html' title='Oficina Abolição-Caça ao tesouro'/><author><name>luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14941412506913599313</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-0hCkvvCLqHQ/TZTWrw8E1dI/AAAAAAAAACg/jDb21GKQVX0/s220/Imagem1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2946747083495666658.post-5984850622315507027</id><published>2010-05-21T08:58:00.000-07:00</published><updated>2010-05-21T08:59:44.364-07:00</updated><title type='text'>Oficina Abolição</title><content type='html'>Oficina da Abolição&lt;br /&gt;1º. Semana da Oficina - A Rainha Mandona e o Rei Mandão&lt;br /&gt; Vamos brincar de Rei e Rainha?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1º Dia - Primeiro perguntem as crianças como elas imaginam os reis e rainhas. Como se vestem, o que comem, onde o Rei e a Rainha moram. Junto com a turma crie um reino e eleja um nome, crie nomes para os reis, e pergunte como as crianças acham que os reis tratavam seus súditos. Para estimular a turma leve um livro, figuras, vídeos de Rei e Rainha. Você pode achar livros com o tema na biblioteca da escola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois que as crianças se “envolverem” neste universo, estimule a turma para escolher duas crianças para formarem o casal - Rei e Rainha. O restante das crianças formará os “súditos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois que vocês criarem o reino e escolherem o rei e a rainha, diga ao casal que eles serão “muito mandões” e diga aos súditos que todos deverão obedecer aos reis. Todos vão trabalhar para o casal real sem reclamar e sem ter direito a nada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste primeiro dia da oficina o estagiário divide as crianças – em grupos de súditos e a cada grupo deverá dar tarefas. O Rei e a Rainha chamarão os grupos de súditos e darão as “ordens” a cada grupo. Sugerimos que nesta hora brinquem com a música:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Versão 01&lt;br /&gt;Versão 02&lt;br /&gt;Boca de forno – forno!&lt;br /&gt;Tirando bolo – bolo!&lt;br /&gt;Jacarandá – já!&lt;br /&gt;Quando eu mandar?  Vou!&lt;br /&gt;E se não for? Apanha!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bento que Bento é o frade -  frade!&lt;br /&gt;Da boca do forno – forno!&lt;br /&gt;Tudo que o mestre mandar – faremos todos!&lt;br /&gt;Se não fizer?-  levaremos bolo!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para fazer as tarefas estimule as crianças a procurar materiais reciclados, ou então organize estes materiais anteriormente. Eles deverão confeccionar as roupas reais (Rei e Rainha),  criar as coroas, os cetros, os mantos, enfeitar as cadeiras do trono, etc. Lembre de estimular a participação, a criatividade e a imaginação das crianças. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só fala o Rei ou a Rainha com voz de comando.&lt;br /&gt;(As ordens abaixo são sugestões para os estagiários. Lembre que cada ordem consiste numa tarefa que os súditos deverão cumprir e apresentar no segundo dia da oficina, ao rei e rainha. Lembre que se você faz oficina um dia na semana, o outro estagiário deverá fará a segunda parte da oficina).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuação da música com as ordens reais.&lt;br /&gt;Esta ordem deverá ser dada a todos os grupos de súditos:&lt;br /&gt;ü  Seu rei mandou dizer que todos devem trazer materiais recicláveis (caixinhas, jornal, revista, tecidos, TNT, tampinhas, papeis de bala, cola, tinta, papel ofício, outros).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois que todas as crianças trouxerem os materiais a brincadeira continua, todavia agora as ordens serão dadas por grupos de súditos.&lt;br /&gt;“Seu Rei mandou dizer que...” ou “ Vai daqui, vai dali....”&lt;br /&gt;ü  Quero que façam duas coroas cheias de ouro para mim...&lt;br /&gt;ü  Quero que façam dois mantos bem bonitos, com todas as pedras preciosas e os melhores tecidos do mundo para mim...&lt;br /&gt;ü  Quero que façam dois tronos majestosos para mim...&lt;br /&gt;ü  Quero que tragam o mar, os rios e os peixinhos para mim (fazer um desenho)...&lt;br /&gt;ü  Quero que tragam as florestas, as árvores com passarinhos para mim (fazer um desenho)....&lt;br /&gt;ü  Quero que  tragam o céu, a lua, o sol, as nuvens e as estrelas para mim (fazer um desenho)...&lt;br /&gt;ü  Quero que façam um banquete com as iguarias mais finas do mundo para mim... (fazer desenho, ou criar alimentos&lt;br /&gt;ü  &lt;br /&gt;ü  de faz-de-conta, ou ir à cozinha pedir algum alimento, ou ainda pedir um biscoito de alguém)...&lt;br /&gt;ü  Quero que organizem uma banda, toquem e cantem músicas reais para mim...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As crianças se organizarão para cumprir as tarefas. O estagiário orientará as crianças para que executem as tarefas e finalizar as atividades deste dia, incentivando para a apresentação no próximo encontro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2º Dia – Neste dia as atividades são a continuidade e a finalização da oficina do dia anterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estagiário ajuda as crianças a se organizarem nas suas tarefas, pede ao casal real para se envolver novamente no seu papel e trono, com ares de quem manda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim os súditos deverão apresentar as tarefas por vez ao Rei e Rainha sentados nos tronos, com cetros e mantos reais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada grupo se apresenta e o casal real faz um sinal de aceito (dedo polegar para cima) e não aceito (dedo polegar para baixo), como nos filmes antigos de gladiadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O casal real aprecia as apresentações, mas nunca agradece aos súditos e os trata como se eles tivessem obrigação de servir sempre, como se fossem escravos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final todos se apresentam e o casal real não agradece.&lt;br /&gt;Nesta fase final o estagiário pergunta como as crianças se sentiram em fazer as coisas para os reis e eles não agradecerem nem valorizarem, tratando-os como se fossem escravos.... Deixe as crianças falarem sobre o que sentiram, sobre o não agradecimento dos reis; sobre a não valorização.  Quem quiser pode falar mal do rei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estagiário pergunta também ao casal real como se sentiram na posição de mandões. O que eles acham que os reis poderiam ter feito?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final da oficina, o estagiário pode dizer que há algum tempo atrás, muitas pessoas eram tratadas desta maneira. Trabalhavam muito, sem ter folga e tudo o que colhiam nas plantações ou que achavam de ouro e pedras preciosas tinham que dar tudo aos seus donos. Que estas pessoas podiam até ser separadas de suas famílias, bastando para isso que o dono delas quisesse vender para outras pessoas seus filhos e filhas. Estas pessoas eram os escravos. Cenas dos próximos capítulos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você também pode enfatizar para o grupo a importância de dizermos: obrigado, por favor, bom dia, boa tarde, boa noite, desculpe, elogiar o que o outro faz, outros.&lt;br /&gt;Baseado nas páginas de 3 a 15 da Revista do Sitio do Picapau Amarelo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2946747083495666658-5984850622315507027?l=ocnimodelos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/feeds/5984850622315507027/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2010/05/oficina-abolicao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/5984850622315507027'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/5984850622315507027'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2010/05/oficina-abolicao.html' title='Oficina Abolição'/><author><name>luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14941412506913599313</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-0hCkvvCLqHQ/TZTWrw8E1dI/AAAAAAAAACg/jDb21GKQVX0/s220/Imagem1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2946747083495666658.post-6198386763007695003</id><published>2010-04-20T12:50:00.000-07:00</published><updated>2010-04-20T12:52:38.050-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;FORMAÇÃO ESTAGIARIO DE CULTURA&lt;br /&gt;  OFICINA 2 – Pratos Poéticos&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1º encontro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme o mês anterior disponha as crianças em roda e realize o relaxamento inicial.&lt;br /&gt;Estique os braços, as pernas, de olhos fechados, sugira a eles imagens de lugares enquanto se alongam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Converse com as crianças indagando sobre as suas palavras preferidas. Pergunte o porquê de cada uma. Anote as palavras e peça a elas que descrevam as emoções que sentem com cada uma delas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realize um desenho coletivo em um painel (papel, papelão, jornal coberto de tinta branca ou de cor) com as imagens que elas revelaram ao descrever as palavras selecionadas. Tente contar uma história utilizando todas ou a maioria das palavras,&lt;br /&gt;de forma a unir as descrições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Solicite às crianças que participem da história encenando-a brevemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o próximo encontro peça que tragam recortes de jornal com notícias de seu interesse. Lembre-se de levar material suficiente, para o caso de esquecerem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2º encontro&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Após o relaxamento, leia as notícias brevemente e indague às crianças o porquê do interesse delas.  Depois recorte com elas as palavras-chave dessas notícias, no máximo três para cada uma. Assim cada criança terá três palavras que definem a notícia escolhida. Após isso coloque todas as palavras em um saquinho de plástico.&lt;br /&gt;Sorteie as palavras uma a uma, e forme um poema abstrato com elas, sem se preocupar com o sentido. Procure no poema sequências que possam formar sentido e discuta com as crianças sobre a possibilidade de desconstruir e construir histórias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faça um painel com as melhores sequências e forme um poema abstrato. Peça a elas que participem e não se esqueça de colocar o nome de todas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peça às crianças que recitem o poema com uma palavra de cada vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o próximo encontro peça a elas que tragam uma imagem de seu interesse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3º encontro&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Após o relaxamento, reúna as crianças com o material selecionado no meio da roda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peça que selecionem uma das imagens (exceto a sua) e contem uma história com ela. Anote as histórias e peça a todas juntas que definam uma palavra para cada história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recorte em papel, círculos do tamanho do fundo dos pratos do refeitório. Peça a elas que escrevam cada uma das palavras nesse círculo, ou que façam um desenho relativo a ela, sempre pedindo que ela se expresse verbalmente sobre o resultado. Também esteja aberta a outras possibilidades que venham a surgir, e faça suas próprias propostas de intervenção no fundo dos pratos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Discuta anteriormente com a diretora e com as CPPs a utilização do fundo de alguns pratos do refeitório com os recortes de papel feitos pelas crianças. Explique a elas que isso é uma intervenção poética para colorir e alegrar a rotina do almoço e da escola.&lt;br /&gt;Obs: Poderá seu usado prato descartável de plástico ou papelão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4º encontro&lt;/strong&gt;:  &lt;strong&gt;2ª intervenção: Pratos poéticos&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Reúna as crianças e coloque com fita adesiva os recortes nos fundos de alguns pratos do refeitório, organize algumas palavras de forma a fazerem sentido em sequência e as disponha na parte de baixo dos pratos de forma que quando levantados possam formar pequenas frases. Lembre-se da simplicidade da sua meta, lidar com palavras, ensinar palavras novas, incentivar a participação, incentivar a expressão. Convide outras turmas a usarem os pratos. Não use todos de uma vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pratos podem ser vistos de duas formas, quando saírem do refeitório e levantados sobre a mesa. Lembre-se de discutir com elas a seriedade do processo, mesmo que sejam crianças pequenas. Atribua a elas funções e faça com que se sintam orgulhosas de estarem produzindo essa intervenção. Elogios é sempre uma boa forma de colocá-las à vontade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Converse com elas anteriormente, sobre não fazerem bagunça no refeitório, nem levantarem o prato com comida em hipótese nenhuma. Elas devem sentir que isso é uma apresentação de atividade artística, como a dança, ou o teatro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fotografe e registre tudo, faça um painel público e exponha o resultado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2946747083495666658-6198386763007695003?l=ocnimodelos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/feeds/6198386763007695003/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2010/04/formacao-estagiario-de-cultura-oficina_20.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/6198386763007695003'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/6198386763007695003'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2010/04/formacao-estagiario-de-cultura-oficina_20.html' title=''/><author><name>luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14941412506913599313</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-0hCkvvCLqHQ/TZTWrw8E1dI/AAAAAAAAACg/jDb21GKQVX0/s220/Imagem1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2946747083495666658.post-4377327984914856651</id><published>2010-04-20T12:36:00.000-07:00</published><updated>2010-04-20T12:54:07.445-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;FORMAÇÃO ESTAGIARIO DE CULTURA&lt;br /&gt;OFICINA 1 - ACOLHIMENTO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;1º ENCONTRO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sugerimos para o início das atividades que recebam as crianças e propondo exercícios de alongamentos e busquem relaxar por meio de exercícios de respiração. Comecem alongando os pés, as pernas, o tronco, os braços, a cintura, etc.&lt;br /&gt;Esse relaxamento aumenta a concentração do grupo preparando as crianças para as atividades.&lt;br /&gt;Dispostos em roda, peça que cada um se apresente. Contando seu nome, idade, se tem irmãos, o bairro onde mora e etc., para que se conheçam.&lt;br /&gt;Sugestão de brincadeiras para a apresentação:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nome da criança - Cada criança confeccione uma espécie de crachá com seu nome e coloque em seu corpo (pregue com fita adesiva ou barbante). Complemente com brincadeiras de roda.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Exemplo 1: a barca virou, tornou a virar foi por causa de.... que não soube remar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exemplo 2: A música do elefante (O elefante se balançava numa teia de aranha, quando viu que a teia resistiu foi chamar... (nome da criança).&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Exemplo 3: dinâmica da bola. As crianças dispostas em roda. O estagiário inicia a brincadeira se apresentando, dizendo seu nome e alguma coisa que gosta, depois joga a bola para uma criança e esta se apresenta.&lt;br /&gt;É extremamente importante que o Estagiário participe e se apresente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O QUE EU GOSTO E O QUE EU NÃO GOSTO&lt;br /&gt;A segunda atividade do primeiro encontro é sugerir as crianças que digam o que elas gostam e o que elas não gostam na escola, no bairro onde mora, na vida, trabalhando depois as sensações que isso vem a provocar nelas.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Exercício sensorial&lt;br /&gt;Com as crianças em roda, peça que coloquem uma venda. Esta venda pode ser confeccionada com TNT ou retalho de pano.&lt;br /&gt;Para o exercício use diversos materiais para estimular as crianças como limão, perfume, açúcar, sal, o calor do sol, algodão, gelo, groselha, farinha, o som de uma garrafa de vidro, lixas, são exemplos de materiais que estimulam o tato, o olfato, o paladar e a audição. Busque os seus próprios materiais, sempre pensando no estímulo dos sentidos. Peça que associem as sensações do exercício com as declarações dadas anteriormente e digam uma a uma o que sentem em relação ao exercício realizado.&lt;br /&gt;Por fim, peça a elas que escrevam uma palavra que defina O QUE EU GOSTO e O QUE EU NÃO GOSTO. Guarde as palavras para o próximo encontro. Peça a elas que tragam revistas e jornais com imagens para serem recortadas. Lembre-se de levar material para o caso deles esquecerem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2º ENCONTRO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Com as revistas e jornais reunidos no centro disponha as crianças em roda. Faça o relaxamento como no dia anterior. Após isso peça a elas que recortem imagens que lembrem as sensações, medo, alegria, tristeza, raiva, calma, coragem, repulsa, desejo, fome, são algumas das sensações que podem ser retratadas pelos recortes. Organize os recortes por sensações, e peça que elas descrevam momentos em que sentiram isso (medo, alegria, etc ). Peça que associem as sensações ao local onde moram, sempre descrevendo através de histórias e situações que ocorreram. Depois peça para inventarem histórias onde as sensações descritas por elas apareçam em algum momento, ao final da história de cada um, o mediador traça uma relação entre as histórias reais e as imaginadas. Para o próximo encontro peça que tragam caixas de papelão grandes e pequenas, de preferência de supermercados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3ºENCONTRO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pergunte a elas quais as cores que se associam as sensações trabalhadas, e peça que escolham para si uma das cores. Monte um painel com as sensações ESCRITAS ou DESENHOS e as suas cores. Lembre-se de pôr o nome de todos no painel.&lt;br /&gt;Divida as caixas em grupos relacionados as sensações descritas no encontro anterior. (grupo do medo, grupo da alegria, grupo da raiva, grupo do amor, etc.).Em caso de haver mais de uma cor para sensação realize uma votação entre elas e escolha uma das cores. Usando as cores indicadas fora por eles para cada sensação, pinte com as crianças as caixas completamente por fora formando sólidos coloridos.&lt;br /&gt;Decida com as crianças onde pode ser realizada a interferência na escola, usando para isso os sólidos coloridos. Não se esqueça de comunicar previamente a CPP e a direção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4º ENCONTRO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após o relaxamento, reúna os sólidos coloridos no centro e disponha as crianças em roda.&lt;br /&gt;1ª intervenção: LABIRINTO DAS EMOÇÕES&lt;br /&gt;No local escolhido, junto com as crianças, disponha os sólidos coloridos, criando áreas para cada emoção descrita, escreva nos sólidos ou no chão as SENSAÇÕES, variando em tamanho e forma. Forme por exemplo, o cantinho da alegria, o corredor da raiva, a parede do medo, e assim por diante, dispondo as caixas por todo o espaço, se precisar preenchê-lo de todo, mas criando espaços acolhedores.&lt;br /&gt;Peça a elas que escrevam (com giz, por exemplo) coisas que lembram a elas essas sensações, formando no espaço um labirinto de palavras e cores. Caminhe com elas pelo espaço e peça que brinquem de mudar de sensação de acordo com os espaços criados e as suas cores.&lt;br /&gt;É importante que o mediador cultural participe do passeio pelo espaço solicitando às crianças que brinquem de trocar de emoções à medida que andar pelo caminho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2946747083495666658-4377327984914856651?l=ocnimodelos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/feeds/4377327984914856651/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2010/04/formacao-estagiario-de-cultura-oficina.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/4377327984914856651'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/4377327984914856651'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2010/04/formacao-estagiario-de-cultura-oficina.html' title=''/><author><name>luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14941412506913599313</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-0hCkvvCLqHQ/TZTWrw8E1dI/AAAAAAAAACg/jDb21GKQVX0/s220/Imagem1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2946747083495666658.post-6282022276180370774</id><published>2009-05-22T20:36:00.000-07:00</published><updated>2009-09-04T15:01:53.707-07:00</updated><title type='text'>Brincando de novo</title><content type='html'>&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-width: 0px; font-family: inherit; font-size-adjust: none; font-size: 100%; font-stretch: normal; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: normal; margin: 0px; padding: 3px; text-align: left; width: auto;"&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Brincadeiras apresentadas originais e com variações pelos mediadores de cultura&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Brincadeira 1 – pesquisa de brincadeira&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Brincadeiras favoritas das crianças e do mediador. Confecção de materiais e outros das brincadeiras. E contar a nossa história de brincadeiras. Pesquisar com a comunidade. Catalogar num livro as brincadeiras descobertas. Além de fazer mural e afim.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Brincadeira 2 - boneca de lata&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Apresentar a brincadeira original. Incluir partes e aumento de numeração. Em “Minha boneca de lata , bateu a cabeça... bateu o ombro”, etc e acrescentar os números.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Roda onde as crianças possam ir ao centro, escolher por ordem a parte do corpo e dar um jeito próprio de mexer/apresentar a parte para que os demais descubram e acompanhem a música.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Catar no espaço da escola, folhas, pedras, gravetos, papeis de bala e etc, para compor um boneco feito pela turma.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Brincadeira 3 – assassino, vitima e detetive&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Crianças sentadas em roda. Sortea-se um para ser o detetive, outro para ser o assassino e o restante é vítima. A brincadeira começa e o assassino pisca o olho para uma das vítimas, cuidando para que o detetive não o veja. A vítima cai morta no chão. A brincadeira começa e o assassino elimina as vítimas até o detetive descobrir e prendê-lo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Brincadeira 4 - bafomória&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;1 - Confeccionar um “jogo da memória” e brincar em forma de “bafo”. Variações:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• pode produzir o jogo da memória com a “catação”. ex.: Papéis de bala iguais&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• quando no material do jogo tiver textura pode-se utilizar como jogo da memória&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• pode-se produzir jogos com cartolinas, sobre os super-heróis deles e brincar somente de bafo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Brincadeira 5 - pique esconde (com variações)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Simula-se um resgate de um grupo que está fazendo uma trilha numa floresta (adaptar para a área da escola). Uma das crianças conta de 1 até 10, as outras crianças se escondem, “se perdem”.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A primeira criança encontrada ajuda a procurar (resgatar) as demais. Neste roteiro incentiva-se a criança a catar objetos que ajudem no resgate. Exemplo: se a criança é o bombeiro, podemos simular mangueira, cordas e etc.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Finaliza depois que todos forem resgatados, indo aos locais que eles se perderam.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Brincadeira 6 - imitação&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fazer uma roda. Entregar um papelzinho para cada criança. Cada criança deverá pedir para que seu colega do lado faça uma imitação ou algum mico. Depois recolhe-se os papéis. Informa-se que o “Feitiço virou contra o Feiticeiro” aquilo que a criança desejou para seu próximo, será ele quem irá fazer.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Brincadeira 7 - corte de número&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dependendo do nº de crianças ex.: 5 crianças. Passar a bola de mão em mão. Quando a 4ª criança tiver contato com a bola a 5ª é cortada. Senão agarrar a bola.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Brincadeira 8 - cinco marias&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Pegar 5 pedrinhas, jogá-las ao chão.Pegar uma das pedras, jogá-la pra cima, enquanto isso, pegar outro no chão para se juntar com aquela que está no ar seguindo assim até pegar a última pedra.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Jogar uma das pedrinhas para cima enquanto isso pegar outra do chão, depois jogar as duas primeiras para cima e pegar &amp;nbsp;terceira, e assim sucessivamente.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Outra parte é onde a criança usa uma das mãos apoiando o polegar e o indicador no chão, de modo que fique parecendo um “túnel”, daí com as pedras em frente a esse “túnel”, elas escolhem uma pra ser mãe, vai jogando uma pra cima e empurrando a outra para dentro sem que estas encostem na mãe. A mãe será a última a entrar no “túnel”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Brincadeira 9 - corre cotia&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Todos formam um circulo enquanto uma outra criança ficará fora desse círculo e deverá correr em volta dos que estão no círculo, escolhendo uma para deixar um objeto (sugestão: bola) atrás da pessoa escolhida.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• A criança escolhida deve pegar a bola e correr atrás da primeira com o objetivo de atingir-la antes que esta sente em seu lugar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Brincadeira 10 - tudo o que o mestre mandar&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Organiza-se as crianças em grupos e o mediador, com as crianças enfileiradas, fala em voz alta:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;“Bento que Bento é o frade! &amp;nbsp;(crianças:frade!)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Na boca do forno? &amp;nbsp; (crianças:forno)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tudo o que o mestre mandar? &amp;nbsp; (crianças:faremos todos)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E se não fizer? &amp;nbsp; &amp;nbsp;(crianças: levaremos bolo)”&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Depois disso, o mediador que é o mestre da brincadeira, propõe alguma tarefa para que as crianças executem, como por exemplo, pular em um pé só. Exemplo:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;“Seu mestre mandou pular num pé só!”&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E as crianças pulam. Quem não realizar a tarefa, leva o “bolo” (tapa de leve na mão direita).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Brincadeira 11 - passaralho&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Forma-se uma fila com as crianças. Duas das crianças formarão um túnel. Logo após o 1º e 2º passo, todas as crianças cantarão a música do passaralho. Durante a passagem da fila de crianças, as duas do túnel prenderão uma criança da fila. As crianças do túnel escolherão cada uma um animal e pedirão a criança que escolha qual ela quer. Pedir a criança que imite o animal que ela escolheu e entrar na fila atrás de quem escolheu o animal. Ganha a equipe do túnel que estiver com o maior nº de crianças no final da brincadeira.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman';"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2946747083495666658-6282022276180370774?l=ocnimodelos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/feeds/6282022276180370774/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2009/05/brincando-de-novo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/6282022276180370774'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/6282022276180370774'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2009/05/brincando-de-novo.html' title='Brincando de novo'/><author><name>geferson gomes coutinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10898461583684909519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_SCQiHVDjuB4/SiW0V12b2II/AAAAAAAABmY/CD61vNJ5844/S220/gef.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2946747083495666658.post-4308675817869186208</id><published>2008-06-18T06:09:00.001-07:00</published><updated>2009-03-25T10:04:22.581-07:00</updated><title type='text'>REEQUILIBRANDO  – Objetos</title><content type='html'>&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;REEQUILIBRANDO – Objetos | Turmas A/B | Encontros: 3&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Resumo&lt;/span&gt;: Esta oficina apresenta por objetivo a exploração estética das possibilidades materiais (peso, maleabilidade, rigidez, planaridade, entre outras) e formais (verticalidade, horizontalidade, inclinação, entre outras) de objetos cotidianos (como cadeiras, lápis, livros, pedras) empregados em um exercício de criação tridimensional livre, voltado para a construção de estruturas capazes de se sustentar por si mesmas. Discutirá questões de equilíbrio visual e espacial, economia de recursos como opção estética, além de explorar a motricidade e o raciocínio lógico-construtivo das crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Recursos materiais&lt;/span&gt;: Papéis, lápis e/ou canetas, lápis de cor, canetinhas, giz de cera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;=&gt; &lt;strong&gt;PRIMEIRO ENCONTRO&lt;/strong&gt; – &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,102,0); FONT-WEIGHT: bold"&gt;Equilíbrio e desequilíbrio&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Antes da saída da escola, o oficineiro solicitará ao grupo que, durante o trajeto da mobilidade, atente para as relações de equilíbrio espacial e visual identificadas entre os diversos elementos da paisagem.&lt;br /&gt;2. Ao longo do percurso, o oficineiro deve incentivar os participantes a elencar e descrever oralmente os objetos equilibrados e desequilibrados presentes no trajeto, deixando que as crianças formulem suas próprias noções de "equilíbrio" e "desequilíbrio".&lt;br /&gt;3. Na chegada ao espaço parceiro o grupo deverá discutir suas noções de "equilíbrio" e "desequilíbrio". O oficineiro deve instigar o grupo através de perguntas diretas (Um objeto torto é um objeto desequilibrado? E um objeto de três pernas?).&lt;br /&gt;4. O oficineiro distribuirá papéis, lápis e/ou canetas para o grupo.&lt;br /&gt;5. O oficineiro dividirá a turma em dois grupos.&lt;br /&gt;6. Ao primeiro grupo será solicitado que identifiquem, no espaço parceiro, elementos considerado "equilibrados". Ao segundo grupo, que identifiquem elementos "desequilibrados".&lt;br /&gt;7. Os grupos terão um intervalo de 18 minutos para percorrer o espaço e identificar os objetos/elementos. Cada participante deverá registrar individualmente os elementos identificados através de desenhos simples.&lt;br /&gt;8. O grupo deverá expor e discutir os objetos "equilibrados" e "desequilibrados" identificados (na mobilidade e no espaço parceiro), apontando e questionando as características responsáveis pela situação de "equilíbrio" ou "desequilíbrio" (objetos que se apóiem sobre faces planas, objetos que se apóiem sobre pernas, objetos que se apóiem sobre outros objetos).&lt;br /&gt;9. O oficineiro dividirá a turma em quatro grupos.&lt;br /&gt;10. Cada grupo deverá construir relações de equilíbrio visual e/ou espacial entre objetos presentes no espaço parceiro (como cadeiras, lápis, livros, pedras, entre outros). O oficineiro deve orientar o grupo a buscar relações de equilíbrio diversas daquelas identificadas no cotidiano de cada objeto.&lt;br /&gt;11. O grupo deverá identificar e registrar as formas geométricas (regulares e irregulares) ou orgânicas produzidas durante o exercício.&lt;br /&gt;12. Debate sobre a experiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;=&gt; &lt;strong&gt;SEGUNDO ENCONTRO&lt;/strong&gt; – &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,102,0); FONT-WEIGHT: bold"&gt;Papel em pé&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recursos materiais:&lt;/span&gt; Cartolinas (pode-se reaproveitar cartolinas utilizadas para a produção de cartazes nas atividades do horário regular e nas oficinas de aprendizagem), tesouras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. A turma será dividida em grupos de até quatro participantes.&lt;br /&gt;2. O oficineiro distribuirá os materiais para os grupos (no mínimo duas folhas de cartolina e duas tesouras para cada grupo).&lt;br /&gt;3. O oficineiro propõe a utilização desses materiais para a criação de esculturas. Os critérios para a realização da atividade devem ser esclarecidos: cada grupo deve, em um intervalo de 13 a 19 minutos, produzir uma estrutura o mais alta possível e que seja capaz de se apoiar sobre apenas dois pontos de sustentação.&lt;br /&gt;4. Após o intervalo pré-determinado, o oficineiro recolherá as tesouras dos grupos.&lt;br /&gt;5. Os grupos devem analisar todas as produções coletivamente, criando legendas para cada escultura, contendo informações como, formas identificadas, cores, medidas, entre outras características. Se possível as escultura devem ser fotografadas.&lt;br /&gt;6. Os grupos deve trocar de escultura entre si.&lt;br /&gt;7. Cada grupo fará uso da formas já criadas pelo grupo anterior para a produção de uma nova escultura, sem empregar tesouras, reorganizando-as durante um intervalo de sete minutos.&lt;br /&gt;8. Os grupos devem, mais uma vez, analisar todas as produções coletivamente, criando legendas para cada escultura, contendo informações como, formas identificadas, cores, medidas, entre outras características. Se possível as escultura devem ser fotografadas.&lt;br /&gt;9. As etapas 7 e 8 serão repetidas até que todos os grupos tenham interferido em todas as esculturas.&lt;br /&gt;10. Diálogo sobre a experiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;=&gt; &lt;strong&gt;TERCEIRO ENCONTRO&lt;/strong&gt; – &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,102,0); FONT-WEIGHT: bold"&gt;Verticalizando&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Recursos materiais:&lt;/span&gt; Sobras de madeiras de tamanhos e formatos variados, palitos de picolé, palitos de churrasco, barbante ou lã, papéis de tamanhos e formato variados, tesouras, arame, canetas e/ou lápis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Observação&lt;/span&gt;: Antes do encontro, o oficineiro deverá viabilizar alguns dos materiais necessários à realização da oficina, como as sobras de madeira. Caso seja identificada, no bairro, alguma atividade ou estabelecimento, como uma carpintaria ou marcenaria, cujos refugos possam ser aproveitados para a realização da oficina, o oficineiro poderá incluir uma etapa de coleta de materiais com a participação do grupo.&lt;br /&gt;1. O oficineiro fará a divisão dos materiais coletados em grupos: a) madeira e barbante e/ou lã; b) papel e tesoura; c) arame.&lt;br /&gt;2. O oficineiro deve iniciar uma discussão sobre os conceitos de horizontal e vertical, permitindo que o grupo formule e exponha verbalmente sua compreensão sobre essas noções. A turma deve estabelecer uma diferenciação entre esses conceitos.&lt;br /&gt;3. O oficineiro apresentará a proposta de criação livre (individual ou coletiva) de estruturas, explicitando que os objetos produzidos devem ser capazes de se manter de pé sem o auxílio de outros objetos além dos materiais disponibilizados para o uso no grupos determinados na primeira etapa.&lt;br /&gt;4. Cada participante deverá escolher um grupo de materiais com o qual prefere trabalhar. Desse modo, a turma deverá ser dividida em três grupos. O oficineiro deve explicitar que cada grupo poderá empregar apenas os dois tipos de materiais previamente especificados em cada grupo, deixando claro que todos os participantes poderão utilizar o três grupos de materiais, mas para produzir objetos diferentes. Logo, cada participante poderá construir, no mínimo, três objetos.&lt;br /&gt;5. Os participantes devem produzir objetos providos de apenas três pontos de apoio em um intervalo de 9 a 18 minutos.&lt;br /&gt;6. Troca de materiais.&lt;br /&gt;7. Os participantes devem produzir objetos providos de apenas dois pontos de apoio em um intervalo de 7 a 13 minutos.&lt;br /&gt;8. As etapas 6 e 7 se repetem até que todos os grupos tenham passado por todos os conjuntos de materiais.&lt;br /&gt;9. O oficineiro deve atuar como monitor, orientando a manipulação e a exploração das características estéticas dos materiais e incentivando a experimentação de diversas possibilidades construtivas.&lt;br /&gt;10. Diálogo sobre experiência e proposição de legenda para as esculturas (identificação de formas, cores, dimensões, entre outras características).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Conclusão&lt;/span&gt;: Exposição dos resultados obtidos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2946747083495666658-4308675817869186208?l=ocnimodelos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/feeds/4308675817869186208/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2008/06/reequilibrando-objetos_18.html#comment-form' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/4308675817869186208'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/4308675817869186208'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2008/06/reequilibrando-objetos_18.html' title='REEQUILIBRANDO  – Objetos'/><author><name>geferson gomes coutinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10898461583684909519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_SCQiHVDjuB4/SiW0V12b2II/AAAAAAAABmY/CD61vNJ5844/S220/gef.jpg'/></author><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2946747083495666658.post-8860399336614453991</id><published>2008-06-18T06:03:00.001-07:00</published><updated>2009-03-25T10:05:15.601-07:00</updated><title type='text'>REEQUILIBRANDO – Corpos</title><content type='html'>&lt;strong&gt;REEQUILIBRANDO – Corpos | Turmas A/B | Encontros: 3&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Resumo&lt;/span&gt;: Esta oficina pretende experimentar a dinâmica das relações espaço-corporais cotidianas e os limites do corpo. As relações de equilíbrio e a interação com materiais cotidianos são ampliadas através de um exercício que propõe a sustentação de objetos diversos prensados entre o corpo do participante e uma parede, resultando em um registro dos contornos das formas construídas durante o processo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Recursos materiais&lt;/span&gt;: Objetos de tamanhos e formatos variados (lápis, cadernos, tampinhas, entre outros), giz de cera e/ou canetinhas de cores variadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;=&gt; &lt;strong&gt;PRIMEIRO ENCONTRO&lt;/strong&gt; – &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold;font-size:130%;" &gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,102,0)"&gt;Segurando a parede&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;1. A turma será dividida em duplas.&lt;br /&gt;2. Um dos participantes de cada dupla deverá se posicionar diante da parede (de frente ou de costas).&lt;br /&gt;3. O participante livre atuará posicionando objetos diversos entre a parede e o corpo do outro membro da dupla, sendo incentivado pelo oficineiro a provocar uma relação de esforço e certo grau de dificuldade para a outra criança.&lt;br /&gt;4. O participante encostado a parede deverá equilibrar a maior quantidade possível de objetos entre seu corpo e a parede.&lt;br /&gt;5. Após todos os objetos terem sido posicionados, o participante livre deverá traçar o contorno do corpo do participante que está sustentando os objetos, utilizando uma caneta hidrocor ou giz de cera sobre a parede. Cada participante deverá ter seu contorno demarcado com uma cor diferente para facilitar a identificação visual posterior.&lt;br /&gt;6. Após o traçado do contorno, ambos os membros da dupla deverão marcar com desenhos, símbolos, palavras ou outro sistema qualquer, o posicionamento de cada objeto utilizado na proposta.&lt;br /&gt;7. A dinâmica deverá ser repetida, invertendo-se a as duplas de maneira que o participante que esteve equilibrando os objetos contra a parede passe a posicioná-los e vice-versa.&lt;br /&gt;8. Diálogo sobre a proposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;=&gt; &lt;strong&gt;SEGUNDO ENCONTRO&lt;/strong&gt; – &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold;font-size:130%;" &gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,102,0)"&gt;Mutantes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Recursos materiais:&lt;/span&gt; Roupas usadas, retalhos, tesouras, barbante e/ou fios diversos, papéis usados, jornais, revistas, folhas secas, pedras, tampinhas, linha e agulhas.&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold;font-size:130%;" &gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;1. A turma será dividida em duplas ou trios.&lt;br /&gt;2. Um dos membros da dupla (ou trio) deverá vestir algumas das peças de roupas coletadas.&lt;br /&gt;3. O oficineiro apresenta a proposta de criação de "deformações" para o corpo do participante que se tornará uma escultura viva, preenchendo-se as roupas com materiais e objetos diversos.&lt;br /&gt;4. O (s) outro (s) participante (s) deverá "remodelar" o corpo do participante-mutante, produzindo "deformações", prolongamentos, extensões, entre outra possibilidades estéticas. Para tanto, deverá preencher, cortar, amarrar e costurar as peças de roupa.&lt;br /&gt;5. O oficineiro deverá atuar orientando a produção das duplas/grupos, incentivando a experimentação de possibilidades materiais diversificadas, como peso, volume, para a obtenção de estruturas variadas na composição das esculturas, bem como monitorando e potencializando a manipulação dos materiais.&lt;br /&gt;6. Todos os participantes devem ocupar a posição de "modeladores" e "modelados" alternadamente.&lt;br /&gt;7. Os participantes modelados deverão experimentar possibilidades de interação com o grupo e com o espaço. Pode-se propor algum jogo ou "desafio" corporal acordado pelo grupo&lt;br /&gt;8. Discussão sobre a proposta.&lt;br /&gt;9. Os mutantes podem ser desmontados e recolhidos para o reaproveitamento do material pela próxima oficina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Conclusão&lt;/span&gt;: Exposição dos mutantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;=&gt; &lt;strong&gt;TERCEIRO ENCONTRO&lt;/strong&gt; – &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold;font-size:130%;" &gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,102,0)"&gt;Esculturas Moles&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Recursos materiais&lt;/span&gt;: Roupas usadas, retalhos, tesouras, barbante e/ou fios diversos, papéis usados, jornais, revistas, folhas secas, pedras, tampinhas, linha e agulhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. O oficineiro promoverá uma discussão com o grupo, identificando os conceitos associados pela turma a idéia de escultura (discutir as noções de "forma" e "deformação").&lt;br /&gt;2. O oficineiro apresenta a proposta de criação de "esculturas moles", preenchendo peças de roupas com materiais e objetos diversos para a construção de "corpos" dotados de possibilidades formais diversas das consideradas normais.&lt;br /&gt;3. Cada participante deverá receber pelo menos duas peças de roupa, podendo escolher os materiais e objetos que empregará para a construção de sua escultura.&lt;br /&gt;4. O oficineiro atuará orientando a produção do grupo e incentivando a experimentação de possibilidades materiais diversificadas, como peso, volume, para a obtenção de estruturas variadas na composição das esculturas.&lt;br /&gt;5. Discussão sobre a proposta e os resultados obtidos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2946747083495666658-8860399336614453991?l=ocnimodelos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/feeds/8860399336614453991/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2008/06/reequilibrando_18.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/8860399336614453991'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/8860399336614453991'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2008/06/reequilibrando_18.html' title='REEQUILIBRANDO – Corpos'/><author><name>geferson gomes coutinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10898461583684909519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_SCQiHVDjuB4/SiW0V12b2II/AAAAAAAABmY/CD61vNJ5844/S220/gef.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2946747083495666658.post-3918358702763942649</id><published>2008-06-18T06:02:00.001-07:00</published><updated>2009-03-25T10:06:34.412-07:00</updated><title type='text'>SIAMESES</title><content type='html'>&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;SIAMESES | Turmas A/B | Encontros: 3&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Resumo&lt;/span&gt;: Esta oficina pretende experimentar a dinâmica das relações espaço-corporais cotidianas e os limites do corpo. Através da construção e da experimentação de um "vestível" coletivo, pretende explorar o estranhamento para a desconstrução de relações corporais convencionais, fundamentadas em uma idéia de corpo coletivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Recursos materiais&lt;/span&gt;: Retalhos, roupas velhas, tesouras, barbante, linha, agulhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observação: Antes do primeiro encontro, o oficineiro deverá solicitar a cada criança pelo menos uma peça de roupa ou sobras de tecidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;=&gt; &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;PRIMEIRO ENCONTRO &lt;/span&gt;– Produção e experimentação de "vestíveis duplos", troca de vestíveis entre duplas.&lt;br /&gt;1. O oficineiro realiza a leitura em voz alta de uma carta previamente selecionada. A carta deve ser levada ao grupo em um envelope lacrado, para que os participantes possam iniciar uma reflexão sobre os aspectos culturais envolvidos na prática do recebimento de uma carta.&lt;br /&gt;2. A turma será dividida em duplas.&lt;br /&gt;3. O oficineiro distribuirá os materiais para o grupo (tesouras, barbante, linha, agulhas e peças de roupa).&lt;br /&gt;4. As duplas deverão interferir em suas peças de roupa, unindo-as de forma aleatória. Utilizando-se de cortes, nós, costuras, elas deverão produzir um "vestível duplo".&lt;br /&gt;5. O oficineiro deverá monitorar a produção das duplas, orientando sobre a manipulação dos materiais e incentivando a exploração de diversas possibilidades de construção do vestível.&lt;br /&gt;6. Cada dupla deverá experimentar, no mínimo, três possibilidades de interação diversificada para a produção do vestível. Para tanto, caso a quantidade de peças de roupa disponíveis não seja suficiente, o grupo pode ser incentivado a produzir intervenções reversíveis.&lt;br /&gt;7. As duplas serão incentivadas a trocar suas produções umas com as outras. O oficineiro deve explicitar que todos os vetíveis serão trocados, inclusive, entre turmas.&lt;br /&gt;8. O participantes terão um intervalo de tempo pré-determinado para experimentar as possibilidades de interação uns com os outros e com o espaço utilizando os vestíveis. Pode-se propor que todos experimentem todos os vestíveis produzidos.&lt;br /&gt;9. O oficineiro deve desafiar as duplas a realizar atividades cotidianas utilizando os vestíveis. Pode-se propor a realização de alguma brincadeira proposta pelo grupo, como amarelinha, pique, entre outras possibilidades.&lt;br /&gt;10. As duplas devem realizar a mobilidade ainda unidas através das roupas.&lt;br /&gt;11. O oficineiro deverá recolher os vestíveis na chegada à escola para sua utilização no próximo encontro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;=&gt; &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;SEGUNDO ENCONTRO&lt;/span&gt; – Troca de vestíveis entre turmas, produção e experimentação de "vestível múltiplo".&lt;br /&gt;1. A turma deverá ser divida em duplas.&lt;br /&gt;2. O oficineiro deverá distribuir "vestíveis duplos" produzidos por outra turma para os participantes experimentarem.&lt;br /&gt;3. O grupo terá um intervalo de tempo pré-determinado para experimentar o vestíveis.&lt;br /&gt;4. O grupo deverá ser dividido em subgrupos de quatro componentes.&lt;br /&gt;5. Os participante irão unir seus "vestíveis duplos", utilizando o materiais de sua preferência, produzindo "vestíveis quádruplos".&lt;br /&gt;6. A dinâmica de experimentação espacial e troca de vestíveis utilizada no primeiro encontro pode ser repetida.&lt;br /&gt;7. A turma deverá ser redividida em grupos cada vez mais numerosos, construindo-se vestíveis cada vez maiores pela união de vestíveis menores, até que todo o grupo esteja unido em um único "vestível múltiplo".&lt;br /&gt;8. O grupo deverá debater a experiência, as dificuldades e sensações vivenciadas, e planejar uma "performance" pública utilizando o "vestível coletivo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;=&gt; &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;TERCEIRO ENCONTRO&lt;/span&gt; – Conclusão: Ato performático público de todas as turmas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2946747083495666658-3918358702763942649?l=ocnimodelos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/feeds/3918358702763942649/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2008/06/siameses_18.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/3918358702763942649'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/3918358702763942649'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2008/06/siameses_18.html' title='SIAMESES'/><author><name>geferson gomes coutinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10898461583684909519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_SCQiHVDjuB4/SiW0V12b2II/AAAAAAAABmY/CD61vNJ5844/S220/gef.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2946747083495666658.post-6367503932350412178</id><published>2008-06-18T05:05:00.001-07:00</published><updated>2009-03-25T10:07:12.846-07:00</updated><title type='text'>FRASE TÁTIL</title><content type='html'>&lt;strong&gt;FRASE TÁTIL | Turmas A/B | Encontros: 2&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Resumo&lt;/span&gt;: Exercício de experimentação sensorial orientado para uma leitura subjetiva fundamentada em elementos táteis, resultando na produção de uma “frase” composta por objetos e texturas no lugar de palavras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Recursos materiais:&lt;/span&gt; Objetos, materiais e dejetos variados (selecionados por suas possibilidades táteis), cola, fita adesiva, papéis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;=&gt; &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;PRIMEIRO ENCONTRO &lt;/span&gt;– Coleta de materiais, construção da frase e inventário de sensações.&lt;br /&gt;1. O oficineiro estimulará o grupo a realizar uma coleta de materiais/objetos variados (dejetos&lt;br /&gt;urbanos e naturais, tais como tampinhas, plásticos, anéis de latas, folhas secas, galhos,&lt;br /&gt;pedras, entre outros) no próprio espaço da escola e do parceiro.&lt;br /&gt;2. O grupo irá preparar o suporte para a confecção da frase, emendando várias folhas de&lt;br /&gt;papel para compor uma tira longa.&lt;br /&gt;3. Cada participante irá selecionar o material a ser utilizado individualmente para a&lt;br /&gt;composição da frase.&lt;br /&gt;4. Todo o grupo irá participar simultaneamente da construção da frase (cada participante&lt;br /&gt;produzirá uma parte da composição, colando os objetos selecionados sobre a tira de&lt;br /&gt;papel).&lt;br /&gt;5. O grupo deverá produzir um inventário de 17 sensações (que não estejam diretamente&lt;br /&gt;ligadas a identificação do objeto ou a sua nomeação, ou seja, 17 sensações possíveis da&lt;br /&gt;experiência, não apenas 17 palavras ligadas aos objetos empregados na construção da&lt;br /&gt;frase) que acredite estarem vinculadas à frase construída, através de um diálogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;=&gt; &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;SEGUNDO ENCONTRO&lt;/span&gt; – Troca das frases entre turmas, leitura tátil, novo inventário e&lt;br /&gt;discussão da experiência.&lt;br /&gt;1. O oficineiro deverá levar para o grupo a frase produzida por outra turma.&lt;br /&gt;2. Pelo menos dois participantes deverão ser vendados e estimulados a fazer a&lt;br /&gt;experimentação tátil de pontos diversos da frase simultaneamente. Ao mesmo tempo os&lt;br /&gt;demais participantes serão orientados a realizar perguntas diretas aos “leitores” sobre as&lt;br /&gt;sensações experimetadas no processo (ex.: Está frio? Molhado? Faz sentir medo? Nojo?).&lt;br /&gt;Todos os participantes poderão ocupar as posições de “leitor” e “perguntador”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;=&gt; &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;CONCLUSÃO&lt;/span&gt; – O grupo deverá produzir um inventário de 17 sensações que acredite&lt;br /&gt;estarem vinculadas à frase experimentada, através de um diálogo. Este novo inventário, será&lt;br /&gt;relacionado àquele sugerido pelo grupo produtor da frase, sem que se enfatisem relações de&lt;br /&gt;erros ou acertos nessa comparação, incentivando o grupo a uma reflexão sobre as causas das&lt;br /&gt;diferenças identificadas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2946747083495666658-6367503932350412178?l=ocnimodelos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/feeds/6367503932350412178/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2008/06/frase-tatil_18.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/6367503932350412178'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/6367503932350412178'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2008/06/frase-tatil_18.html' title='FRASE TÁTIL'/><author><name>geferson gomes coutinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10898461583684909519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_SCQiHVDjuB4/SiW0V12b2II/AAAAAAAABmY/CD61vNJ5844/S220/gef.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2946747083495666658.post-8087044914955644156</id><published>2008-06-08T17:28:00.001-07:00</published><updated>2009-03-25T10:08:29.084-07:00</updated><title type='text'>ESCRITA AUTOMÁTICA, LOUCA, MALUCA, PIRADA, DOIDONA...</title><content type='html'>&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;ESCRITA AUTOMÁTICA, LOUCA, MALUCA, PIRADA, DOIDONA...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Turmas A/B | Encontros: 1 ou 2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Resumo&lt;/span&gt;: Esta oficina propõe um exercício de escrita não racionalizada. Resultará na composição coletiva de uma trama visual e conceitual, constituída a partir de uma atividade de associação e construção de conexões subjetivas entre palavras extraídas do repertório de cada criança, elencadas aleatoriamente e analisadas por todo o grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Recursos materiais&lt;/span&gt;: Folhas de papel individuais, canetas e/ou lápis, folha de papel grande (para ser utilizada pelo grupo), imagens diversas (mapas, raízes, malhas ferroviárias/rodoviárias, dentre outras)&lt;br /&gt;que remetam visualmente às idéias de conexão, rede, ramificação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;=&gt; &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;PRIMEIRO ENCONTRO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Etapas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. O oficineiro realizará a busca de imagens diversas que remetam à noção de redes,&lt;br /&gt;anteriormente a aplicação da oficina.&lt;br /&gt;2. O oficineiro distribuirá folhas individuais, canetas e/ou lápis para o grupo.&lt;br /&gt;3. O oficineiro propõe uma palavra-chave para o grupo. Ex: Palavras relacionadas ao&lt;br /&gt;cotidiano das crianças, tais como: escola, arte, cultura etc.&lt;br /&gt;4. O oficineiro determinará um intervalo de tempo, até 43 segundos, para que o grupo&lt;br /&gt;escreva outras palavras relacionadas a palavra-chave.&lt;br /&gt;Para esta etapa o oficineiro deve explicitar as condições para realização da atividade:&lt;br /&gt;a criança não deve parar para selecionar palavras e/ou tirar a caneta do papel.&lt;br /&gt;5. O grupo fará a leitura individual, em voz alta, das palavras escritas.&lt;br /&gt;Para esta etapa cada criança deverá escolher no mínimo uma palavra de sua escrita&lt;br /&gt;automática louca, maluca, pirada... para realização da próxima etapa.&lt;br /&gt;6. No centro de uma folha grande de papel, o oficineiro deverá escrever a palavra-chave&lt;br /&gt;e o grupo as palavras selecionadas na etapa anterior ao redor dela, de forma aletória.&lt;br /&gt;7. O oficineiro propõe que cada participante estabeleça conexões entre as palavras escritas&lt;br /&gt;na folha grande, traçando linhas entre elas, criando, desse modo, uma rede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;=&gt; &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;CONCLUSÃO&lt;/span&gt; – O oficineiro incentiva um debate em roda sobre a rede composta pelo grupo, abrindo espaço para que os participantes questionem e repensem as conexões propostas, podendo construir outras, e realizem uma comparação entre a rede construída pelo grupo e&lt;br /&gt;as imagens reunidas pelo oficineiro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2946747083495666658-8087044914955644156?l=ocnimodelos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/feeds/8087044914955644156/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2008/06/escrita-automatica-louca-maluca-pirada_08.html#comment-form' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/8087044914955644156'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/8087044914955644156'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2008/06/escrita-automatica-louca-maluca-pirada_08.html' title='ESCRITA AUTOMÁTICA, LOUCA, MALUCA, PIRADA, DOIDONA...'/><author><name>geferson gomes coutinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10898461583684909519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_SCQiHVDjuB4/SiW0V12b2II/AAAAAAAABmY/CD61vNJ5844/S220/gef.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2946747083495666658.post-2819002573277163817</id><published>2008-06-08T17:18:00.001-07:00</published><updated>2009-03-25T10:09:16.356-07:00</updated><title type='text'>MAPAS SURREAIS</title><content type='html'>&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;MAPAS SURREAIS | Turmas A/B | Encontros: 3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumo&lt;/span&gt;: Esta oficina propõe a construção de novas relações geográficas com o bairro através de um exercício de olhar orientado para a identificação subjetiva de imagens em manchas, rachaduras e texturas em geral, convertidas em pontos de referência para o deslocamento e a localização espacial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Recursos materiais&lt;/span&gt;: Papéis individuais e um papel grande para ser utilizado por todo o grupo, lápis, lápis de cor, giz de cêra, canetinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;=&gt; &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;PRIMEIRO ENCONTRO&lt;/span&gt; – Apresentação da proposta, identificação das manchas.&lt;br /&gt;1. O oficineiro deverá pré-selecionar um espaço para a realização da busca de “imagens” pelo&lt;br /&gt;grupo. Preferencialmente se valendo do trajeto utilizado pelo grupo durante a mobilidade.&lt;br /&gt;2. Apresentação da proposta e distribuição do material (nesse primeiro momento, apenas&lt;br /&gt;papel e caneta ou lápis). Cada participante será incentivado a localizar pelo menos cinco&lt;br /&gt;manchas, rachaduras e texturas em geral, nas quais identifique algum tipo de figura ou&lt;br /&gt;relação visual interessante (formas, cores,entre outras), não necessariamente figurativas.&lt;br /&gt;3. O oficineiro conduzirá o grupo ao local previamente selecionado e atuará como monitor,&lt;br /&gt;incentivando os participantes a produzir esboços das figuras identificadas e de um mapa&lt;br /&gt;do trajeto demarcado por elas.&lt;br /&gt;4. Ao fim do processo de mapeamento, o grupo determinará o ponto de término do trajeto.&lt;br /&gt;5. O grupo deverá escolher um “tesouro” para ser enterrado no local escolhido para ser&lt;br /&gt;o ponto de encerramento do percurso. O oficineiro deverá explicitar que o “tesouro”&lt;br /&gt;enterrado será um prêmio para outro grupo, que precisará encontrá-lo através do mapa que&lt;br /&gt;será produzido posteriormente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;=&gt; &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;SEGUNDO ENCONTRO&lt;/span&gt; – Produção do mapa coletivo.Enterrar um suposto “tesouro”.&lt;br /&gt;1. Confecção de um mapa coletivo a partir dos diversos desenhos produzidos no encontro&lt;br /&gt;anterior, demarcando o trajeto. Informar aos alunos que outra turma estará fazendo o&lt;br /&gt;mesmo, e eles também terão que achar um determinado tesouro.&lt;br /&gt;2. Assim que o grupo determinar o trajeto a ser percorrido para a caça ao tesouro e o mapa&lt;br /&gt;pronto, o grupo irá determinar onde o tesouro será enterrado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;=&gt; &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;TERCEIRO ENCONTRO &lt;/span&gt;– Troca dos mapas e caça ao “tesouro”.&lt;br /&gt;1. O oficineiro deverá fazer a troca dos mapas, provocando a integração entre as turmas.&lt;br /&gt;2. O oficineiro deverá conduzir e orientar o grupo para a caça ao tesouro, através do mapa&lt;br /&gt;produzido pela outra turma.&lt;br /&gt;3. Ao achar o tesouro o grupo retorna ao espaço parceiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;=&gt; &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;CONCLUSÃO&lt;/span&gt; – O grupo deverá sentar-se em circilo para um breve debate sobre a experiência&lt;br /&gt;vivênciada.&lt;br /&gt;Mapas surreais Turmas A/B Encontros:&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2946747083495666658-2819002573277163817?l=ocnimodelos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/feeds/2819002573277163817/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2008/06/mapas-surreais_08.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/2819002573277163817'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/2819002573277163817'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2008/06/mapas-surreais_08.html' title='MAPAS SURREAIS'/><author><name>geferson gomes coutinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10898461583684909519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_SCQiHVDjuB4/SiW0V12b2II/AAAAAAAABmY/CD61vNJ5844/S220/gef.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2946747083495666658.post-8267703681842746673</id><published>2008-06-08T15:37:00.001-07:00</published><updated>2009-03-25T10:09:58.128-07:00</updated><title type='text'>PALAVRAS DO BAIRRO</title><content type='html'>&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;PALAVRAS DO BAIRRO | Turmas A/B | Encontros: 3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumo&lt;/span&gt;: Esta oficina propõe a discussão das relações culturais e subjetivas vinculadas ao usos das palavras, associando-as a uma dimensão sensorial. Ao mesmo tempo, proporciona o desenvolvimento de uma relação de proximidade entre as oficinas culturais e a comunidade, que é convidada a participar da proposta doando palavras e recebe o produto final da atividade sob a forma de painéis públicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Recursos materiais:&lt;/span&gt; Pedaços de papel, canetas/lápis/hidrocor, caixas ou sacolas plásticas (para o armazenamento das palavras coletadas), cola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;=&gt; &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;PRIMEIRO ENCONTRO &lt;/span&gt;– Coleta de palavras pelo bairro.&lt;br /&gt;1. Na apresentação da proposta o oficineiro, junto com grupo, determinará a “categoria” de&lt;br /&gt;palavras que serão coletadas, explicitando que a atividade prevê a associação das palavras&lt;br /&gt;a sensações e características inusitadas ( Ex.: palavras secas, palavras azuis, palavras&lt;br /&gt;tortas, entre outras). O oficineiro deverá orientar os participantes sobre a maneira de&lt;br /&gt;conduzir a abordagem às pessoas do bairro. Para cada turma participante será proposto&lt;br /&gt;um tipo diferente de palavra para ser coletada.&lt;br /&gt;2. Cada participante receberá pelo menos onze tiras de papel e uma caneta/hidrocor/giz de&lt;br /&gt;cêra e uma sacola ou caixa para guardar as palavras coletadas.&lt;br /&gt;3. O oficineiro conduzirá o grupo para a rua e estimulará a abordagem dos transeuntes e a&lt;br /&gt;visitação às casas para a solicitação das palavras (Ex.: A senhora pode me dar uma palavra&lt;br /&gt;molhada?). Nesse momento, o oficineiro desempenha um papel de monitor, evitando atuar&lt;br /&gt;como mediador na abordagem dos moradores.&lt;br /&gt;4. No retorno a escola, todas as palavras coletadas serão armazenadas e organizadas por&lt;br /&gt;“categoria”.&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_epaqycZIe5Q/SFo_GpuByoI/AAAAAAAAAAs/alaD6n_wnTM/s1600-h/S7300880.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 76px; DISPLAY: block; HEIGHT: 40px; CURSOR: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5213548902145444482" border="0" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_epaqycZIe5Q/SFo_GpuByoI/AAAAAAAAAAs/alaD6n_wnTM/s320/S7300880.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;=&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; SEGUNDO ENCONTRO&lt;/span&gt; – Seleção das palavras, diálogo sobre as palavras coletadas, escolha&lt;br /&gt;do lugar de exposição.&lt;br /&gt;1. O grupo realizará um inventário das palavras coletadas no encontro anterior mediante&lt;br /&gt;a leitura em voz alta. Nessa etapa, serão identificadas e separadas as palavras que se&lt;br /&gt;repetem.&lt;br /&gt;2. Discussão sobre as diferentes palavras coletadas dentro de um mesma categoria,&lt;br /&gt;incentivando uma reflexão a respeito da influência da subjetividade e da cultura na&lt;br /&gt;construção da linguagem.&lt;br /&gt;3. Discutir aspectos referentes a produção dos painéis públicos (composição, materiais,&lt;br /&gt;local de exposição, entre outros). Nesse momento, o oficineiro deve incentivar o grupo a&lt;br /&gt;produzir um esboço do painel que será produzido.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_epaqycZIe5Q/SFo_GeiCShI/AAAAAAAAAAk/6Sp9T5C-jjk/s1600-h/bairroescola+143.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 77px; DISPLAY: block; HEIGHT: 42px; CURSOR: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5213548899142355474" border="0" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_epaqycZIe5Q/SFo_GeiCShI/AAAAAAAAAAk/6Sp9T5C-jjk/s320/bairroescola+143.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;=&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; TERCEIRO ENCONTRO &lt;/span&gt;– (conclusão):&lt;br /&gt;1. Confecção dos painéis públicos nos locais previamente escolhidos por cada grupo (ex.:&lt;br /&gt;muros, calçadas, postes, entre outros). A técnica de produção dos painéis pode variar&lt;br /&gt;desde a colagem dos papéis escritos pelas crianças durante a coleta ou a pintura das&lt;br /&gt;palavras, por exemplo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2946747083495666658-8267703681842746673?l=ocnimodelos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/feeds/8267703681842746673/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2008/06/palavras-do-bairro_08.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/8267703681842746673'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/8267703681842746673'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2008/06/palavras-do-bairro_08.html' title='PALAVRAS DO BAIRRO'/><author><name>geferson gomes coutinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10898461583684909519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_SCQiHVDjuB4/SiW0V12b2II/AAAAAAAABmY/CD61vNJ5844/S220/gef.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_epaqycZIe5Q/SFo_GpuByoI/AAAAAAAAAAs/alaD6n_wnTM/s72-c/S7300880.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2946747083495666658.post-2312321190430043240</id><published>2008-06-08T15:27:00.001-07:00</published><updated>2009-03-13T10:06:03.228-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oficina'/><title type='text'>Sete linhas e meia de alguém para ninguém</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sete linhas e meia de alguém para ninguém | Turmas A/B | Encontros: 3&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Resumo&lt;/span&gt;: Nesta oficina a noção de tema da carta é substituída pela noção de espaço (sete linhas e meia). A oficina resultará em uma atividade de troca aleatória de cartas (entre turmas ou escolas), sem destinatário previamente determinado ou a necessidade de que o remetente se identifique.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que o grupo se familiarize com a proposta, será realizada uma dinâmica prévia de perguntas e respostas que favorece a desconstrução dos conceitos de destinatário e remetente convencionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Recursos materiais&lt;/span&gt;: Folhas de papel individuais, canetas e/ou lápis (para a dinâmica de troca de perguntas e escrita da carta), caixa de papelão, cola, tesouras, sobras de papel colorido ou tinta guache (para confecção da urna), uma carta para ser lida para o grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;=&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; PRIMEIRO ENCONTRO&lt;/span&gt; – Apresentação da proposta, confecção da urna e leitura de uma carta&lt;br /&gt;levada pelo oficineiro.&lt;br /&gt;1. O oficineiro realiza a leitura em voz alta de uma carta previamente selecionada. A carta deve&lt;br /&gt;ser levada ao gupo em um envelope lacrado, para que os participantes possam iniciar uma&lt;br /&gt;reflexão sobre os aspectos culturais envolvidos na prática do recebimento de uma carta.&lt;br /&gt;2. O oficineiro apresentará a proposta de troca de cartas.&lt;br /&gt;3. Confecção de uma urna pelo grupo para o armazenamento das cartas a serem escritas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;=&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;SEGUNDO ENCONTRO&lt;/span&gt; – Exercício de troca de perguntas e produção das cartas.&lt;br /&gt;1. O oficineiro irá propor que cada participante escreva em uma folha de papel uma pergunta&lt;br /&gt;qualquer, não obrigatoriamente enderaçada a outro membro do grupo.&lt;br /&gt;2. As perguntas serão recolhidas na urna.&lt;br /&gt;3. Cada participante deverá ir até a urna e pegar aleátoriamente uma das perguntas.&lt;br /&gt;4. O grupo responderá individualmente a pergunta no mesmo papel, sem que o colega leia.&lt;br /&gt;5. Os participantes depositarão novamente os papéis na urna.&lt;br /&gt;6. Cada participante retirará novamente um papel da urna de maneira aleatória.&lt;br /&gt;7. O oficineiro propõe a organização do grupo em círculo e convida um participante a ler, em&lt;br /&gt;voz alta, a pergunta escrita em seu papel. O participante mais próximo deverá, então, ler&lt;br /&gt;primeiro a resposta escrita em seu papel, direcionado para o primeiro participante e depois&lt;br /&gt;ler a pergunta escrita para o próximo participante. A dinâmica se repetirá até que todos os&lt;br /&gt;participantes tenham realizado a leitura de suas perguntas e respostas sorteadas.&lt;br /&gt;8. O oficineiro estimulará um breve diálogo sobre a experiência aplicada.&lt;br /&gt;9. O oficineiro irá propor a escrita de uma carta anônima de sete linhas e meia e sem um&lt;br /&gt;destinatário determinado.&lt;br /&gt;10. O grupo depositará as cartas (lacradas) na urna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;=&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;TERCEIRO ENCONTRO&lt;/span&gt; – Troca das urnas entre as turmas da escola, setores e/ou unidades&lt;br /&gt;escolares, leitura das cartas e diálogos sobre a experiência.&lt;br /&gt;1. O oficineiro deixa explicito o processo de troca das urnas para o grupo.&lt;br /&gt;2. Os participantes recolhem aleatoriamente uma carta na urna.&lt;br /&gt;3. Cada participante fará a leitura invidual da carta recebida.&lt;br /&gt;4. O grupo é estimulado a fazer a leitura em voz alta, opcional, das cartas recebidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;=&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;CONCLUSÃO&lt;/span&gt; – O oficineiro estimula a discussão com grupo sobre a experiência.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2946747083495666658-2312321190430043240?l=ocnimodelos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/feeds/2312321190430043240/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2008/06/sete-linhas-e-meia-de-alguem-para_08.html#comment-form' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/2312321190430043240'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2946747083495666658/posts/default/2312321190430043240'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocnimodelos.blogspot.com/2008/06/sete-linhas-e-meia-de-alguem-para_08.html' title='Sete linhas e meia de alguém para ninguém'/><author><name>geferson gomes coutinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10898461583684909519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_SCQiHVDjuB4/SiW0V12b2II/AAAAAAAABmY/CD61vNJ5844/S220/gef.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry></feed>
